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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

OS GATILHOS - por Mauro Kwitko


            É de fundamental importância que saibamos, cada um de nós, por que voltamos para a Terra, para vivermos mais uma "vida" aqui, para o que foi necessário construir uma "casca". Não foi para sofrer, para pagar; muitas pessoas ainda apegam-se a conceitos antiquados e equivocados, relativos a castigos, penas, etc., quando, na verdade, estamos aqui porque estamos vinculados, vibratoriamente, a esse Plano, ou seja, a nossa frequência vibratória não é suficientemente elevada que nos permita acessar definitivamente Planos superiores a esse. De vez em quando vamos para outros Planos, principalmente durante o sono, se estivermos com uma frequência compatível com esses locais, mas no nosso dia-a-dia e nas nossas reencarnações, é aqui que estamos, para, um dia, sairmos daqui e alcançarmos níveis mais elevados consciencialmente. 
            Para que isso aconteça, para elevarmos nossa frequência, para que nos libertemos deste planeta e deste Plano ainda tão imperfeito, precisamos nos libertar de nossas inferioridades espirituais e então precisamos dos gatilhos, que são as pessoas e situações que encontramos aqui e que nos ajudam a encontrar as  nossas inferioridades, e para isso estamos aqui, e vamos e voltamos, vamos e voltamos, vamos e voltamos. Que incapacidade essa que nós temos de aproveitar tão pouco nossas encarnações e precisarmos de tantos retornos?!
Muitas pessoas perguntam-se por que essa tarefa precisa ser realizada aqui e não lá no Plano Astral superior? Isso é fácil de entender, basta raciocinarmos que isso precisa ser feito em algum lugar aonde existam estímulos para que as nossas imperfeições manifestem-se: são os gatilhos. Para os nossos tipos de inferioridades, aqui é o lugar ideal, aqui estão os fatos (gatilhos) que fazem emergir as nossas inferioridades. E os fatos "negativos", pessoas ou situações, o que nós não gostamos, são os melhores para isso.
            Quando estamos no Astral superior é como quando estamos em nosso Centro Espíritualista, parecemos todos “santos”, somos pacienciosos, carinhosos e caridosos, os nossos defeitos ocultam-se ou disfarçamos bem, mas quando voltamos para nossa vida cotidiana, aí as nossas características negativas de personalidade voltam a manifestar-se. Podemos raciocinar do mesmo modo para entendermos porque viemos do Plano Astral para cá, de um lugar "melhor", mais evoluído, para um lugar "pior", menos evoluído.
            Quando estamos lá, pela elevada frequência do local e o consequente estilo de vida vigente baseado na igualdade e na fraternidade, todos gradativamente vamos demonstrando prioritariamente as nossas superioridades e então nos sentimos “santos”, pois as nossas inferioridades ocultam-se, mas elas permanecem latentes, não desaparecem. Quando descemos novamente para a Terra, pela baixa frequência desse local e pelas condições socioculturais vigentes advindas de todos externarem prioritariamente as suas inferioridades, com exceção dos verdadeiros Santos encarnados, as nossas inferioridades vêm à tona e nós nos confrontamos com elas e é isso que viemos curar em nós.

Lá no Astral superior não existem os gatilhos, lá não são necessários, eles estão aqui, são potencialmente benéficos para nós e começam na infância. Quando os gatilhos são repetitivos, aparecem a todo instante, é porque não estamos melhorando suficientemente rápido. Quando os gatilhos (para aquela inferioridade) começam a escassear é um sinal de que estamos melhorando, naquele aspecto. Para superarmos os gatilhos precisamos entender quem é esse “eu” da frase “eu tenho razão!”. É o nosso velho companheiro, criado quando aqui chegamos pela primeira vez, o Ego, um antigo aliado do nosso Eu Superior que, como Lúcifer, rebelou-se contra seu Senhor e decidiu ter o poder.
            Viemos para um Plano inferior para que as nossas inferioridades venham à tona e possamos nos purificar delas.

Seres de outros planetas vieram para a Terra por 2 motivos:

1.    Em missão de ajuda, de auxílio, mas a maioria perdeu-se na vaidade e hoje está em postos de comando utilizando mal o seu poder ou nos consultórios e clínicas psiquiátricas ou deprimidos, isolados, ou pelas sarjetas.
2.    Para melhorar características inferiores de personalidade, que foram lhes afastando do seus afins em seu planeta de origem, rebaixando sua frequência, surgindo a necessidade compulsória de passar a habitar um planeta de menor vibração. A finalidade era detectar essas inferioridades e melhorá-las, para um dia conseguir elevar a sua frequência e poder retornar, mas isso, geralmente, leva muito, muito tempo.

O principal trabalho para todos nós é saber exatamente o que precisamos curar em nosso Espírito, as nossas inferioridades, e detectarmos quando elas se manifestam, mas aí surge uma questão: a maioria de nós acredita que tem razão quando sente ou manifesta as suas negatividades. Por isso, a Psicoterapia Reencarnacionista, criada lá no Astral, desceu para a Terra, para ajudar a todos nós a nos libertarmos do raciocínio infantil ou adolescente, egóico, auto-centrado, dos fatos da nossa infância e da nossa vida e passarmos para um estágio mais evoluído de raciocínio, adulto, doador, hetero-centrado, como o nosso Eu Superior vê as coisas, de cima, e podermos nos libertar do nosso ego/ísmo e do nosso ego/centrismo e alcançarmos o desap/ego.

