Mostrando postagens com marcador Gratidão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gratidão. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Tirando o óculos Cor de Rose*

Visão e Propósitos para 2019!!!




Início de ano, grandes planos e expectativas. Segundo os astrólogos de plantão, 2019 configura-se num ano de grandes mudanças e transformações, se somente se, nos desapegarmos do passado e nos abrirmos para o desconhecido com total entrega, confiança e fé no divino que somos nós e principalmente com a clareza e discernimento que essa noção nos dá. Isto é, se faz absolutamente necessário tirar o óculos cor de rosa e no seu lugar usarmos lentes "trifocais" para uma ampla visão da realidade.
Mas o que seria esse óculos cor de rosa que você tanto fala Rose? 
Para melhor exemplificar o que essas lentes da nossa cor preferida, ou com o foco ajustado para a nossa particular e original visão fazem por nós e por que é tão difícil jogá-las fora, trago pra vocês o Conto Sufi – Fátima, a Fiandeira
Numa cidade do mais longínqüo Ocidente vivia uma jovem chamada Fátima, filha de um próspero Fiandeiro. Um dia seu pai lhe disse:
— Filha, faremos uma viagem, pois tenho negócios a resolver nas ilhas do Mediterrâneo. Talvez você encontre por lá um jovem atraente, de boa posição, com quem possa e então se casar. Iniciaram assim sua viagem, indo de ilha em ilha; o pai cuidando de seus negócios, Fátima sonhando com o homem que poderia vir a ser seu marido.
Mas um dia, quando se dirigiam a Creta, armou-se uma tempestade e o barco naufragou. Fátima, semiconsciente, foi arrastada pelas ondas até uma praia perto de Alexandria. Seu pai estava morto, e ela ficou inteiramente desamparada. Podia recordar-se apenas vagamente de sua vida até aquele momento, pois a experiência do naufrágio e o fato de ter ficado exposta às inclemências do mar a tinham deixado completamente exausta e aturdida. Enquanto vagava pela praia, uma família de tecelões a encontrou. Embora fossem pobres, levaram-na para sua humilde casa e ensinaram-lhe seu ofício.
Desse modo Fátima iniciou nova vida e, em um ou dois anos, voltou a ser feliz, reconciliada com sua sorte. Porém um dia, quando estava na praia, um bando de mercadores de escravos desembarcou e levou-a, junto com outros cativos. Apesar dela se lamentar amargamente de seu destino, eles não demonstraram nenhuma compaixão: levaram-na para Istambul e venderam-na como escrava. Pela segunda vez o mundo da jovem ruíra.
Mas quis a sorte que no mercado houvesse poucos compradores na ocasião. Um deles era um homem que procurava escravos para trabalhar em sua serraria, onde fabricava mastros para embarcações. Ao perceber o ar desolado e o abatimento de Fátima, decidiu comprá-la, pensando que poderia proporcionar-lhe uma vida um pouco melhor do que teria nas mãos de outro comprador. Ele levou Fátima para casa com a intenção de fazer dela uma criada para sua esposa. Mas ao chegar em casa soube que tinha perdido todo o seu dinheiro quando um carregamento fora capturado por piratas. Não poderia enfrentar as despesas que lhe davam os empregados, e assim ele, Fátima e sua mulher arcaram sozinhos com a pesada tarefa de fabricar mastros. Fátima, grata ao seu patrão por tê-la resgatado, trabalhou tanto e tão bem que ele lhe deu a liberdade, e ela passou a ser sua ajudante de confiança. Assim ela chegou a ser relativamente feliz em sua terceira profissão.
