Início de ano, grandes planos e expectativas. Segundo os astrólogos de plantão, 2019 configura-se num ano de grandes mudanças e transformações, se somente se, nos desapegarmos do passado e nos abrirmos para o desconhecido com total entrega, confiança e fé no divino que somos nós e principalmente com a clareza e discernimento que essa noção nos dá. Isto é, se faz absolutamente necessário tirar o óculos cor de rosa e no seu lugar usarmos lentes "trifocais" para uma ampla visão da realidade. Mas o que seria esse óculos cor de rosa que você tanto fala Rose? Para melhor exemplificar o que essas lentes da nossa cor preferida, ou com o foco ajustado para a nossa particular e original visão fazem por nós e por que é tão difícil jogá-las fora, trago pra vocês o Conto Sufi – Fátima, a Fiandeira
Numa cidade do mais longínqüo Ocidente vivia uma jovem chamada Fátima, filha de um próspero Fiandeiro. Um dia seu pai lhe disse:
— Filha, faremos uma viagem, pois tenho negócios a resolver nas ilhas do Mediterrâneo. Talvez você encontre por lá um jovem atraente, de boa posição, com quem possa e então se casar. Iniciaram assim sua viagem, indo de ilha em ilha; o pai cuidando de seus negócios, Fátima sonhando com o homem que poderia vir a ser seu marido.
Mas um dia, quando se dirigiam a Creta, armou-se uma tempestade e o barco naufragou. Fátima, semiconsciente, foi arrastada pelas ondas até uma praia perto de Alexandria. Seu pai estava morto, e ela ficou inteiramente desamparada. Podia recordar-se apenas vagamente de sua vida até aquele momento, pois a experiência do naufrágio e o fato de ter ficado exposta às inclemências do mar a tinham deixado completamente exausta e aturdida. Enquanto vagava pela praia, uma família de tecelões a encontrou. Embora fossem pobres, levaram-na para sua humilde casa e ensinaram-lhe seu ofício.
Desse modo Fátima iniciou nova vida e, em um ou dois anos, voltou a ser feliz, reconciliada com sua sorte. Porém um dia, quando estava na praia, um bando de mercadores de escravos desembarcou e levou-a, junto com outros cativos. Apesar dela se lamentar amargamente de seu destino, eles não demonstraram nenhuma compaixão: levaram-na para Istambul e venderam-na como escrava. Pela segunda vez o mundo da jovem ruíra.
Mas quis a sorte que no mercado houvesse poucos compradores na ocasião. Um deles era um homem que procurava escravos para trabalhar em sua serraria, onde fabricava mastros para embarcações. Ao perceber o ar desolado e o abatimento de Fátima, decidiu comprá-la, pensando que poderia proporcionar-lhe uma vida um pouco melhor do que teria nas mãos de outro comprador. Ele levou Fátima para casa com a intenção de fazer dela uma criada para sua esposa. Mas ao chegar em casa soube que tinha perdido todo o seu dinheiro quando um carregamento fora capturado por piratas. Não poderia enfrentar as despesas que lhe davam os empregados, e assim ele, Fátima e sua mulher arcaram sozinhos com a pesada tarefa de fabricar mastros. Fátima, grata ao seu patrão por tê-la resgatado, trabalhou tanto e tão bem que ele lhe deu a liberdade, e ela passou a ser sua ajudante de confiança. Assim ela chegou a ser relativamente feliz em sua terceira profissão.
Um dia ele lhe disse: — Fátima, quero que vá a Java, como minha representante, com um carregamento de mastros; procure vendê-los com lucro.
Ela então partiu. Mas quando o barco estava na altura da costa chinesa um tufão o fez naufragar. Mais uma vez Fátima se viu jogada como náufraga em uma praia de um pais desconhecido. De novo chorou amargamente, porque sentia que nada em sua vida acontecia como esperava. Sempre que tudo parecia andar bem alguma coisa acontecia e destruía suas esperanças.
— Por que será — perguntou pela terceira vez — que sempre que tento fazer alguma coisa não da certo? Por que devo passar por tantas desgraças? Como não obteve respostas, levantou-se da areia e afastou-se da praia.
Acontece que na China ninguém tinha ouvido falar de Fátima ou de seus problemas. Mas existia a lenda de que um dia chegaria certa mulher estrangeira capaz de fazer uma tenda para o imperador. Como naquela época não existia ninguém na China que soubesse fazer tendas, todo mundo aguardava com ansiedade o cumprimento da profecia. Para ter certeza de que a estrangeira ao chegar não passaria despercebida, uma vez por ano os sucessivos imperadores da China costumavam mandar seus mensageiros a todas as cidades e aldeias do país pedindo que toda mulher estrangeira fosse levada à corte. Exatamente numa dessas ocasiões, esgotada, Fátima chegou a uma cidade costeira da China. Os habitantes do lugar falaram com ela através de um intérprete e explicaram-lhe que devia ir à presença do imperador.
— Senhora — disse o imperador quando Fátima foi levada até ele — sabe fabricar uma tenda? — Acho que sim, Majestade — respondeu a jovem.
Pediu cordas, mas não tinham. Lembrando-se dos seus tempos de fiandeira, Fátima colheu linho e fez as cordas. Depois pediu um tecido resistente, mas os chineses não o tinham do tipo que ela precisava. Então, utilizando sua experiência com os tecelões de Alexandria, fabricou um tecido forte, próprio para tendas. Percebeu que precisava de estacas para a tenda, mas não existiam no país. Lembrando-se do que lhe ensinara o fabricante de mastros em Istambul, Fátima fabricou umas estacas firmes. Quando estas estavam prontas ela puxou de novo pela memória, procurando lembrar-se de todas as tendas que tinha visto em suas viagens. E uma tenda foi construída.
Quando a maravilha foi mostrada ao imperador da China ele se prontificou a satisfazer qualquer desejo que Fátima expressasse. Ela escolheu morar na China, onde se casou com um belo príncipe e, rodeada por seus filhos, viveu muito feliz até o fim de seus dias.