Um dos maiores entraves à evolução espiritual, que é simplesmente a melhoria das nossas inferioridades, é que o nosso Ego sempre acha que tem razão. Quem tem raiva de alguém, o seu Ego acredita que tem razão para sentir essa raiva, quem sente mágoa e ressentimento, acredita que são plenamente justificados esses sentimentos, quem é medroso, acredita realmente na força do seu medo, quem é tímido, acredita plenamente em sua incapacidade de manifestar-se, quem é orgulhoso, vaidoso, egocêntrico, acredita realmente em sua superioridade, quem é materialista, acredita firmemente no valor das coisas materiais, e assim por diante.
O maior obstáculo à evolução é que o Espírito encarnado sempre acredita que tem razão em seus raciocínios. E também quem rouba, quem mata, quem trai, etc. O psicoterapeuta reencarnacionista deve entender bem essa questão dos gatilhos e aplicar em si mesmo, ficar atento ao que aflora de si e perceber o conflito Ego (“eu tenho razão”) X Eu Superior (“Meu Ego é infantil e desobediente”).
Quem veio para melhorar a tendência de sentir raiva, precisará de gatilhos que a façam aflorar, por exemplo, um pai agressivo, um irmão implicante, colegas no Colégio que aticem sua raiva, e durante a vida terrena irá deparando-se com gatilhos que têm essa finalidade: mostrar que seu Ego ainda tem a tendência de sentir raiva, e é o que viemos curar. O mesmo se aplica para quem reencarnou para melhorar uma tendência congênita de sentir mágoa, de sentir-se rejeitado, sentir-se abandonado, de achar-se superior, de achar-se inferior, etc. O antídoto da raiva é o amor, o da mágoa é a compreensão, o do medo é a coragem, o da timidez é a espontaneidade, o do orgulho é a humildade, o do materialismo é o entendimento da reencarnação. Mas o que possibilita que curemos essas crenças negativas, é a conscientização de que já viemos para esse Plano terreno com essas características de personalidade em nós e que aqui, no confronto com certas situações específicas de nossa vida, desde a infância, elas vieram à tona. Cada um de nós manifesta aqui o que já trouxe consigo de suas encarnações passadas, positiva e negativamente. Tudo é uma continuação, nós somos o que somos, e nossos pensamentos, sentimentos, atitudes e palavras revelam o nosso grau espiritual.

