'Três Conceitos Fundamentais sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância', é uma série composta de três vídeos traduzida e adaptada para o português, realizada pelo Núcleo Ciência Pela Infância, composto pelo CDC, pela Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), pelo Insper Instituto de Ensino e Pesquisa e pelo David Rockefeller Center for Latin American Studies, também ligado à Universidade de Harvard.
O primeiro vídeo 'As experiências moldam a arquitetura do cérebro' foi produzido pelo Center on the Developing Child (CDC), da Universidade de Harvard, para explicar, com palavras e imagens simples, como as vivências de uma criança pequena têm impacto sobre a formação do seu cérebro e de sua capacidade futura para o aprendizado, o comportamento e as emoções.
O segundo vídeo 'O jogo de ação e reação modela os circuitos do cérebro' mostra com palavras e imagens simples, como a interação com os adultos é importante para o desenvolvimento dos bebês. É por meio do jogo de ação e reação que elas começam a explorar o mundo, buscando entender seus códigos e significados. Também é pela interação que as crianças pequenas recebem atenção e sentem-se seguras.
E último vídeo sobre os conceitos fundamentais sobre o desenvolvimento na primeira infância: 'O stress tóxico prejudica o desenvolvimento saudável' explica com palavras e imagens simples, como a criança que aciona com frequência seu sistema de reação ao stress, sem contar com um adulto que a acolha e acalme, pode sofrer uma séries de problemas emocionais no futuro.
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sexta-feira, 15 de março de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Educação do Coração
Todos nós do momento em que nos damos conta da vida, na vida, até a morte e mesmo além dela, procuramos o amor. Seja na forma de aceitação, reconhecimento, num relacionamento familiar, social e até profissional.
Procuramos meio as cegas pois na maioria das vezes nem sabemos direito o que e como procuramos.
Sinto que é como se prescrutássemos nosso coração e ouvíssemos ao longe um chamado, que nos ativa uma saudade de algo maravilhoso que não sabemos bem o que é e como nos aproximarmos disso.
Sentimos uma falta, uma necessidade, uma carência de algo que percebemos ser essencial para nossa sobrevivência e ansiamos que nos digam onde encontra-lo e de que maneira, de forma infalível tê-lo em nossas vidas.
O amor, a compaixão e a tolerancia deveriam ser ensinados e praticados nas escolas desde tenra idade já que são as metas mais importantes de toda a humanidade.
Cada um de nós tem a responsabilidade de “desenvolver um coração caloroso, cultivar a compaixão e trabalhar pela paz dentro de si mesmo e do mundo”. Mas para isso é necessária a prática.
A animação abaixo foi produzida pelo estúdio Giant Ant com a proposta de difundir o que o Dalai Lama Center chama de ‘educação do coração’. Assista e inspire-se
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Escola Lumiar ~ Uma Nova Modalidade de Ensino
O Modelo Lumiar tem como objetivo uma experiência arrojada de gestão escolar, matriz de conhecimento e democracia interna no ambiente escolar.
Este modelo inovador se apoia num tripé: O primeiro é a Democracia - as decisões são tomadas coletivamente numa "roda" onde todos os alunos tem voz.
O segundo é a formação do currículo - Currículo por Mosaico, que tem referência nos padrões nacionais, mas leva em consideração as áreas de interesse e aprofundamento particular de cada aluno.
E o terceiro é a inovação da figura do professor dividida entre o Tutor (o professor tradicional que antes dava aula " per se " e aqui fica responsável emocional, afetivo e pedagogicamente pela turma) e o Mestre ( Expert apaixonado por determinado conteúdo que será o responsável por passar esse conteúdo específico).
Aliado a esse tripé tem-se a tecnologia avançada dos microcomputadores presentes no dia-a-dia das crianças.
Confira nos vídeos abaixo esse novo modelo inovador de escolas no Brasil.
Este modelo inovador se apoia num tripé: O primeiro é a Democracia - as decisões são tomadas coletivamente numa "roda" onde todos os alunos tem voz.
O segundo é a formação do currículo - Currículo por Mosaico, que tem referência nos padrões nacionais, mas leva em consideração as áreas de interesse e aprofundamento particular de cada aluno.
E o terceiro é a inovação da figura do professor dividida entre o Tutor (o professor tradicional que antes dava aula " per se " e aqui fica responsável emocional, afetivo e pedagogicamente pela turma) e o Mestre ( Expert apaixonado por determinado conteúdo que será o responsável por passar esse conteúdo específico).
Aliado a esse tripé tem-se a tecnologia avançada dos microcomputadores presentes no dia-a-dia das crianças.