Através dessas aventuras Fátima compreendeu que, o que em cada ocasião lhe tinha parecido ser uma experiência desagradável, acabou sendo parte essencial de sua felicidade. E que assim como nem tudo é o que parece ser, Fátima percebeu que não precisava se apegar a uma "visão" de felicidade "cor de rosa" mas que ao entregar, confiar e aceitar o fluxo da vida ditado pela Suprema Luz Divina, só tinha o que agradecer.
Extraído de ‘Histórias dos Dervixes’, Idries Shah, Nova Fronteira 1976
A Vocação pelo Nome !!! Você já pensou porquê seu nome é esse que você recebeu ao nascer? E qual o significado dele no seu dharma, no que você veio fazer aqui neste quadrante estelar?? Pois é minha gente querida, não foi só uma ideia maluca dos pais nos registrarem com esse ou aquele nome. Geralmente os nossos nomes são sutilmente sugeridos pela espiritualidade afim de que nos identifiquemos com o propósito e significado deles e possamos botar em prática o nosso plano de ação "bolado" na espiritualidade, na nossa realidade. Muitas fichas cairam ao entender (depois de muito pesquisar) o significado oculto do meu nome. Digo oculto, não porque tenha ficado em segredo, mas porque o significado do primeiro nome e dos sobrenomes materno e paterno são vistos mais superficialmente por uma "tradução" simplista e não pelo seu significado psicológico profundo. O meu nome por exemplo é Rose Lane. Seria Claudia mas meu pai a caminho do cartório resolveu homenagear minha mãe (assim pensou ele) e mudou para Rose (rosas) Lane (caminho em inglês). Além de durante todos os encontros de namoro e noivado ter levado uma rosa para minha mãe e segundo ele, "as rosas abriram o caminho para o coração dela", minha mãe se chamava Elane. Numa primeira vista fiquei com essa versão durante anos até aprofundar meus estudos na espiritualidade e perceber que "o buraco era mais em baixo". Numa regressão percebi que meu trabalho no intervidas era receber as pessoas que chegavam no plano astral meio desorientadas na "Ponte de Rosas", um local, um portal de transição (Ponte) entre os mundos físico e espiritual. Percebi que o significado profundo de Rosas estava ligado ao Amor, a Generosidade, a Compaixão. E que o meu trabalho, a minha tarefa na encarnação como Rose Lane (Caminho de Rosas) se faz de forma semelhante, sendo eu na atualidade como psicóloga um canal (caminho, ponte) entre o mundo exterior e interior visando o equilíbrio e a integração das pessoas, com muito amor e compaixão. O mesmo se deu ao analisar meus sobrenomes, que dão o tom, a característica da nossa vocação vista no primeiro nome. Vocês sabiam que a origem dos sobrenomes surgiu com a necessidade de se distinguir as pessoas de boa índole dos criminosos? Embora na Inglaterra, ainda antes tivessem sido utilizados pelos nobres e correspondessem à localização do nascimento ou da habitação das pessoas. A seguir, características físicas, bem como profissões, plantas e animais acabaram por se tornar sobrenomes. Então....Romero vem do lado espanhol materno e significa Alecrim. Sim a maravilhosa planta com um aroma fantástico, com inúmeras propriedades curativas e uma característica tipica da família Romero - a assertividade. Já o sobrenome Rosa vem do lado paterno português numa linhagem que remonta a Rodrigo Sotero McRose ( que ao entrar em Portugal em 1500 mudou seu nome para Da Rosa, já que foi acolhido como escrivão do rei Dom Manuel). Logo somada a vocação de ser uma ponte amorosa entre o mundo exterior e o interior, devo procurar exercer e principalmente Ser este canal de forma assertiva e duplamente amorosa tanto com a palavra falada como com a palavra escrita. Essa "viagem" em torno do meu nome e da minha vocação nesta vida fez todo o sentido pra mim e ajudou a me ver mais e melhor com "olhos de ver' e 'ouvidos de ouvir".....rsrssrss. E você? o que acha de se aventurar nessa pesquisa incrível sobre o papel que você mesmo escolheu desempenhar nessa vida e as pistas que deixou pra você descobri-lo através do seu nome? Compartilhe comigo suas descobertas e deixe aqui suas impressões, dúvidas e questões. Um grande beijo no coração!!!
E agora José??? A pergunta que não quer calar e que aliás me acompanhou durante os últimos dias (valeu por uma boa sessão de terapia...rsrsrsrs) foi: Quais foram as mudanças necessárias e mais significativas que a vida não lhe deu opções de escolha e tiveram que acontecer, para que você fosse Você, cada vez mais no seu dia-a-dia? Pois é rapaaaaaz, quem mandou pedir sugestão as amigas? Olha, percebi que não foi nem uma nem duas mudanças, mas como a vida caprichou nos acontecimentos e situações, tive que dar nó em pingo d'água pra virar do avesso o reverso já revirado. A primeira situação que me deixou sem escolha e me "obrigou" a me apresentar (até a mim mesma) à realidade externa e interna foi o episodio de adoecimento de minha mãe, que em 24h passou de uma leve desidratação a pneumonia, a septicemia e ao coma por 14 dias. Nesse período precisei ativar uma força (que até hoje chamo de Durga em mim - https://www.youtube.com/watch?v=tYjK2kANhok) para segurar uma onda de tristeza (os médicos pediram que eu chamasse o padre para dar a ela a extrema unção, o que fiz, mas com vistas no milagre) pela possibilidade de perde-la; segurar também o astral familiar - meus três filhos eram pequenos, e o astral no consultório, já que precisava discernir e concatenar os pensamentos para manter o foco e ter ânimo para o trabalho, fonte maior de renda dado que havia me separado a pouco tempo. Pois é.... um "trabalho de Hércules" emocional que eu nem desconfiava estar só começando..... Quando minha mãe voltou do coma e num primeiro momento com uma lucidez fantástica, me contanto o que tinha feito nesse período, com quem tinha conversado, o que tinha visto e que tinha decidido voltar porque precisava me ajudar, me preparar pra sua ida definitiva....quase caí dura pra traz. Essas revelações realmente me ajudaram muito num "turning point" espiritual, pois a partir daí mergulhei com toda a intensidade no caminho espiritual que já havia escolhido e fiz meu comprometimento em seguir os ensinamentos do meu Mestre Espiritual Paramahansa Yogananda. Se eu desde pequena, sentia a presença do Mestre na minha vida, no dia-a-dia, a partir de então passei a ouvi-lo (e escutá-lo) mais a miúde e receber claras orientações suas em sonhos. Graças ao Mestre tive equilíbrio para passar os quatro anos seguintes de definhamento de minha mãe, sempre com senso de humor e como ela mesmo dizia sem deixar a peteca cair.