O psicoterapeuta reencarnacionista sabe que não é melhor ou superior às pessoas que vêm ao seu consultório, apenas porque está sentado naquela cadeira, porque tem sua secretária lá na sala, porque chegam pessoas para consultar consigo, desabafar, pedir conselhos, fazer Regressão. Nós somos auxiliares do Mundo Espiritual e cumpriremos com maior ou menor eficiência essa missão dependendo do nosso grau de humildade, obediência e submissão, e reconhecimento da nossa condição de igualdade entre nós e quem chega para consultar com seus Mentores com o nosso auxílio. A profissão de terapeuta é geralmente uma das maiores armadilhas em que nosso Ego cai, a maioria começa a sentir-se superior, principalmente quando começa a ficar famoso, aí começa o festival de vaidades, e daí, para cair no ridículo, é um passo: fala vaidosamente em curar a vaidade e orgulhosamente apregoa a sua humildade. Os Mestres, os verdadeiramente superiores, ao lado, nos olhando, nos escutando, esperando que nós cresçamos, e os obsessores também, rindo, aproveitando a brecha. Aí entra o garçom trazendo o café e ele tem mais amor no coração do que nós, entra a faxineira e é superior a nós espiritualmente.
Para entendermos bem o que é uma encarnação, devemos entender que o que é inferior em nós, o que veio ser eliminado aqui na Terra, aflora diante dos gatilhos. No Astral superior não haviam esses estímulos específicos, necessários, para fazerem aflorar a nossa raiva, a nossa vaidade, a nossa mágoa, a nossa tristeza, o nosso medo, a nossa timidez, mas aqui fatalmente aparecem, e aí podemos, potencialmente, nos libertar delas. Mas, geralmente, ao invés de termos bem claro que são características negativas nossas, congênitas, que nosso Espírito veio curar, passamos a lidar com elas como se tivessem surgido aqui. E geralmente culpando outras pessoas (frequentemente o pai e a mãe) e fatos "negativos" da vida por seu surgimento, o que é, infelizmente, incentivado pela Psicologia tradicional, que afirma que nós começamos nossa vida na infância, que aí formamos nossa personalidade e, então, se temos características negativas, algo ou alguém nos fez alguma coisa que gerou isso, ou seja, a psicoterapia tradicional, comumente, é baseada no binômio vítima-vilão, o que reforça o erro.
A Psicologia tradicional diz que nós começamos nessa vida, e vai procurar, então, lá no "início", quem ou o quê nos estragou. Ela parte de uma base equivocada, que é um início que não é início, pois não começamos nossa vida na infância, nós somos um Espírito e estamos continuando nela uma jornada iniciada há muitíssimo tempo. No dia em que a Psicologia agregar a Reencarnação, ela começará realmente a entender o ser humano, e descobrirá que a infância é uma continuação e não um começo, e que a nossa personalidade é congênita, e já nasce conosco.
            Para que possamos saber exatamente por que nosso Espírito reencarnou, precisamos assumir as nossas inferioridades e aceitá-las como nossas, correlacionando os fatos "negativos" que acontecem em nossa vida, da infância até hoje, com a maneira negativa que nós sentimos e reagimos a eles. Aí encontraremos o que viemos aqui fazer, curar em nosso Espírito, pois os fatos são os fatos, mas o que fazem emergir de inferior em nós, revela a finalidade de estarmos novamente aqui, nessa atual encarnação, mais uma em centenas ou milhares.
Se os fatos (os gatilhos) nos provocam mágoa e ressentimento, eles estão mostrando que viemos curar mágoa e ressentimento, se provocam raiva e agressividade, nos mostram que viemos curar raiva e agressividade, se provocam medo ou retraimento ou sensação de incapacidade, ou qualquer outro sintoma negativo, aí está o motivo da encarnação. Uma pessoa muito materialista, apegada ao dinheiro e aos bens materiais, revela que seu Espírito reencarnou para curar essa postura fútil e superficial e aprofundar-se nos verdadeiros valores do amor e da caridade. O distraído, aéreo, veio para curar esse tipo de fuga, para aterrar. E assim, com qualquer característica negativa nossa, desde as mais graves até as mais "inofensivas".
O que mais importa em uma encarnação é a maneira equivocada com que reagimos aos fatos, e se essa maneira repete-se, aí está, sem dúvida, o que veio ser curado. Antes de reencarnar, no Astral superior, nos grupos de estudos e nas conversas com os Orientadores, co-criamos a atual encarnação, em uma “parceria” entre nós e Deus, entre a parte e o Todo, baseada nos nossos pensamentos e sentimentos e necessidades evolutivas, e sabemos exatamente o que viremos tentar melhorar, fazer, curar nessa passagem. Nós sabemos quem serão nossos pais, se viremos em uma família rica ou pobre, se viremos numa "casca" branca ou negra, etc., e então é perda de tempo ficarmos brigando com os fatos "negativos" da nossa infância, com características desagradáveis de personalidade de nosso pai ou nossa mãe, como se não soubéssemos o que encontraríamos aqui. E por mais negativos que pareçam os fatos da nossa infância, tudo está, potencialmente, a nosso favor, pois visa o nosso progresso, a nossa cura, a nossa purificação, ao nos mostrarem nossas inferioridades. Mas raras pessoas atingem os seus objetivos pré-reencarnatórios, porque não entendem realmente o que é Reencarnação, mesmo grande parte dos reencarnacionistas, principalmente os que se queixam de sua infância e dos fatos de sua vida. Acreditar na Reencarnação é o 1º degrau da escada, começar a colocá-la em nossa vida diária, em nosso cotidiano, é a subida para o 2º degrau. Grande parte dos reencarnacionistas ainda está no 1º degrau, com um pé na escada e outro no chão.
Devemos começar a subida por essa escada pela mudança de raciocínio (Raciocínio X Contra-Raciocínio), começar a retirar o comando do nosso Ego, o usurpador, e entregar para o nosso Eu Superior, e assim irmos subindo do chakra umbilical para o cardíaco, melhorando todos os tipos de comportamento, de características de personalidade, de sentimentos, de posturas, de fala, de alimentação, que nos diferenciam dos nossos irmãos mais evoluídos do Plano Astral, dos Mestres, dos Orientadores. Eles estão lá em cima, num lugar de frequência vibratória mais elevada, o que nós temos e eles não têm mais, são as impurezas e as imperfeições, das quais viemos nos libertar. E também estão aqui em baixo prontos para nos conduzir se o nosso Ego assim o permitir. O pensamento vem do Ego e então uma das chaves para a evolução é a Meditação, aprendermos a pensar cada vez menos, para nos colocarmos num lugar de submissão ao Superior. Podemos ir desencarnando durante a vida terrena, não para morrermos antes do tempo previsto, mas para irmos nos tornando menos terrenos.
O nosso caminho ruma para a Perfeição e os Seres Superiores nos sinalizam o rumo, mas para isso é preciso que não culpemos nada e ninguém, e entendamos que as nossas inferioridades são coisas nossas, que nos acompanham há muito tempo, há muitas encarnações, e se isso acontece, é porque não temos realmente aproveitado nossas encarnações para nos libertarmos delas, nos curarmos, nos purificarmos.
            Colocar as questões aparentemente injustas ou desagradáveis como ques­tões potencialmente positivas e não negativas, ou seja, experiências necessárias para a nossa evolu­ção, faz com que, ao invés de nos vitimizarmos, passemos a entender que esses fatos, são, na realidade, testes necessários e indispensáveis, e se os vencermos estaremos cumprindo a nossa Missão. Se formos derrotados, essa encarnação vai aos poucos perdendo seu sentido, pela repetição de erros e enganos (mágoa, raiva, medo, insegurança, etc.) já cometidos em encarnações anteriores. Devemos passar da concepção de vítima para a de co-criador. O único vilão somos nós mesmos, de nós. Quando somos vilão de outra pessoa, estamos nos afetando pois aquela pessoa é (nós), nós somos ela, somos todos Um só. A ilusão da separatividade, da individualidade, é a origem do sofrimento do ser humano. A libertação dessa ilusão é o início da Cura verdadeira.
O caminho para a vitória é a liberdade emocional, de si mesmo e dos outros, através da compreensão da relatividade da perso­na e de suas ilusões, por seu caráter temporário, de apenas uma encarna­ção. Na verdade, quanto mais "obstáculos" encontrarmos pelo caminho, mais estaremos sendo exigidos por nós mesmos para vencê-los e superá-los. E se os testes e provas parecem pesados demais, ou somos evoluídos o suficiente e nos propu­semos na fase pré-reencarnatória a enfrentá-los para tentar vencê-los ou somos "me­recedores" daquilo por acúmulo de erros e enganos em vidas terrenas anteriores e optamos por vivenciá-los na esperança de superá-los.

