Buscando o foco!!! Pois é minha gente, então vamos começar pelo início mesmo. A primeira questão colocada foi: Como? Quando? E onde você estava quando se deu conta de que estava usando esse óculos tão difíceis de se desapegar? E a pergunta mais importante, por que você decidiu ajustar o foco em si mesma? Sinto que não só eu mas toda a minha geração foi gestada, educada, condicionada a ver, perceber e lidar com o mundo através de lentes coloridas. Na década de sessenta (minha primeira infância) os jovens começaram a se movimentar e se expressar através da música, literatura e da recém chegada televisão. E a resposta da tradição também veio pelos mesmos meios só que bem mais forte.
Alguns "dinossauros" como eu, "ratos" de tv dos primórdios da telinha p&b, lembrarão de uma série de tv chamada "Papai sabe tudo" que claramente passava as normas de uma família feliz e "bem formada", principalmente numa época em que começaram os primeiros "desquites" aqui no Brasil, no eixo Rio/São Paulo.
Programas de tv como esta série, além de filmes, músicas, telenovelas e fotonovelas (sim!!! isto já existiu...pesquisem no google) reforçaram por décadas certos conceitos, crenças e comportamentos que nos moldaram a todos, uns mais outros menos, numa fôrma coletiva meio "poliana" de ser, isto é, tão distante da realidade dos fatos e das pessoas que jamais poderíamos supor esse ou aquele comportamento (real) tão diferente (do nosso) do que estávamos acostumados a ter como "o certo".
Uma tremenda armadilha, pois se estávamos inconscientemente nos valendo da tradição, e repetindo os mesmos padrões de pensamento de novo e de novo, para nos proteger, acabamos por cair num desanimo coletivo, culminando numa desesperança e depressão na década de oitenta.
Começamos a trocar as lentes cor de rosa por bifocais na década de noventa com vários movimentos chamados "New Age" que preconizavam uma abertura, uma amplitude de visão ímpar. Pessoalmente foi quando fiz as pós em teologia judaico-cristã e hindu, fui estudar com Pierre Weill, Jean Yves Leloup e Kaká Werá Jacupé na Unipaz e mergulhei na meditação com meu mestre espiritual Paramahansa Yogananda.
Foi então que percebi que o grande ajuste do foco está escondido dentro de nós em consonância absoluta com a Fonte em nós e aí........aí quanto mais profundo é o mergulho mais clara, límpida e simples é a visão que temos de nós e do mundo.
E neste ano fantástico de completa transmutação fui coroada como mulher sábia na comunidade de tradições nativas Nowa Cumig , o que me abriu novos portais multidimensionais internos que estão continuamente renovando não só a minha própria visão de ser/estar, agir no mundo como o próprio mundo em si (do modo como o percebo).
Então....respondendo a você gafanhoto, estava eu perdida num mundo colorido mas vivendo num mundo preto e branco onde nada era realmente satisfatório (revejam o filme A VIDA EM PRETO E BRANCO - https://www.youtube.com/watch?v=v9EHRObUQqY) quando ao me deparar comigo mesma em essência (na meditação) percebi uma graça, uma beleza e uma alegria que eu precisava trazer cada vez mais pro meu dia-a-dia.
Esse despertar se faz hoje mais do que necessário, já que esse mundo fantasioso onde os problemas e dificuldades vão pra debaixo do tapete, está ruindo a olhos vistos (revejam o filme A ORIGEM - https://www.youtube.com/watch?v=HiixbtN-O24).
Espero que juntos aqui possamos dispersar um pouco esse véu de ilusão e cada vez mais encontrar o nosso verdadeiro foco. Bjksssssss no coração!!! *escrevam sobre as duvidas, conteúdos, assuntos e situações que querem abordar que aos poucos falaremos de todos*
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Outro dia participei de um debate onde o tema principal era a relação do stress nos tempos de hoje com a Meditação de um modo geral e em específico a Meditação no Labirinto Foi muito interessante, pois tive a oportunidade de refletir sobre o desenvolvimento, o caminhar natural do meu trabalho nos Caminhos da Consciência. Revi meu primeiro contato com o Labirinto e o impacto desse encontro na minha trajetória profissional. Ao encontrar um livro sobre o assunto, tive uma regressão espontânea, onde me vi parte do grupo de mestres construtores dos Labirintos das Catedrais francesas do sec XII, com circuitos diferenciados mas com a mesma intenção: um mergulho profundo na alma, um encontro com o si-mesmo, trazendo daí, equilíbrio, paz e harmonia. Não descansei até construir meu primeiro Labirinto na Fazenda Arizona, RJ,BR e nele fizemos inúmeras vivências e oficinas durante 5 anos, propiciando um caminho de autoconhecimento a centenas de pessoas. Este circuito de sete voltas em 2011 se transformou num tapete, com o qual pude levar essa ferramenta fantástica para empresas, escolas, e manter um trabalho regular mensal na Casa de Pe.Pio, por mais 5 anos, com a Meditação do Labirinto que se traduz num caminho de prece, numa meditação andante, numa ferramenta
de mudança da visão interna, numa janela para o encontro com o Espírito e um
espelho para a alma.