O que quase aconteceu, 5 anos após a passagem de mamãe pro "2º andar", quando no mesmo ano, meu pai falece ao tirar um cochilo, me separo do namorido e um hacker tira todo o meu $$$ do banco, isto é, falência de tudo que representava o masculino na minha vida. Meu chão sumiuuuuuu! Tive que novamente mergulhar nas minhas profundezas para voltar (depois de um ano de luto e muuuuuuito trabalho terapêutico) de mãos dadas com o masculino e feminino em mim e dar conta dos desafios... porque a vida não para, né rapaziada! Segundo meus filhos a vida tem um efeito interessante em mim, isto é, eu reajo de um modo diferente às cargas pesadas da vida: numa espécie de "slow motion", sinto o baque, tento "captar a mensagem do amado mestre", ajo da melhor maneira com as ferramentas que tenho e depois que a maré baixou jogo a toalha e sinto com toda a intensidade o que ocorreu. Sinto que desenvolvi esse "efeito retard" como resposta as vicissitudes da vida que acabaram por me incitar a Ser e me mostrar (até a mim mesma) quando eu menos esperava e muitos dependiam de mim e de minhas atitudes. E como diz a querida Morena Cambará: "Ser o que se é não é um livramento, não trás mais leveza e não alivia a caminhada do presente mas, severamente nos integra de maneira a confirmar, num sobressalto, o tamanho e a densidade que nos pertence." É isso aí gente bacana, valewww!!!! ***continuem mandando as sugestões, dúvidas e questões....tô gostando disso!
Buscando o foco!!! Pois é minha gente, então vamos começar pelo início mesmo. A primeira questão colocada foi: Como? Quando? E onde você estava quando se deu conta de que estava usando esse óculos tão difíceis de se desapegar? E a pergunta mais importante, por que você decidiu ajustar o foco em si mesma? Sinto que não só eu mas toda a minha geração foi gestada, educada, condicionada a ver, perceber e lidar com o mundo através de lentes coloridas. Na década de sessenta (minha primeira infância) os jovens começaram a se movimentar e se expressar através da música, literatura e da recém chegada televisão. E a resposta da tradição também veio pelos mesmos meios só que bem mais forte.
Alguns "dinossauros" como eu, "ratos" de tv dos primórdios da telinha p&b, lembrarão de uma série de tv chamada "Papai sabe tudo" que claramente passava as normas de uma família feliz e "bem formada", principalmente numa época em que começaram os primeiros "desquites" aqui no Brasil, no eixo Rio/São Paulo.
Programas de tv como esta série, além de filmes, músicas, telenovelas e fotonovelas (sim!!! isto já existiu...pesquisem no google) reforçaram por décadas certos conceitos, crenças e comportamentos que nos moldaram a todos, uns mais outros menos, numa fôrma coletiva meio "poliana" de ser, isto é, tão distante da realidade dos fatos e das pessoas que jamais poderíamos supor esse ou aquele comportamento (real) tão diferente (do nosso) do que estávamos acostumados a ter como "o certo".
Uma tremenda armadilha, pois se estávamos inconscientemente nos valendo da tradição, e repetindo os mesmos padrões de pensamento de novo e de novo, para nos proteger, acabamos por cair num desanimo coletivo, culminando numa desesperança e depressão na década de oitenta.
Começamos a trocar as lentes cor de rosa por bifocais na década de noventa com vários movimentos chamados "New Age" que preconizavam uma abertura, uma amplitude de visão ímpar. Pessoalmente foi quando fiz as pós em teologia judaico-cristã e hindu, fui estudar com Pierre Weill, Jean Yves Leloup e Kaká Werá Jacupé na Unipaz e mergulhei na meditação com meu mestre espiritual Paramahansa Yogananda.
Foi então que percebi que o grande ajuste do foco está escondido dentro de nós em consonância absoluta com a Fonte em nós e aí........aí quanto mais profundo é o mergulho mais clara, límpida e simples é a visão que temos de nós e do mundo.
E neste ano fantástico de completa transmutação fui coroada como mulher sábia na comunidade de tradições nativas Nowa Cumig , o que me abriu novos portais multidimensionais internos que estão continuamente renovando não só a minha própria visão de ser/estar, agir no mundo como o próprio mundo em si (do modo como o percebo).
Então....respondendo a você gafanhoto, estava eu perdida num mundo colorido mas vivendo num mundo preto e branco onde nada era realmente satisfatório (revejam o filme A VIDA EM PRETO E BRANCO - https://www.youtube.com/watch?v=v9EHRObUQqY) quando ao me deparar comigo mesma em essência (na meditação) percebi uma graça, uma beleza e uma alegria que eu precisava trazer cada vez mais pro meu dia-a-dia.
Esse despertar se faz hoje mais do que necessário, já que esse mundo fantasioso onde os problemas e dificuldades vão pra debaixo do tapete, está ruindo a olhos vistos (revejam o filme A ORIGEM - https://www.youtube.com/watch?v=HiixbtN-O24).