            Mas se o psicoterapeuta reencarnacionista não colocar isso em prática, de nada adiantará seu discurso, suas pregações, estará enganando a si mesmo. A Missão única de todos nós é a busca da Purificação, tudo o mais são necessidades do nosso Ego. Sair do “eu” e endereçar-se para o “nós” é a lição que todos os Mestres ensinam. Todos os admiram mas ninguém os imita.


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Elyn Saks: Uma história da doença mental -- do lado de dentro

Tudo bem se eu destruir seu consultório completamente?" 
Esta foi a pergunta que Elyn Saks fez ao seu médico, e não era uma brincadeira. 
Advogada e Psicóloga , em 2007, Saks revelou ao público sua própria história de esquizofrenia, controlada por medicamentos e terapia, mas sempre presente. 
Nesta intensa palestra, ela nos pede para ver as pessoas com doenças mentais com clareza, honestidade e compaixão.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Meditação na Sexta Estrela da Coroa de Maria ~ no Labirinto

As doze estrelas com a qual viu São João Evangelista coroada a cabeça daquela Rainha em Apocalipse 12,1; representam as doze graças ou virtudes que a Santíssima Trindade lhe concedeu:quatro do Pai Eterno,quatro do Filho e quatro do Espírito Santo
Maria manifestou estas doze virtudes e as irradia em sua aura. Ela nos convida e ajuda a ativar a manifestação dessas virtudes em nós, em nossa vida diária.      

A Sexta Estrela ou Virtude advém da sexta benção:  Bendito seja o Espírito Santo, que revelou a Virgem Maria, antes que a outro, o nome do espírito.  
Virtude: Profundidade
~ Proporciona o mergulho no SER, na Essência do Ser que É em Si.

Na sexta estrela, ela manifestou em si a recepção e infusão do Espírito, o que lhe possibilitou ascender e viver a divindade, o Espírito e Verdade ainda encarnada.

Nesta sexta meditação do ano, em Junho de 2013, somos convidados por Maria a ser humildes como o Mar que mesmo com sua imensidão, está abaixo de todos os rios para recebê-los, e vamos meditar sobre: 

Em que situações abro mão das minhas “razões” para ouvir e receber o outro?
Tenho trabalhado minha paciência e tolerância comigo mesmo e com o outro??
Que crença me impede de abrir mão do controle e simplesmente receber o que o Espírito me traz?


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Educação do Coração



Todos nós do momento em que nos damos conta da vida, na vida, até a morte e mesmo além dela, procuramos o amor. Seja na forma de aceitação, reconhecimento, num relacionamento familiar, social e até profissional.
Procuramos meio as cegas pois na maioria das vezes nem sabemos direito o que e como procuramos.
Sinto que é como se prescrutássemos nosso coração e ouvíssemos ao longe um chamado, que nos ativa uma saudade de algo maravilhoso que não sabemos bem o que é e como nos aproximarmos disso. 
Sentimos uma falta, uma necessidade, uma carência de algo que percebemos ser essencial para nossa sobrevivência e ansiamos que nos digam onde encontra-lo e de que maneira, de forma infalível tê-lo em nossas vidas.
O amor, a compaixão e a tolerancia deveriam ser ensinados e praticados nas escolas desde tenra idade já que são as metas mais importantes de toda a humanidade.

Cada um de nós tem a responsabilidade de “desenvolver um coração caloroso, cultivar a compaixão e trabalhar pela paz dentro de si mesmo e do mundo”. Mas para isso é necessária a prática.
A animação abaixo foi produzida pelo estúdio Giant Ant com a proposta de difundir o que Dalai Lama Center  chama de ‘educação do coração’. Assista e inspire-se

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Escola Lumiar ~ Uma Nova Modalidade de Ensino

O Modelo Lumiar tem como objetivo uma experiência arrojada de gestão escolar, matriz de conhecimento e democracia interna no ambiente escolar.

Este modelo inovador se apoia num tripé: O primeiro é a Democracia -  as decisões são tomadas coletivamente numa "roda" onde todos os alunos tem voz.
O segundo é a formação do currículo - Currículo por Mosaico, que tem referência nos padrões nacionais, mas leva em consideração as áreas de interesse e aprofundamento particular de cada aluno.
E o terceiro é a inovação da figura do professor dividida entre o Tutor (o professor tradicional que antes dava aula " per se " e aqui fica responsável emocional, afetivo e pedagogicamente pela turma) e o Mestre ( Expert apaixonado por determinado conteúdo que será o responsável por passar esse conteúdo específico).