Confira nos vídeos abaixo esse novo modelo inovador de escolas no Brasil.
sábado, 11 de agosto de 2012
Preguiça Espiritual
Lemos muito, nos aprofundamos diariamente e com honestidade, pesquisamos nossas sombras... mas porque não conseguimos alcançar níveis mais altos de consciência? Por que não persistimos na senda espiritual crescendo e nos desenvolvendo passo a passo na mesma medida do nosso desenvolvimento e acumulo de conhecimento? Somos sérios, mas nem tanto...
Já perceberam o mecanismo de um fanatismo? Se observarmos mais de perto este fenômeno podemos ter uma dica de algo positivo e prático que pode nos ajudar.
É visível que todo fanático, por qualquer coisa que seja, é absolutamente comprometido com sua causa, absolutamente apaixonado, persistente e obcecadamente por sua causa. Talvez nos falte comprometimento espiritual e nos sobre preguiça espiritual.
Veja bem, a preguiça é o vício correspondente à virtude da disposição, e ambos são característicos ou correspondentes ao chacra cardíaco. Quando está em jogo “o amor da minha vida” tenho disposição para dormir só 4h por dia, fazer esforços físicos hercúleos e até maratonas intelectuais. Já para algo que não nos toca o coração, a disposição é de difícil acesso. A preguiça, se instala com facilidade. Na verdade muitos de nós somos alunos da espiritualidade e o problema é que somos alunos relapsos.
A cada pensamento, ato ou palavra dissonante do nosso nível mais elevado, mais distante nos colocamos da experiência e vivência do AMOR. Ninguém disse que esta tarefa seria fácil. Não é fácil fazer aflorar nosso potencial espiritual. O conhecimento ajuda, e muito, mas só a experiência diária, com a aprendizagem através dos erros, é capaz de nos alçar a um nível de amar de forma destemida.
Na prática, como se faz isso?
Acredito que um bom começo está em desaprender o medo, em ver o que se esconde atrás do medo em todas as situações, em abençoar alguém ao invés de culpá-lo ou procurar onde está a culpa, em ver o motivo, a razão muitas vezes oculta para tal situação desconfortável ou atitude inconveniente, nossa ou alheia.
Só o amor é capaz de expulsar todo o nosso medo.
Numa época tão conturbada como a nossa em que diariamente nos vemos divididos entre o amor e o medo, é necessário que nos apliquemos mais e tenhamos nítido o nosso foco – aprender a viver em Deus.
Dizer que somos feitos à imagem e semelhança de Deus, que somos divinos, não é o mesmo que acreditar e viver isso. Quando verdadeiramente consideramos este fato percebemos a riqueza espiritual que herdamos e que está pronta para ser usada expulsando toda a preguiça e escuridão interior e ao nosso redor.
O Universo está continuamente nos provendo novos começos que refletem nossa essência, mas nem sempre estamos prontos para recebê-las.
Não é arrogância espiritual acreditar que somos infinitamente criativos e potencialmente perfeitos pela Graça Divina, mas humildade, aceitar a presença do Espírito em nossa vida, bem como permitir que suas bênçãos se manifestem através de nós. Para isso basta estar receptivo e com disposição amorosa para SER e VIVER em Deus.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
O Valor do Erro!
Vivemos numa cultura da busca desesperada pelo sucesso, pelo acerto, pelo perfeito. Não admitimos em nosso dia-a-dia e na educação de nossas crianças nada menor do que o sucesso absoluto.
Mesmo sabendo racionalmente da falibilidade do ser humano e ainda mais que esta específica característica nos torna humanos e não divinos, perseguimos esse ideal de superação da nossa prória humanidade, não levando em conta as probabilidades de erro e principalmente o aprendizado que ele nos oferece.
Cada erro é vivido como um grande fracasso e uma consequente vergonha descomunal geralmente não compatível com o erro cometido.
Com isso crescemos acumulando inconscientemente uma imagem distorcida de nós mesmos construída sobre falsos conceitos que nos dizem o quanto estamos sempre aquém do que poderíamos ser.
Na verdade o significado do erro pode sempre ser encontrado na observância do alinhamento energético da ação em questão. O que está alinhado com a nossa energia, com o desejo da nossa alma para o nosso bem mais elevado e maior expressão energética, certamente resultará em um acerto, e o que não, se mostrará um erro - e este é um grande aprendizado! Esta ação "errada" pode então ser retirada do campo dos potenciais e a nossa energia redirecionada para aquilo que nos alinha com o nosso bem maior.
O valor do erro é a desconexão das energias que não nos servem, a partir dos ciclos cármicos e da repetição de comportamentos passados desta e de outras vidas, no momento presente.
Geralmente ao errar não prestamos atenção em todo esse potencial de aprendizado, e paralisamos no erro com um sentimento "apocalíptico" de fracasso. Daí a importância de se abrir e ampliar a mente para se enxergar as oportunidades de vida e desenvolvimento em todas as situações da vida, principalmente as de erro que são preciosíssimas.