Espero que juntos aqui possamos dispersar um pouco esse véu de ilusão e cada vez mais encontrar o nosso verdadeiro foco. Bjksssssss no coração!!! *escrevam sobre as duvidas, conteúdos, assuntos e situações que querem abordar que aos poucos falaremos de todos*
Outro dia participei de um debate onde o tema principal era a relação do stress nos tempos de hoje com a Meditação de um modo geral e em específico a Meditação no Labirinto Foi muito interessante, pois tive a oportunidade de refletir sobre o desenvolvimento, o caminhar natural do meu trabalho nos Caminhos da Consciência. Revi meu primeiro contato com o Labirinto e o impacto desse encontro na minha trajetória profissional. Ao encontrar um livro sobre o assunto, tive uma regressão espontânea, onde me vi parte do grupo de mestres construtores dos Labirintos das Catedrais francesas do sec XII, com circuitos diferenciados mas com a mesma intenção: um mergulho profundo na alma, um encontro com o si-mesmo, trazendo daí, equilíbrio, paz e harmonia. Não descansei até construir meu primeiro Labirinto na Fazenda Arizona, RJ,BR e nele fizemos inúmeras vivências e oficinas durante 5 anos, propiciando um caminho de autoconhecimento a centenas de pessoas. Este circuito de sete voltas em 2011 se transformou num tapete, com o qual pude levar essa ferramenta fantástica para empresas, escolas, e manter um trabalho regular mensal na Casa de Pe.Pio, por mais 5 anos, com a Meditação do Labirinto que se traduz num caminho de prece, numa meditação andante, numa ferramenta
de mudança da visão interna, numa janela para o encontro com o Espírito e um
espelho para a alma.
O Labirinto é um padrão mestre arquetípico de inteireza e unidade, e quando se
percorre um, as pessoas tem a oportunidade de ver sua vida de forma integra. Por não controlar o caminho e não saber para onde se está indo, não se pode
julgar. Andar num labirinto alivia a alma dos sucessivos julgamentos,
permitindo a pessoa um contato maior com a alma, com seu centro neste caminho
espiritual horizontal. Digo espiritual, pois está diretamente ligado a alma, ao espírito e não a uma forma religiosa tradicional de ver o mundo ou a si mesmo. Daí preferir chamar o Labirinto de Circuito da Consciência pois é isso que ele realmente é, um caminho que nos desvela e revela a nossa verdadeira essência, com todas as suas fragilidades, defesas, bloqueios e potenciais de superação dos mesmos.
Hoje além do tapete para a meditação andante utilizo muito também o Circuito da Consciência gravado numa placa de cedro onde fazemos a meditação caminhando com o dedo da mão que não se escreve, obtendo resultados extremamente semelhantes aos da meditação andante.Confira no vídeo abaixo minha trajetória nesse trabalho que continua em desenvolvimento.
Especial Mauro Kwitko - Psicoterapia Reencarnacionista, Regressão e Reencarnação
Mauro Kwitko formou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 1971.
Desde 2009, é médico auto-licenciado do CREMERS e se dedica ao exercício da Psicoterapia Reencarnacionista, da qual foi o pioneiro na organização e divulgação. Trabalha com a Regressão Terapêutica, tendo feito até o momento regressão em cerca de 10 mil pessoas.
Presidente da Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista – ABPR – (http://www.portalabpr.org) e da Casa Beneficente de Terapia e Caridade – CBTC.
Tem artigos publicados em muitos jornais e revistas.
É colaborador do site www.somostodosum.com.br.
Realizou inúmeras palestras sobre homeopatia, terapia floral, espiritualidade, reencarnação, Psicoterapia Reencarnacionista, Terapia de Regressão, em Centros Espíritas, no Centro Naturalista Coolmeia, Grande Fraternidade Universal, Semente, Livraria Três Pirâmides, Sociedade Teosófica, Casas Maçônicas, etc., em Porto Alegre, no interior do Rio Grande do Sul e em outros Estados.
É autor dos livros:
* Como aproveitar a sua encarnação – edições Besourobox
* Doutor, eu ouço vozes! – edições Besourobox
* 20 casos de regressão – edições Besourobox
* Terapia de Regressão – perguntas e respostas – edições Besourobox
* Psicoterapia Reencarnacionista – A Terapia da Reforma Íntima – edições Besourobox
* Como evoluir espiritualmente em um mundo de drogas – edições Besourobox
* A fascinante vida de Mirta Kassov – edições Besourobox
* Tratando fobia, pânico e depressão com terapia de regressão – edições Besourobox
É de fundamental
importância que saibamos, cada um de nós, por que voltamos para a Terra, para
vivermos mais uma "vida" aqui, para o que foi necessário construir
uma "casca". Não foi para sofrer, para pagar; muitas pessoas ainda
apegam-se a conceitos antiquados e equivocados, relativos a castigos, penas,
etc., quando, na verdade, estamos aqui porque estamos vinculados,
vibratoriamente, a esse Plano, ou seja, a nossa frequência vibratória não é
suficientemente elevada que nos permita acessar definitivamente Planos
superiores a esse. De vez em quando vamos para outros Planos, principalmente
durante o sono, se estivermos com uma frequência compatível com esses locais,
mas no nosso dia-a-dia e nas nossas reencarnações, é aqui que estamos, para, um
dia, sairmos daqui e alcançarmos níveis mais elevados consciencialmente.
Para
que isso aconteça, para elevarmos nossa frequência, para que nos libertemos
deste planeta e deste Plano ainda tão imperfeito, precisamos nos libertar de
nossas inferioridades espirituais e então precisamos dos gatilhos, que são as
pessoas e situações que encontramos aqui e que nos ajudam a encontrar as nossas inferioridades, e para isso estamos
aqui, e vamos e voltamos, vamos e voltamos, vamos e voltamos. Que incapacidade
essa que nós temos de aproveitar tão pouco nossas encarnações e precisarmos de
tantos retornos?!
Muitas pessoas
perguntam-se por que essa tarefa precisa ser realizada aqui e não lá no Plano
Astral superior? Isso é fácil de entender, basta raciocinarmos que isso precisa
ser feito em algum lugar aonde existam estímulos
para que as nossas imperfeições manifestem-se: são os gatilhos. Para os
nossos tipos de inferioridades, aqui é o lugar ideal, aqui estão os fatos
(gatilhos) que fazem emergir as nossas inferioridades. E os fatos "negativos",
pessoas ou situações, o que nós não gostamos, são os melhores para isso.