Aliado a esse tripé tem-se a tecnologia avançada dos microcomputadores presentes no dia-a-dia das crianças.
Confira nos vídeos abaixo esse novo modelo inovador de escolas no Brasil.



sábado, 11 de agosto de 2012

Preguiça Espiritual

Lemos muito, nos aprofundamos diariamente e com honestidade, pesquisamos nossas sombras... mas porque não conseguimos alcançar níveis mais altos de consciência? Por que não persistimos na senda espiritual crescendo e nos desenvolvendo passo a passo na mesma medida do nosso desenvolvimento e acumulo de conhecimento? Somos sérios, mas nem tanto...

Já perceberam o mecanismo de um fanatismo? Se observarmos mais de perto este fenômeno podemos ter uma dica de algo positivo e prático que pode nos ajudar.
É visível que todo fanático, por qualquer coisa que seja, é absolutamente comprometido com sua causa, absolutamente apaixonado, persistente e obcecadamente por sua causa. Talvez nos falte comprometimento espiritual e nos sobre preguiça espiritual.

Veja bem, a preguiça é o vício correspondente à virtude da disposição, e ambos são característicos ou correspondentes ao chacra cardíaco. Quando está em jogo “o amor da minha vida” tenho disposição para dormir só 4h por dia, fazer esforços físicos hercúleos e até maratonas intelectuais. Já para algo que não nos toca o coração, a disposição é de difícil acesso. A preguiça, se instala com facilidade. Na verdade muitos de nós somos alunos da espiritualidade e o problema é que somos alunos relapsos.

A cada pensamento, ato ou palavra dissonante do nosso nível mais elevado, mais distante nos colocamos da experiência e vivência do AMOR. Ninguém disse que esta tarefa seria fácil. Não é fácil fazer aflorar nosso potencial espiritual. O conhecimento ajuda, e muito, mas só a experiência diária, com a aprendizagem através dos erros, é capaz de nos alçar a um nível de amar de forma destemida.

Na prática, como se faz isso?
Acredito que um bom começo está em desaprender o medo, em ver o que se esconde atrás do medo em todas as situações, em abençoar alguém ao invés de culpá-lo ou procurar onde está a culpa, em ver o motivo, a razão muitas vezes oculta para tal situação desconfortável ou atitude inconveniente, nossa ou alheia.

Só o amor é capaz de expulsar todo o nosso medo.
Numa época tão conturbada como a nossa em que diariamente nos vemos divididos entre o amor e o medo, é necessário que nos apliquemos mais e tenhamos nítido o nosso foco – aprender a viver em Deus.

Dizer que somos feitos à imagem e semelhança de Deus, que somos divinos, não é o mesmo que acreditar e viver isso. Quando verdadeiramente consideramos este fato percebemos a riqueza espiritual que herdamos e que está pronta para ser usada expulsando toda a preguiça e escuridão interior e ao nosso redor.

O Universo está continuamente nos provendo novos começos que refletem nossa essência, mas nem sempre estamos prontos para recebê-las.
Não é arrogância espiritual acreditar que somos infinitamente criativos e potencialmente perfeitos pela Graça Divina, mas humildade, aceitar a presença do Espírito em nossa vida, bem como permitir que suas bênçãos se manifestem através de nós. Para isso basta estar receptivo e com disposição amorosa para SER e VIVER em Deus.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Felicidade e Escolhas

Um dos filósofos mais influentes dos dias de hoje, Zygmunt Bauman simplifica para nós o que pode parecer um enorme labirinto. Sua investigação sobre a forma como vivemos hoje, a pressa constante e vibrante no dia-a-dia e a ansiedade da vida pós-moderna se coloca de maneira clara e objetiva nesse vídeo que você pode ver abaixo. Sua capacidade de sintetizar o complexo é tão marcante quanto o jeito lúcido com a qual expõe suas idéias.


O criador do conceito de modernidade líquida , fala da sociedade de consumo e a busca por identidade do indivíduo, chegando até ao uso que fazemos hoje da internet. Discorre sobre o Facebook e as interações humanas online, desvendando para nós porque isso é tão agradável para tanta gente nos mais diversos tipos de sociedade no mundo. Sua honestidade, sobre o que vê no mundo de hoje, é ao mesmo tempo forte e arrebatadora. Sem dúvida, uma aula sobre felicidade e escolhas. Para saber mais sobre o tema, recomenda-se a leitura do livro Modernidade Líquida.





Saiba mais em http://www.hypeness.com.br

quinta-feira, 29 de março de 2012

DEIXAR IR...

Mensagem de Yeshua em 21 de março de 2012 
Como canalizado através de Fran Zepeda 

Os modos do mundo estão mudando, queridos. 
Apertem os cintos.
Vocês estão para experimentar o que nunca experimentaram em todas as suas vidas, desde o começo de suas almas nesta experiência 3D. 
O que vocês aprenderam através de todas estas experiências 3D? 
Esta realmente é a pergunta para ponderar, pois assim que vocês souberem estarão livres para deixar ir e avançar com a riqueza que vocês ganharam por viver estas experiências. 
Peguem o presente e avancem
Que dia glorioso os espera ao entrarem nesta Nova Terra armados com os braços cheios destes presentes, deixando para trás a dor e o sofrimento que vieram com a aprendizagem