Quando falhamos e liberamos o sentimento de fracasso com desapego, alegria e perdão, permitimos que uma expressão mais elevada da nossa energia se apresente e se torne parte de nossa vida.
Sempre existem potenciais e energias mais elevadas disponíveis. Precisamos apenas convidá-los para se transformarem em nossa realidade.
Sempre existem potenciais e energias mais elevadas disponíveis. Precisamos apenas convidá-los para se transformarem em nossa realidade.
Confira no vídeo abaixo a divertida e interessante palestra da "Errologista" Kathryn Schulz. Ela nos apresenta um convincente argumento para não apenas admitirmos mas também abraçarmos nossa falibilidade.
http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/kathryn_schulz_on_being_wrong.html
domingo, 18 de dezembro de 2011
A Verdadeira Educação
As pesquisas acadêmicas nos informam que os maiores percentuais de "remorsos" se concentram no caminho educacional escolhido - 32%, na escolha da carreira - 22% e em terceiro lugar as escolhas românticas - 15%.
Surge então uma reflexão. O que nos motiva a escolher uma orientação educacional e uma carreira que duvidosamente nos trará satisfação?
Geralmente somos muito jovens e imaturos ao escolher um viés educacional, seja ele tecnológico, humanitário ou biológico. Tentamos através da imaginação alçar voos fantásticos numa realidade futura e nos visualizar exercendo o que achamos ser aquela profissão. Muitas vezes com a motivação inconsciente de agradarmos os familiares ou mesmo realizar o sucesso frustrado de nossos pais.
É preciso muita coragem, discernimento, segurança e maturidade para, tão cedo em nossa cultura ocidental, bancar a essência do nosso Ser e manifestá-la em meio a familia e a comunidade em geral.
No Rajastão, na Índia, um professor extraordinário ensina pessoas (mulheres e homens) em comunidades rurais – muitas delas iletradas – como tornarem-se engenheiras de energia solar, artesãs, dentistas e médicas em seus próprios povoados, a partir de sua própria experiência . É a chamada Universidade Barefoot (Pés Descalços) e seu fundador, Bunker Roy, nos explica como ela funciona.
Surge então uma reflexão. O que nos motiva a escolher uma orientação educacional e uma carreira que duvidosamente nos trará satisfação?
Geralmente somos muito jovens e imaturos ao escolher um viés educacional, seja ele tecnológico, humanitário ou biológico. Tentamos através da imaginação alçar voos fantásticos numa realidade futura e nos visualizar exercendo o que achamos ser aquela profissão. Muitas vezes com a motivação inconsciente de agradarmos os familiares ou mesmo realizar o sucesso frustrado de nossos pais.
É preciso muita coragem, discernimento, segurança e maturidade para, tão cedo em nossa cultura ocidental, bancar a essência do nosso Ser e manifestá-la em meio a familia e a comunidade em geral.
No Rajastão, na Índia, um professor extraordinário ensina pessoas (mulheres e homens) em comunidades rurais – muitas delas iletradas – como tornarem-se engenheiras de energia solar, artesãs, dentistas e médicas em seus próprios povoados, a partir de sua própria experiência . É a chamada Universidade Barefoot (Pés Descalços) e seu fundador, Bunker Roy, nos explica como ela funciona.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Educação para Paz
Uma das técnicas que mais atendem ao equilibrio, a paz, a harmonia e a transmissão de valores para crianças é a Meditação.
Em muitos Centros de Meditação da Self Realization Fellowship no Brasil encontramos Escolas de Meditação para Crianças e Adolescentes, filhos de seguidores dos princípios filosóficos e espirituais de Paramahansa Yogananda.
Essas escolas tem por objetivo inspirar os jovens a seguir uma vida equilibrada sob os aspectos físicos, emocionais, morais e espirituais; motivando-os a trazer Deus para sua vida diária — não para dar a Ele somente uma hora aos domingos e depois esquecê-Lo pelo resto da semana.
Existe somente uma forma duradoura de conseguir o verdadeiro equilíbrio: adquirir a paz que ultrapassa todo entendimento. O caminho nos foi mostrado pelos santos e sábios de todos os tempos. É o método universal: A comunhão científica e diária com Deus na meditação.
Pela comunhão com Deus na meditação e pela abertura dos nossos corações e mentes nos tornamos receptivos à afluência do Seu amor e sabedoria.
A verdadeira educação não é tanto a absorção de conhecimento intelectual e aprendizado proveniente de livros como é trazer à luz ou liberar o conhecimento intuitivo da alma dentro do homem.Conheça também a única pré-escola no ocidente, em São Paulo,Brasil, baseada nos princípios educacionais do filósofo indiano Paramahansa Yogananda, fundador das escolas How-to-live, na Índia.
Uma educação totalmente voltada para a paz, com foco na integralidade do ser humano e totalmente diferente do sistema de educação convencional do Brasil.
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