Quando
estamos no Astral superior é como quando estamos em nosso Centro Espíritualista,
parecemos todos “santos”, somos pacienciosos, carinhosos e caridosos, os nossos
defeitos ocultam-se ou disfarçamos bem, mas quando voltamos para nossa vida
cotidiana, aí as nossas características negativas de personalidade voltam a
manifestar-se. Podemos raciocinar do mesmo modo para entendermos porque viemos
do Plano Astral para cá, de um lugar "melhor", mais evoluído, para um
lugar "pior", menos evoluído.
Quando
estamos lá, pela elevada frequência do local e o consequente estilo de vida
vigente baseado na igualdade e na fraternidade, todos gradativamente vamos
demonstrando prioritariamente as nossas superioridades e então nos sentimos
“santos”, pois as nossas inferioridades ocultam-se, mas elas permanecem
latentes, não desaparecem. Quando descemos novamente para a Terra, pela baixa
frequência desse local e pelas condições socioculturais vigentes advindas de
todos externarem prioritariamente as suas inferioridades, com exceção dos
verdadeiros Santos encarnados, as nossas inferioridades vêm à tona e nós nos
confrontamos com elas e é isso que viemos curar em nós.
Lá no Astral
superior não existem os gatilhos, lá não são necessários, eles estão aqui, são
potencialmente benéficos para nós e começam na infância. Quando os gatilhos são
repetitivos, aparecem a todo instante, é porque não estamos melhorando
suficientemente rápido. Quando os gatilhos (para aquela inferioridade) começam
a escassear é um sinal de que estamos melhorando, naquele aspecto. Para
superarmos os gatilhos precisamos entender quem é esse “eu” da frase “eu tenho
razão!”. É o nosso velho companheiro, criado quando aqui chegamos pela primeira
vez, o Ego, um antigo aliado do nosso Eu Superior que, como Lúcifer, rebelou-se
contra seu Senhor e decidiu ter o poder.
Viemos
para um Plano inferior para que as nossas inferioridades venham à tona e
possamos nos purificar delas.
Seres de outros
planetas vieram para a Terra por 2 motivos:
1.Em missão de
ajuda, de auxílio, mas a maioria perdeu-se na vaidade e hoje está em postos de
comando utilizando mal o seu poder ou nos consultórios e clínicas psiquiátricas
ou deprimidos, isolados, ou pelas sarjetas.
2.Para
melhorar características inferiores de personalidade, que foram lhes afastando
do seus afins em seu planeta de origem, rebaixando sua frequência, surgindo a
necessidade compulsória de passar a habitar um planeta de menor vibração. A
finalidade era detectar essas inferioridades e melhorá-las, para um dia
conseguir elevar a sua frequência e poder retornar, mas isso, geralmente, leva
muito, muito tempo.
O principal
trabalho para todos nós é saber exatamente o que precisamos curar em nosso Espírito,
as nossas inferioridades, e detectarmos quando elas se manifestam, mas aí surge
uma questão: a maioria de nós acredita que tem razão quando sente ou manifesta
as suas negatividades. Por isso, a Psicoterapia Reencarnacionista, criada lá no
Astral, desceu para a Terra, para ajudar a todos nós a nos libertarmos do
raciocínio infantil ou adolescente, egóico, auto-centrado, dos fatos da nossa
infância e da nossa vida e passarmos para um estágio mais evoluído de
raciocínio, adulto, doador, hetero-centrado, como o nosso Eu Superior vê as
coisas, de cima, e podermos nos libertar do nosso ego/ísmo e do nosso
ego/centrismo e alcançarmos o desap/ego.
Um dos maiores
entraves à evolução espiritual, que é simplesmente a melhoria das nossas
inferioridades, é que o nosso Ego sempre acha que tem razão. Quem tem raiva de
alguém, o seu Ego acredita que tem razão para sentir essa raiva, quem sente
mágoa e ressentimento, acredita que são plenamente justificados esses
sentimentos, quem é medroso, acredita realmente na força do seu medo, quem é
tímido, acredita plenamente em sua incapacidade de manifestar-se, quem é
orgulhoso, vaidoso, egocêntrico, acredita realmente em sua superioridade, quem
é materialista, acredita firmemente no valor das coisas materiais, e assim por diante.
O maior obstáculo
à evolução é que o Espírito encarnado sempre acredita que tem razão em seus
raciocínios. E também quem rouba, quem mata, quem trai, etc. O psicoterapeuta
reencarnacionista deve entender bem essa questão dos gatilhos e aplicar em si mesmo,
ficar atento ao que aflora de si e perceber o conflito Ego (“eu tenho razão”) X
Eu Superior (“Meu Ego é infantil e desobediente”).
Quem veio para
melhorar a tendência de sentir raiva, precisará de gatilhos que a façam
aflorar, por exemplo, um pai agressivo, um irmão implicante, colegas no Colégio
que aticem sua raiva, e durante a vida terrena irá deparando-se com gatilhos
que têm essa finalidade: mostrar que seu Ego ainda tem a tendência de sentir
raiva, e é o que viemos curar. O mesmo se aplica para quem reencarnou para
melhorar uma tendência congênita de sentir mágoa, de sentir-se rejeitado,
sentir-se abandonado, de achar-se superior, de achar-se inferior, etc. O
antídoto da raiva é o amor, o da mágoa é a compreensão, o do medo é a coragem,
o da timidez é a espontaneidade, o do orgulho é a humildade, o do materialismo
é o entendimento da reencarnação. Mas o que possibilita que curemos essas
crenças negativas, é a conscientização de que já viemos para esse Plano terreno
com essas características de personalidade em nós e que aqui, no confronto com
certas situações específicas de nossa vida, desde a infância, elas vieram à
tona. Cada um de nós manifesta aqui o que já trouxe consigo de suas encarnações
passadas, positiva e negativamente. Tudo é uma continuação, nós somos o que
somos, e nossos pensamentos, sentimentos, atitudes e palavras revelam o nosso
grau espiritual.
O psicoterapeuta
reencarnacionista sabe que não é melhor ou superior às pessoas que vêm ao seu
consultório, apenas porque está sentado naquela cadeira, porque tem sua
secretária lá na sala, porque chegam pessoas para consultar consigo, desabafar,
pedir conselhos, fazer Regressão. Nós somos auxiliares do Mundo Espiritual e
cumpriremos com maior ou menor eficiência essa missão dependendo do nosso grau
de humildade, obediência e submissão, e reconhecimento da nossa condição de
igualdade entre nós e quem chega para consultar com seus Mentores com o nosso
auxílio. A profissão de terapeuta é geralmente uma das maiores armadilhas em
que nosso Ego cai, a maioria começa a sentir-se superior, principalmente quando
começa a ficar famoso, aí começa o festival de vaidades, e daí, para cair no
ridículo, é um passo: fala vaidosamente em curar a vaidade e orgulhosamente
apregoa a sua humildade. Os Mestres, os verdadeiramente superiores, ao lado,
nos olhando, nos escutando, esperando que nós cresçamos, e os obsessores também,
rindo, aproveitando a brecha. Aí entra o garçom trazendo o café e ele tem mais
amor no coração do que nós, entra a faxineira e é superior a nós
espiritualmente.
Para entendermos
bem o que é uma encarnação, devemos entender que o que é inferior em nós, o que
veio ser eliminado aqui na Terra, aflora diante dos gatilhos. No Astral
superior não haviam esses estímulos específicos, necessários, para fazerem
aflorar a nossa raiva, a nossa vaidade, a nossa mágoa, a nossa tristeza, o
nosso medo, a nossa timidez, mas aqui fatalmente aparecem, e aí podemos,
potencialmente, nos libertar delas. Mas, geralmente, ao invés de termos bem
claro que são características negativas nossas, congênitas, que nosso Espírito
veio curar, passamos a lidar com elas como se tivessem surgido aqui. E
geralmente culpando outras pessoas (frequentemente o pai e a mãe) e fatos
"negativos" da vida por seu surgimento, o que é, infelizmente,
incentivado pela Psicologia tradicional, que afirma que nós começamos nossa
vida na infância, que aí formamos nossa personalidade e, então, se temos
características negativas, algo ou alguém nos fez alguma coisa que gerou isso,
ou seja, a psicoterapia tradicional, comumente, é baseada no binômio
vítima-vilão, o que reforça o erro.
A Psicologia
tradicional diz que nós começamos nessa vida, e vai procurar, então, lá no
"início", quem ou o quê nos estragou. Ela parte de uma base
equivocada, que é um início que não é início, pois não começamos nossa vida na
infância, nós somos um Espírito e estamos continuando nela uma jornada iniciada
há muitíssimo tempo. No dia em que a Psicologia agregar a Reencarnação, ela
começará realmente a entender o ser humano, e descobrirá que a infância é uma
continuação e não um começo, e que a nossa personalidade é congênita, e já nasce
conosco.
Para
que possamos saber exatamente por que nosso Espírito reencarnou, precisamos
assumir as nossas inferioridades e aceitá-las como nossas, correlacionando os
fatos "negativos" que acontecem em nossa vida, da infância até hoje,
com a maneira negativa que nós sentimos e reagimos a eles. Aí encontraremos o
que viemos aqui fazer, curar em nosso Espírito, pois os fatos são os fatos, mas
o que fazem emergir de inferior em nós, revela a finalidade de estarmos
novamente aqui, nessa atual encarnação, mais uma em centenas ou milhares.
Se os fatos (os
gatilhos) nos provocam mágoa e ressentimento, eles estão mostrando que viemos
curar mágoa e ressentimento, se provocam raiva e agressividade, nos mostram que
viemos curar raiva e agressividade, se provocam medo ou retraimento ou sensação
de incapacidade, ou qualquer outro sintoma negativo, aí está o motivo da
encarnação. Uma pessoa muito materialista, apegada ao dinheiro e aos bens
materiais, revela que seu Espírito reencarnou para curar essa postura fútil e superficial
e aprofundar-se nos verdadeiros valores do amor e da caridade. O distraído,
aéreo, veio para curar esse tipo de fuga, para aterrar. E assim, com qualquer
característica negativa nossa, desde as mais graves até as mais
"inofensivas".
O que mais importa
em uma encarnação é a maneira equivocada com que reagimos aos fatos, e se essa
maneira repete-se, aí está, sem dúvida, o que veio ser curado. Antes de
reencarnar, no Astral superior, nos grupos de estudos e nas conversas com os
Orientadores, co-criamos a atual encarnação, em uma “parceria” entre nós e
Deus, entre a parte e o Todo, baseada nos nossos pensamentos e sentimentos e
necessidades evolutivas, e sabemos exatamente o que viremos tentar melhorar,
fazer, curar nessa passagem. Nós sabemos quem serão nossos pais, se viremos em
uma família rica ou pobre, se viremos numa "casca" branca ou negra,
etc., e então é perda de tempo ficarmos brigando com os fatos
"negativos" da nossa infância, com características desagradáveis de
personalidade de nosso pai ou nossa mãe, como se não soubéssemos o que
encontraríamos aqui. E por mais negativos que pareçam os fatos da nossa
infância, tudo está, potencialmente, a nosso favor, pois visa o nosso
progresso, a nossa cura, a nossa purificação, ao nos mostrarem nossas inferioridades.
Mas raras pessoas atingem os seus objetivos pré-reencarnatórios, porque não
entendem realmente o que é Reencarnação, mesmo grande parte dos
reencarnacionistas, principalmente os que se queixam de sua infância e dos
fatos de sua vida. Acreditar na Reencarnação é o 1º degrau da escada, começar a
colocá-la em nossa vida diária, em nosso cotidiano, é a subida para o 2º
degrau. Grande parte dos reencarnacionistas ainda está no 1º degrau, com um pé
na escada e outro no chão.
Devemos começar a
subida por essa escada pela mudança de raciocínio (Raciocínio X
Contra-Raciocínio), começar a retirar o comando do nosso Ego, o usurpador, e
entregar para o nosso Eu Superior, e assim irmos subindo do chakra umbilical
para o cardíaco, melhorando todos os tipos de comportamento, de características
de personalidade, de sentimentos, de posturas, de fala, de alimentação, que nos
diferenciam dos nossos irmãos mais evoluídos do Plano Astral, dos Mestres, dos
Orientadores. Eles estão lá em cima, num lugar de frequência vibratória mais
elevada, o que nós temos e eles não têm mais, são as impurezas e as
imperfeições, das quais viemos nos libertar. E também estão aqui em baixo
prontos para nos conduzir se o nosso Ego assim o permitir. O pensamento vem do
Ego e então uma das chaves para a evolução é a Meditação, aprendermos a pensar cada vez menos, para nos colocarmos num lugar de
submissão ao Superior. Podemos ir desencarnando durante a vida terrena, não
para morrermos antes do tempo previsto, mas para irmos nos tornando menos
terrenos.
O nosso caminho
ruma para a Perfeição e os Seres Superiores nos sinalizam o rumo, mas para isso
é preciso que não culpemos nada e ninguém, e entendamos que as nossas
inferioridades são coisas nossas, que nos acompanham há muito tempo, há muitas
encarnações, e se isso acontece, é porque não temos realmente aproveitado
nossas encarnações para nos libertarmos delas, nos curarmos, nos purificarmos.
Colocar
as questões aparentemente injustas ou desagradáveis como questões
potencialmente positivas e não negativas, ou seja, experiências necessárias
para a nossa evolução, faz com que, ao invés de nos vitimizarmos, passemos a
entender que esses fatos, são, na realidade, testes necessários e
indispensáveis, e se os vencermos estaremos cumprindo a nossa Missão. Se formos
derrotados, essa encarnação vai aos poucos perdendo seu sentido, pela repetição
de erros e enganos (mágoa, raiva, medo, insegurança, etc.) já cometidos em
encarnações anteriores. Devemos passar da concepção de vítima para a de co-criador.
O único vilão somos nós mesmos, de nós. Quando somos vilão de outra pessoa,
estamos nos afetando pois aquela pessoa é (nós), nós somos ela, somos todos Um
só. A ilusão da separatividade, da individualidade, é a origem do sofrimento do
ser humano. A libertação dessa ilusão é o início da Cura verdadeira.
O caminho para a
vitória é a liberdade emocional, de
si mesmo e dos outros, através da compreensão da relatividade da persona e de
suas ilusões, por seu caráter temporário, de apenas uma encarnação. Na verdade,
quanto mais "obstáculos" encontrarmos pelo caminho, mais estaremos
sendo exigidos por nós mesmos para vencê-los e superá-los. E se os testes e
provas parecem pesados demais, ou somos evoluídos o suficiente e nos propusemos
na fase pré-reencarnatória a enfrentá-los para tentar vencê-los ou somos
"merecedores" daquilo por acúmulo de erros e enganos em vidas
terrenas anteriores e optamos por vivenciá-los na esperança de superá-los.
Mas
se o psicoterapeuta reencarnacionista não colocar isso em prática, de nada
adiantará seu discurso, suas pregações, estará enganando a si mesmo. A Missão
única de todos nós é a busca da Purificação, tudo o mais são necessidades do
nosso Ego. Sair do “eu” e endereçar-se para o “nós” é a lição que todos os
Mestres ensinam. Todos os admiram mas ninguém os imita.
"Demos-lhes instruções precisas e técnicas passo-a-passo para acessarem as frequências da Cidade de Luz em sua região, através da Pirâmide de Luz pessoal. Ao praticar aRespiração do Infinito, vocês preenchem suas Réplicas Etéricas e veículos físicos com as Partículas Adamantinas/Partículas Divinas de Luz. Vamos agora refinar e acrescentar mais componentes ao processo. Vocês já quiseram saber por que há alguns anos, os instruímos a “inspirar Luz e expirar Amor”, quando vocês entram na pirâmide Mundial, com a intenção de irradiar Amor/Luz à humanidade e ao mundo?
QUANDO VOCÊS INSPIRAM LUZ, ESTÃO INSPIRANDO PARTÍCULAS ADAMANTINAS EM SEU CORAÇÃO SAGRADO. QUANDO EXPIRAM AMOR INCONDICIONAL/SAGRADO, AS PARTÍCULAS ADAMANTINAS DA PURA ESSÊNCIA DIVINA RECEBEM ACESSO AO PODER OU SÃO ACIONADAS POR SUA INTENÇÃO AMOROSA, PARA QUE SEJAM UTILIZADAS PARA O BEM MAIOR DE TODOS. VOCÊS SÃO O RECEPTÁCULO PARA ESSAS PARTÍCULAS DIVINAS, E O SEU AMOR É O CATALISADOR.
Visualizem o seguinte: durante a meditação ou em um momento de tranquilidade, de preferência duas vezes ao dia, pela manhã e à noitinha, façam doze Respirações do Infinito completas, e após a décima segunda, contraiam o abdômen e prendam a respiração por um momento ou dois. Agora, enquanto vocês tomam a próxima respiração, a décima terceira, (ou podem começar a contar do um novamente), vejam-na fluir a partir do Centro do seu Poder Solar (Núcleo do Coração Sagrado) para a frente do seu corpo. O padrão Infinito está agora em uma configuração horizontal, em vez de vertical. Na inspiração, a primeira laçada horizontal se estende para fora, em frente do seu corpo, e na expiração, a segunda laçada se estende a partir das suas costas, completando o sinal do Infinito. Inspirem e expirem SEIS SINAIS DO INFINITO, e à medida que vocês fizerem isso, eles continuarão automaticamente a criar um padrão de doze laçadas que os circundam completamente como as pétalas de uma flor. Quando expirar a última laçada, prendam a respiração novamente, por um momento, antes de voltar à respiração normal. Em seguida, inspirem e expirem conscientemente, enquanto visualizam a Essência da Criação fluindo a partir de vocês em direção ao mundo. Também visualizem as espirais de Luz conectando-os à Pirâmide Mundial e às múltiplas Pirâmides que vocês criaram nas dimensões superiores, compartilhando, assim, suas Partículas de Amor/Luz com o mundo, bem como abastecendo suas visões com a Substância da Força Vital Divina de toda a Criação.