Há Luz linda, Luz luminescente que vem dessas joias que vocês levam com vocês nesta nova era. 
Vocês transmutaram muitas, muitas experiências na preparação da sua felicidade, queridos. 
Peguem e olhem estes presentes. 
Eles são seus para sempre e vocês os estarão compartilhando com tantos outros com que vocês se reunirem e compartilharem seu amor e conhecimento com todos os ouvidos e corações à espera. 
Tempo de arregaçar suas mangas, queridos amigos, e de se aventurar nesta Nova Terra de Abundância, com muito Amor, muito Perdão, muita Compaixão, muita Luz, muita Prosperidade e muitos momentos do Agora significativos. 
Acolham, queridos ~ Acolham e Desfrutem! 
Todos vocês chegaram tão longe. 
Todos vocês deveriam ser elogiados por sua força e coragem na travessia deste caminho difícil para a 5ª Dimensão, para os Portões do Tudo Que É. 
Parabéns e continuem. 
Vocês têm um longo caminho a percorrer e mais para deixar ir.
A frase do dia é “Deixar Ir”queridos. Deixem Ir! 
Deixem Ir quaisquer mágoas, rancores, remorsos e dor remanescentes que os estão privando da verdadeira Felicidade. 
Examinem o que está em sua vida que vocês ainda precisam deixar ir. 
O que é necessário para concluir as experiências de forma que elas rendam o presente da lição? 
O que vocês ainda precisam deixar ir? 
Ponderem isto e envolvam com sua Luz gloriosa e vocês emergirão vitoriosos na Nova Terra e na 5ª Dimensão limpos e purificados e prontos para a gloriosa expansão e Alegria. 
Nós lhes prometemos isto! 
Seu irmão amoroso, 

Yeshua. 




quinta-feira, 22 de março de 2012

Alucinação por Transtorno Mental ou Processo Obsessivo Espiritual?


A Folha Espírita (2004) transcreve entrevista da Dra. Marlene Nobre, médica e Presidente da AME-Brasil e da AME-Internacional à revista Psychic World e realiza entrevista com o Dr. Sérgio Felipe Oliveira (AME-SP), médico psiquiatra.
Psychic World – Dra. Marlene, gostaria de colocar uma questão crucial para você, sobre o que é comumente chamado de esquizofrenia. Hoje, quando alguém ouve vozes é tido como esquizofrênico, recebe fortes sedativos e, freqüentemente, é internado em hospitais de unidades psiquiátricas, registrado como mentalmente instável. Uma definição praticamente irreversível e para o resto de sua vida. De fato, freqüentemente, não o é de verdade e não recebe tratamento… mas recebe, por períodos indefinidos, sedativos que fazem estragos. Acho isso uma situação intolerável… O que você me diz sobre isso?
Marlene Nobre – Bem, o que ocorre, infelizmente, no curso médico, na prática médica, é algo que realmente não se compreende muito bem.  Por quê? Porque a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que saúde é o estado de completo bem-estar do ser humano integral: biológico, social, ecológico e espiritual. Então, saúde é definida pela OMS como sendo o equilíbrio entre fenômenos orgânicos, psíquicos, sociais e espirituais. No entanto, na prática, os médicos não consideram todos esses fenômenos, mas tão somente os orgânicos ou biológicos. Podemos perguntar, em qualquer país, o que ensinam as escolas de medicina e constataremos que os médicos não são alertados para os problemas psicológicos e espirituais do paciente, eles restringem-se às reações orgânicas, como se o ser humano fosse reduzido tão somente ao corpo físico. Embora o Código Internacional de Doenças (CID), que é conhecido no mundo todo, no número 10, questão F 44.3, contemple a existência dos estados de transe, fazendo a distinção entre os normais, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença, a maioria dos médicos não leva isso em consideração. No Tratado de Psiquiatria de Kaplan e Sadock, um dos mais consultados pelos psiquiatras, no capítulo dedicado ao estudo das personalidades, há também a distinção entre as personalidades que recebem a atuação de espíritos e as dos outros que são doentes. A Psiquiatria já faz, portanto, a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios. Isso, portanto, precisaria ser mais discutido com os colegas, principalmente, com aqueles que não consideram a possibilidade de comunicação dos espíritos com os encarnados. Por quê? Porque já há a contemplação nos próprios compêndios da Medicina a respeito da possibilidade de comunicação dos espíritos. Outro aspecto também é a obra de Carl Gustav Jung, que estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas. Desse modo, constatamos que já existe uma abertura para o estudo do espírito dentro do currículo da Psicologia e da própria Medicina. O que ocorre é que a preparação dos médicos ainda é extremamente reducionista e, com essa visão estreita, são levados a considerar apenas e tão somente os fenômenos orgânicos. Quanto ao exemplo referido por você, nós realmente nos constrangemos ou ficamos tristes com a conduta dos colegas que, habitualmente, rotulam todas as pessoas que dizem ouvir vozes como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas. Ficamos penalizados com uma situação como essa, porque existe uma porcentagem de pessoas que são consideradas psicóticas por ouvirem espíritos e que, na realidade, são médiuns. Cremos que, na História da Moléstia Atual do paciente, deveriam constar também, além dos sintomas orgânicos, os psicológicos e espirituais, a fim de que pudéssemos fazer a distinção, evitando, assim, que os médiuns sejam taxados de psicóticos para o resto de suas vidas. Muitos deles poderiam encontrar um caminho mais fácil para a cura, a partir do momento em que é diagnosticado um caso de obsessão ou de comunicação espirítica. Acredito que só quando tivermos uma Medicina que leva em consideração o ser integral, espírito/corpo, é que teremos possibilidade de abertura para entender quando se trata de um ou de outro caso.
PW – Para a quantidade de pessoas que começam a ouvir vozes, qual é o seu conselho?
Marlene – É difícil dizer, quando você está em outro país, onde não se conhece muito bem o procedimento, tanto do lado médico quanto espiritual. Mas é preciso ir, pouco a pouco, oferecendo material de estudo, livros, para que a população se informe também a respeito da obsessão, da possibilidade de se ouvir espíritos. Esse é um fenômeno corriqueiro, banal, comum a muitas pessoas. Então, à medida que a divulgação vai sendo feita, através de livros ou de palestras e cursos, há a possibilidade de se informar mais à população. E as famílias passam a conhecer mais o problema. Não é nada fácil, porque em um país como este que respeitamos tanto, de tantas tradições, de tanto progresso, o Espiritismo é praticamente ignorado, mas já há por parte de alguns médicos e psicólogos um entendimento do que seja a mediunidade, no caso mais específico, a obsessão. Talvez, então, fosse interessante que houvesse troca de impressões e de idéias entre o movimento espírita e os profissionais que já aceitam a mediunidade, de modo a oferecer aos obsedados os recursos terapêuticos espirituais indicados para esses casos.
Folha Espírita – Como distinguir alucinação por transtorno mental da que ocorre no processo obsessivo?
Sérgio Felipe de Oliveira – A obsessão espiritual oficialmente é conhecida em Medicina como possessão e estado de transe. O Código Internacional de Doenças – CID 10, item F 44.3 – qualifica estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio ambiente. Essa situação é considerada doença quando a pessoa não tem controle. Os casos em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença. A alucinação é um sintoma que pode surgir tanto no transtorno mental anímico, a partir de neuroses graves que marcam o subconsciente, quanto na interferência de fatores externos. Esses fatores externos podem ser químicos e orgânicos, como na ingestão de drogas ou nas desordens orgânicas – febre muito alta, uremia, desordens cerebrais, etc. – ou espirituais. A interferência de uma personalidade intrusa, a obsessão espiritual, pode desajustar a percepção da realidade levando a alucinações. A pessoa pode ter alucinações e ainda assim sustentar a crítica da razão – ela sabe que está alucinando ou pode perder a crítica da razão julgando ser verdadeira aquela falsa realidade. Um dia, um paciente mergulhou no rio Tietê diante da alucinação de que estaria numa bela praia. Nesse caso, temos o transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura. O médico deve inicialmente fazer o diagnóstico da condição orgânica para depois estabelecer diagnóstico diferencial entre o transtorno dissociativo por estado de transe ou possessão, de um caso de transtorno dissociativo psicótico. O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria – DSM IV – alerta que o clínico deve tomar cuidado para diagnosticar erradamente como alucinação ou psicose casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas porque isso pode não significar uma alucinação ou psicose. A distinção entre alucinação, clarividência ou clariaudiência é uma situação bastante complexa.
FE – Como distinguir esquizofrenia da obsessão?
Sérgio Felipe de Oliveira – Na verdade, temos de discriminar no diagnóstico qual o papel da obsessão espiritual na doença que a pessoa está vivendo, já que todo transtorno psicótico como a esquizofrenia possui o componente obsessivo-espiritual.
FE – É possível saber em que proporção o processo obsessivo permeia os transtornos psicóticos, como, por exemplo, no caso das esquizofrenias?
Sérgio Felipe de Oliveira – Nesse caso, a melhor forma é a prova terapêutica. Uma vez acertado o tratamento medicamentoso e psicoterápico, a associação do tratamento espiritual, sobretudo a magnetização e a desobsessão, nos dará a proporção do envolvimento espiritual. Casos em que há uma predominância do fator obsessivo-espiritual, a melhora com a magnetização e desobsessão chega a ser espetacular, trazendo novos horizontes para a Psiquiatria. Nos casos em que há a predominância anímica ou orgânica, a melhora está mais associada à transformação da pessoa ou seu estado orgânico de forma bem caracterizada. Julgamos importante que o médico e o psicólogo que acompanham casos nessa profundidade passem pelo processo de magnetização e desobsessão a fim de se desvencilhar de possíveis envolvimentos com as energias e os obsessores que acompanham o caso.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Tolle e Walsh ~ Encontro entre homens notáveis!

Conheça a vida, obra, processo criativo e trabalho de Neil Donald Walsh, por ele mesmo, num encontro notável com Eckart Tolle. Dois luminares que na sua originalidade simplesmente brilham e nos ajudam a ver e encontrar o Caminho para Casa.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O Valor do Erro!

Vivemos numa cultura da busca desesperada pelo sucesso, pelo acerto, pelo perfeito. Não admitimos em nosso dia-a-dia e na educação de nossas crianças nada menor do que o sucesso absoluto.
Mesmo sabendo racionalmente da falibilidade do ser humano e ainda mais que esta específica característica nos torna humanos e não divinos, perseguimos esse ideal de superação da nossa prória humanidade, não levando em conta as probabilidades de erro e principalmente o aprendizado que ele nos oferece.

Cada erro é vivido como um grande fracasso e uma consequente vergonha descomunal geralmente não compatível com o erro cometido.