Um dia ele lhe disse: — Fátima, quero que vá a Java, como minha representante, com um carregamento de mastros; procure vendê-los com lucro.
Ela então partiu. Mas quando o barco estava na altura da costa chinesa um tufão o fez naufragar. Mais uma vez Fátima se viu jogada como náufraga em uma praia de um pais desconhecido. De novo chorou amargamente, porque sentia que nada em sua vida acontecia como esperava. Sempre que tudo parecia andar bem alguma coisa acontecia e destruía suas esperanças.
— Por que será — perguntou pela terceira vez — que sempre que tento fazer alguma coisa não da certo? Por que devo passar por tantas desgraças?
Como não obteve respostas, levantou-se da areia e afastou-se da praia.
Acontece que na China ninguém tinha ouvido falar de Fátima ou de seus problemas. Mas existia a lenda de que um dia chegaria certa mulher estrangeira capaz de fazer uma tenda para o imperador. Como naquela época não existia ninguém na China que soubesse fazer tendas, todo mundo aguardava com ansiedade o cumprimento da profecia. Para ter certeza de que a estrangeira ao chegar não passaria despercebida, uma vez por ano os sucessivos imperadores da China costumavam mandar seus mensageiros a todas as cidades e aldeias do país pedindo que toda mulher estrangeira fosse levada à corte. Exatamente numa dessas ocasiões, esgotada, Fátima chegou a uma cidade costeira da China. Os habitantes do lugar falaram com ela através de um intérprete e explicaram-lhe que devia ir à presença do imperador.
— Senhora — disse o imperador quando Fátima foi levada até ele — sabe fabricar uma tenda?
— Acho que sim, Majestade — respondeu a jovem.
Pediu cordas, mas não tinham. Lembrando-se dos seus tempos de fiandeira, Fátima colheu linho e fez as cordas. Depois pediu um tecido resistente, mas os chineses não o tinham do tipo que ela precisava. Então, utilizando sua experiência com os tecelões de Alexandria, fabricou um tecido forte, próprio para tendas. Percebeu que precisava de estacas para a tenda, mas não existiam no país. Lembrando-se do que lhe ensinara o fabricante de mastros em Istambul, Fátima fabricou umas estacas firmes. Quando estas estavam prontas ela puxou de novo pela memória, procurando lembrar-se de todas as tendas que tinha visto em suas viagens. E uma tenda foi construída.
Quando a maravilha foi mostrada ao imperador da China ele se prontificou a satisfazer qualquer desejo que Fátima expressasse. Ela escolheu morar na China, onde se casou com um belo príncipe e, rodeada por seus filhos, viveu muito feliz até o fim de seus dias.
Através dessas aventuras Fátima compreendeu que, o que em cada ocasião lhe tinha parecido ser uma experiência desagradável, acabou sendo parte essencial de sua felicidade. E que assim como nem tudo é o que parece ser, Fátima percebeu que não precisava se apegar a uma "visão" de felicidade "cor de rosa" mas que ao entregar, confiar e aceitar o fluxo da vida ditado pela Suprema Luz Divina, só tinha o que agradecer.
Extraído de ‘Histórias dos Dervixes’, Idries Shah, Nova Fronteira 1976