Tomem alguns momentos, para concluir esse processo sagrado, ao se concentrar no Centro do seu Coração Sagrado, para que vocês possam sentir a plenitude aí e o sobrepujante amor que jorra por todo o seu corpo. Vocês estão agora conectados com o Rio da Vida, que contém um suprimento inesgotável de Partículas Adamantinas. É tangível, amados. É real, e é o mais maravilhoso sentimento de bem-aventurança que vocês jamais experimentarão, enquanto estiverem no veículo terreno, porque estão vivenciando a Essência pura e amorosa do Criador.
Meus corajosos, não temam o futuro, porque quando o seu coração e suas intenções são puras, vocês são abrigados no brilho e na proteção da Luz do Criador. Não lhes diremos que não haverá tempos estressantes à frente, pois vocês precisam atravessar o caminho da polaridade e da dualidade a fim de alcançar o patamar da paz e da harmonia. Sempre haverá desafios, lições e oportunidades para expandir a consciência à medida que vocês integrarem mais da sua Divindade."
O tempo todo, novas descobertas na astronomia e na arqueologia estão acrescentando mais e mais ao nosso entendimento, mostrando a verdadeira profundidade do nosso próprio destino histórico.
Numerosas evidências comprovam que muitas civilizações antigas (de 6, 8, 10 mil anos atrás), foram extraordinariamente mais avançadas. Por que desapareceram? Por que, após seus declínios a humanidade entrou no que é conhecido como "idade das trevas" (ou ignorância?).
Com a participação de cientistas, PHDs e um monástico da Self-Realization, o documentário esclarece alguns mistérios e traça paralelos entre as conjunções cósmicas e as eras douradas já ocorridas em civilizações anteriores, assim como os ciclos ascendentes e descendentes da humanidade. Fala do sistema binário (dois sóis) da Terra, sobre a duração de 24 mil anos do Grande Ano ou Ano Sideral de Platão, entre outros.
Segundo estudiosos como Swami Sri Yukteswar, (ver livro A Ciência Sagrada), o planeta já deixou para trás a era mais escura e ascende ao "segundo aro" da roda, para a Dwapara Yuga - era tecnológica. Um documentário sobre as Yugas, Eras e Ciclos siderais civilizatórios. Uma luz sobre os mistérios humanos e ao mesmo tempo, um convite à humildade...
É fundamental entendermos que todos nós possuímos um campo magnético à nossa volta e, através dele, interagimos com os outros. Nossas simpatias, aversões, desconfianças e impulsos, geralmente nos vêm de atrações ou repulsões magnéticas. Antes mesmo de interagirmos com alguém ou vivenciarmos uma situação, temos” insight” a respeito do que está por vir. Nosso campo está sempre adiantado em relação às nossas percepções sensoriais.
Ao experimentarmos a vida aqui no Planeta, assumimos a “dualidade” que é característica desse nosso plano e que nos faz lidar com fatos “positivos” e “negativos” ao longo de nossas diversas encarnações. Quando nos deparamos com situações extremamente adversas, sofremos um trauma que causa, perda energética e nos deixa presos aquele episódio, naquele ponto do espaço e do tempo. Os sentimentos que nos mantêm aprisionados são sempre de baixa vibração, geralmente de culpa, vergonha ou raiva e a quantidade de energia despendida permanece naquele momento, enquanto o “resto de nós” segue em frente, com uma “fenda” no corpo energético A sintonia com o amor foi quebrada e adquirimos um carma.
Algumas pessoas se utilizam de uma habilidade que todos têm, mas poucos usam, que é a de olhar para os acontecimentos com um olhar amoroso ou se preferirmos, com um olhar positivo. A partir dessa observação, eliminam todos os sentimentos de baixa vibração, “perdoando” e seguindo em frente, fechando automaticamente aquele espaço vazio e recuperando sua integridade energética. Esses, não adquiriram carma , pois resolveram o problema e encerraram a experiência positivamente. Quem não consegue ter o olhar de isenção, se fecha para o fluxo do amor regenerador e seu campo magnético passa a atuar como um ímã que atrairá situação semelhante à que originou o trauma, na mesma vida ou em outras. Somente através do entendimento, da transformação do ponto de vista e do perdão, a energia perdida lá atrás, pode voltar ao seu lugar de origem.
É compreensível então, que no ponto atual da evolução humana, vejamos tantas pessoas perdidas e sofrendo, pois através das várias experiências ao longo do tempo, deixaram para trás tantos “pedaços” que já nem mesmo lembram de quem são. Se pudéssemos visualizar seus corpos energéticos, veríamos uma malha com muitos furos, cada um deles causando dor e saudade de si mesmos e atraindo, através de seu campo magnético, o mesmo tipo de acontecimento que os originou.
A sensação de solidão que assola quase toda a humanidade vem da perda da “unidade” e a procura em pessoas ou coisas externas, do que ,na verdade, falta em nós mesmos, causa mais problemas do que soluções. Seres incompletos, raramente são capazes de dar ou receber amor verdadeiro e causam danos onde passam. Para mudar esse quadro é necessário encarar toda e qualquer experiência como um aprendizado que SEMPRE traz conseqüências positivas .É preciso observar o mundo com um olhar amoroso , aceitando-o como ele é, sem julgamentos, culpas, vergonha ou mágoas. Quando estamos sintonizados com a “unidade”, não há mais carmas. Nosso campo magnético passa então, a atrair situações de plenitude e abundância em todos os níveis, pois a energia do Amor é a nossa verdadeira essência e qualquer outra de menor vibração, faz parte da Ilusão, na qual mergulhamos de livre e espontânea vontade!