Com isso crescemos acumulando inconscientemente uma imagem distorcida de nós mesmos construída sobre falsos conceitos que nos dizem o quanto estamos sempre aquém do que poderíamos ser.
Na verdade o significado do erro pode sempre ser encontrado na observância do alinhamento energético da ação em questão. O que está alinhado com a nossa energia, com o desejo da nossa alma para o nosso bem mais elevado e maior expressão energética, certamente resultará em um acerto, e o que não, se mostrará um erro - e este é um grande aprendizado! Esta ação "errada" pode então ser retirada do campo dos potenciais e a nossa energia redirecionada para aquilo que nos alinha com o nosso bem maior.

O valor do erro é a desconexão das energias que não nos servem, a partir dos ciclos cármicos e da repetição de comportamentos passados desta e de outras vidas, no momento presente.
Geralmente ao errar não prestamos atenção em todo esse potencial de aprendizado, e paralisamos no erro com um sentimento "apocalíptico" de fracasso. Daí a importância de se abrir e ampliar a mente para se enxergar as oportunidades de vida e desenvolvimento em todas as situações da vida, principalmente as de erro que são preciosíssimas.

Quando falhamos e liberamos o sentimento de fracasso com desapego, alegria e perdão, permitimos que uma expressão mais elevada da nossa energia se apresente e se torne parte de nossa vida.
Sempre existem potenciais e energias mais elevadas disponíveis. Precisamos apenas convidá-los para se transformarem em nossa realidade. 

Confira no vídeo abaixo a divertida e interessante palestra da "Errologista" Kathryn Schulz. Ela nos apresenta um convincente argumento para não apenas admitirmos mas também abraçarmos nossa falibilidade.

http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/kathryn_schulz_on_being_wrong.html



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Ser mulher, negra e sul-africana pós-apartheid ~ A CORAGEM DE SER!!!

O apartheid acabou em 1994 e hoje caminham pelas ruas da Africa do Sul mulheres que vivem esta primeira geração pós segregação. Nas suas histórias os estereótipos do país: AIDS, estupro, casamento poligâmico.
Em suas rotinas e sonhos o que nos faz ser humanos: a paixão pela música, o desejo de ensinar, a garra de vencer.
Gravado durante a Copa do Mundo de 2010 pela documentarista Eliza Capai, conhecemos três mulheres que nos apresentam um recorte humano de seu país.


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A Tecnologia e Design do Coração!

O nome "Karmapa" significa "aquele que realiza atividade de Buda", e por dezessete vidas, um Karmapa incorporou os ensinamentos de Buda no Tibet. O 17º Gyalwang Karmapa, Ogyen Trinley Dorje, nasceu um nômade no Tibete em 1985 e foi reconhecido pelo Dalai Lama em 1992 como o Karmapa 17. O menino foi levado ao mosteiro Tsurphu para viver e estudar para ser um professor espiritual e ativista.
Aos 14 anos, ele fez um vôo ousado do Tibete, e agora trabalha a partir de um acampamento temporário em Dharamsala, perto de seu amigo, o Dalai Lama. (Após o Dalai Lama, ele é visto como o líder do budismo tibetano segunda mais alta patente espiritual, embora os dois homens levam diferentes escolas dentro da fé.) Em 2008, ele fez uma longa visita aos Estados Unidos, onde ele falou e ensinou em centros budistas em todo o país. E em 2009 ele excursionou pela Europa, falando sobre a fé - mas também sobre a protecção do ambiente.
 
Sua Santidade o Karmapa fala sobre como descobriram que ele era a reencarnação de uma figura reverenciada no Budismo Tibetano. Ao contar sua história, ele faz um apelo para que trabalhemos não apenas em tecnologia e design, mas também na tecnologia e design do coração. Ele é traduzido no palco por Tyler Dewar.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A Sabedoria Prática

Quantas vezes nos pegamos em situacões críticas, as quais "não podemos errar" e não sabemos se seguimos pelo caminho "tradicional", das regras, ou o caminho original e particular da nossa intuição!
Geralmente duvidamos muito da nossa intuição, da nossa sabedoria, e numa encruzilhada - como no famoso poema de Robert Frost (ver abaixo), titubeamos em pegar o caminho menos percorrido, menos testado e por isso mesmo mais incerto, porém tentator.
Em uma conversa íntima, Barry Schwartz mergulha na questão: "Como vamos fazer a coisa certa?" Com a ajuda do colaborador Kenneth Sharpe, ele compartilha histórias que ilustram a diferença entre seguir as regras e fazer a escolha de forma realmente sábia.
A Estrada Que Não Tomei
Duas estradas num bosque amarelo divergiam;
Triste por não poder seguir as duas
Sendo um só viajante, muito tempo parei
Olhando uma delas, até onde podia alcançar,
Pois, atrás das moitas, ela dobrava.
Então tomei a outra que me pareceu de igual beleza,
Uma vantagem talvez oferecendo
Por ser cheia de grama, querendo ser pisada;
Embora neste ponto o estado fosse o mesmo
E uma, como a outra, tivesse sido usada.
E naquela manhã todas as duas tinham
Folhas ainda não escurecidas pelos passos
Ora! Guardei a primeira para um outro dia!
Mas sabendo como uma estrada leva a outra,
Duvidei poder um dia voltar!
Contarei esta estória suspirando
Daqui a séculos e séculos em algum outro lugar:
Duas estradas, num bosque, divergiam; e eu
Tomei a que era menos freqüentada;
E foi isso a razão de toda a diferença!

LIVE ~ AO VIVO!

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