quarta-feira, 24 de abril de 2013

Meditação na Quarta Estrela da Coroa de Maria ~ no Labirinto


As doze estrelas com a qual viu São João Evangelista coroada a cabeça daquela Rainha em Apocalipse 12,1; representam as doze graças ou virtudes que a Santíssima Trindade lhe concedeu: quatro do Pai Eterno, quatro do Filho e quatro do Espírito Santo"
Maria manifestou estas doze virtudes e as irradia em sua aura. Ela nos convida e ajuda a ativar a manifestação dessas virtudes em nós, em nossa vida diária. 
    
      
 A Quarta Estrela ou Virtude advém da quarta benção:  Bendito seja o Espírito Santo, por cuja obra foi  a Virgem Maria, ao mesmo tempo, Virgem e Mãe. 

Virtude: Precisão ~ Possibilita a habilidade de fazer as coisas de forma correta. Proporciona clareza e perfeita definição. Na presença de exatidão, os pensamentos, palavras e ações serão apropriados a cada circunstância.
Na quarta estrelinha, ela manifestou em si a perfeita humildade, ou a capacidade de perceber na medida certa o seu tamanho e limites em relação ao Todo, ou mesmo, assumir seus deveres, obrigações, erros, culpas e limitações sem resistência. O que no entender teológico compensou a Soberba de Adão e Eva, abrindo espaço para o nascimento da Consciência Crística.

Nesta quarta meditação do ano, em Abril de 2013, sejamos nós um receptáculo perfeito para o olhar do Espírito Santo, e vamos meditar sobre: 
Onde mora a soberba em mim?
Quais as dificuldades que enfrento para vivenciar a humildade? E em que áreas da vida?
Estou pronta para abrir mão do controle e entregar minha vida a Deus?
Reflita se vive a vida como um constante combate entre dilemas; entre um modo superior e um modo inferior em relação a algum tema. Encontre o equilíbrio numa escolha intermediária que nem é o altruísmo, nem o egoísmo; evocando a sabedoria da alma




Magnificat

“A minha alma engrandece o Senhor, e o meu espírito se alegra
em Deus, meu Salvador, porque olhou para a  humildade de sua
serva. Doravante todas as gerações me chamarão
bem-aventurada, porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em
meu favor.
O seu nome é santo, e sua misericórdia se estende, de geração
em geração, a todos os que o respeitam. Ele mostrou a força de
seu braço: dispersou os soberbos de coração.
Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. Encheu de
bens os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. Socorreu
Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, conforme
prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua
descendência, para sempre”.  Lc 1, 46-55.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

GRATIDÃO

De acordo com Cícero , "Gratidão não é apenas a maior das virtudes, mas o pai de todas as outras."  Já eu diria que é a Mãe, dado que a Gratidão está intrinsecamente ligada ao Princípio Feminino ou Receptivo, que nos inspira o reconhecimento de um benefício que se recebeu ou vai receber, o desenvolvimento do altruísmo e da generosidade.  

Vários estudos têm demonstrado a correlação entre gratidão e aumento do bem-estar não só para o indivíduo, mas para todas as pessoas envolvidas. Pessoas gratas são mais felizes, menos deprimidas, menos estressados ​​e mais satisfeitas com suas vidas e relações sociais. Têm maneiras mais positivas de lidar com as dificuldades que experimentamos na vida, sendo mais propensas a buscar apoio de outras pessoas,a crescer a partir das experiências vividas, e gastar mais tempo planejando como lidar com os problemas de forma positiva. Constroem também  menos estratégias negativas de enfrentamento, sendo menos provável  tentarem evitar o problema, negar que há um problema, se culpar, ou lidar com o uso de ansiolíticos. Daí a tendência das pessoas gratas de dormir melhor, e isto parece acontecer também porque pensam menos pensamentos  negativos e mais positivos pouco antes de ir dormir.

Geralmente esquecemos ou até não percebemos o quanto somos gratos pelas pequenas coisas que nos rodeiam, incluindo a própria Natureza da qual fazemos parte. A Natureza em si  nos enche de admiraçãoe nos abre o  coração. Beleza e sedução, ferramentas da Natureza para a sobrevivência, porque 

protegemos o que nos apaixonamos, e naturalmente somos gratos no momento que o Amor preenche o coração. Nosso relacionamento com a Natureza é uma história de amor que alimenta a Terra. A Natureza nos lembra que somos uma parte dela, do divino e que nós não estamos separados dele.


No vídeo abaixo Louie Schwartzberg nos apresenta seu projeto " Felicidade Revelada", um tributo a  Gratidão sob o ponto de vista de uma criança e um idoso. Maravilhe-se!!! 


Louie Schwartzberg - Gratidão




Louie Schwartzberg -A beleza oculta da Natureza





LIVE ~ AO VIVO!

Você também vai gostar disso: