As doze
estrelas com a qual viu São João Evangelista coroada a cabeça daquela
Rainha em Apocalipse 12,1; representam as doze graças ou virtudes que
a Santíssima Trindade lhe concedeu: quatro do Pai Eterno, quatro do Filho e
quatro do Espírito Santo"
Maria manifestou estas doze virtudes e
as irradia em sua aura. Ela nos convida e ajuda a ativar a manifestação dessas
virtudes em nós, em nossa vida diária.
A
Quarta Estrela ou Virtude advém da quarta benção: Bendito seja
o Espírito Santo, por cuja obra foi a Virgem Maria,
ao mesmo tempo, Virgem e Mãe.
Virtude: Precisão
~ Possibilita a habilidade
de fazer as coisas de forma correta. Proporciona
clareza e perfeita definição. Na presença de exatidão, os pensamentos, palavras
e ações serão apropriados a cada circunstância.
Na quarta estrelinha,
ela manifestou em si a perfeita humildade,
ou a capacidade de perceber na medida certa o seu tamanho e limites em relação
ao Todo, ou mesmo, assumir seus
deveres, obrigações, erros, culpas e limitações sem resistência. O que no entender teológico compensou a Soberba de Adão e Eva, abrindo espaço para
o nascimento da Consciência Crística.
Nesta quarta meditação do ano, em Abril
de 2013, sejamos nós um receptáculo perfeito para o olhar do Espírito Santo,
e vamos meditar sobre:
Onde mora a
soberba em mim?
Quais as
dificuldades que enfrento para vivenciar a humildade? E em que áreas da vida?
Estou
pronta para abrir mão do controle e entregar minha vida a Deus?
Reflita
se vive a
vida como um constante combate entre dilemas; entre um modo superior e um modo
inferior em relação a algum tema. Encontre o equilíbrio numa escolha
intermediária que nem é o altruísmo, nem o egoísmo; evocando a sabedoria
da alma
Magnificat
“A minha alma
engrandece o Senhor, e o meu espírito se alegra
em Deus, meu
Salvador, porque olhou para a humildade de sua
serva. Doravante
todas as gerações me chamarão
bem-aventurada, porque
o Todo-poderoso fez grandes coisas em
meu favor.
O
seu nome é santo, e
sua misericórdia se estende, de geração
em
geração, a todos os que o respeitam. Ele mostrou a força de
seu
braço: dispersou os soberbos de coração.
Derrubou
do trono os poderosos e elevou os humildes. Encheu de
bens
os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. Socorreu
Israel,
seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, conforme
prometera
aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua
descendência, para sempre”. Lc 1, 46-55.