O Labirinto é um padrão mestre arquetípico de inteireza e unidade, e quando se
percorre um, as pessoas tem a oportunidade de ver sua vida de forma integra. Por não controlar o caminho e não saber para onde se está indo, não se pode
julgar. Andar num labirinto alivia a alma dos sucessivos julgamentos,
permitindo a pessoa um contato maior com a alma, com seu centro neste caminho
espiritual horizontal. Digo espiritual, pois está diretamente ligado a alma, ao espírito e não a uma forma religiosa tradicional de ver o mundo ou a si mesmo. Daí preferir chamar o Labirinto de Circuito da Consciência pois é isso que ele realmente é, um caminho que nos desvela e revela a nossa verdadeira essência, com todas as suas fragilidades, defesas, bloqueios e potenciais de superação dos mesmos.
Hoje além do tapete para a meditação andante utilizo muito também o Circuito da Consciência gravado numa placa de cedro onde fazemos a meditação caminhando com o dedo da mão que não se escreve, obtendo resultados extremamente semelhantes aos da meditação andante.Confira no vídeo abaixo minha trajetória nesse trabalho que continua em desenvolvimento.
É de fundamental
importância que saibamos, cada um de nós, por que voltamos para a Terra, para
vivermos mais uma "vida" aqui, para o que foi necessário construir
uma "casca". Não foi para sofrer, para pagar; muitas pessoas ainda
apegam-se a conceitos antiquados e equivocados, relativos a castigos, penas,
etc., quando, na verdade, estamos aqui porque estamos vinculados,
vibratoriamente, a esse Plano, ou seja, a nossa frequência vibratória não é
suficientemente elevada que nos permita acessar definitivamente Planos
superiores a esse. De vez em quando vamos para outros Planos, principalmente
durante o sono, se estivermos com uma frequência compatível com esses locais,
mas no nosso dia-a-dia e nas nossas reencarnações, é aqui que estamos, para, um
dia, sairmos daqui e alcançarmos níveis mais elevados consciencialmente.
Para
que isso aconteça, para elevarmos nossa frequência, para que nos libertemos
deste planeta e deste Plano ainda tão imperfeito, precisamos nos libertar de
nossas inferioridades espirituais e então precisamos dos gatilhos, que são as
pessoas e situações que encontramos aqui e que nos ajudam a encontrar as nossas inferioridades, e para isso estamos
aqui, e vamos e voltamos, vamos e voltamos, vamos e voltamos. Que incapacidade
essa que nós temos de aproveitar tão pouco nossas encarnações e precisarmos de
tantos retornos?!
Muitas pessoas
perguntam-se por que essa tarefa precisa ser realizada aqui e não lá no Plano
Astral superior? Isso é fácil de entender, basta raciocinarmos que isso precisa
ser feito em algum lugar aonde existam estímulos
para que as nossas imperfeições manifestem-se: são os gatilhos. Para os
nossos tipos de inferioridades, aqui é o lugar ideal, aqui estão os fatos
(gatilhos) que fazem emergir as nossas inferioridades. E os fatos "negativos",
pessoas ou situações, o que nós não gostamos, são os melhores para isso.
Quando
estamos no Astral superior é como quando estamos em nosso Centro Espíritualista,
parecemos todos “santos”, somos pacienciosos, carinhosos e caridosos, os nossos
defeitos ocultam-se ou disfarçamos bem, mas quando voltamos para nossa vida
cotidiana, aí as nossas características negativas de personalidade voltam a
manifestar-se. Podemos raciocinar do mesmo modo para entendermos porque viemos
do Plano Astral para cá, de um lugar "melhor", mais evoluído, para um
lugar "pior", menos evoluído.
Quando
estamos lá, pela elevada frequência do local e o consequente estilo de vida
vigente baseado na igualdade e na fraternidade, todos gradativamente vamos
demonstrando prioritariamente as nossas superioridades e então nos sentimos
“santos”, pois as nossas inferioridades ocultam-se, mas elas permanecem
latentes, não desaparecem. Quando descemos novamente para a Terra, pela baixa
frequência desse local e pelas condições socioculturais vigentes advindas de
todos externarem prioritariamente as suas inferioridades, com exceção dos
verdadeiros Santos encarnados, as nossas inferioridades vêm à tona e nós nos
confrontamos com elas e é isso que viemos curar em nós.
Lá no Astral
superior não existem os gatilhos, lá não são necessários, eles estão aqui, são
potencialmente benéficos para nós e começam na infância. Quando os gatilhos são
repetitivos, aparecem a todo instante, é porque não estamos melhorando
suficientemente rápido. Quando os gatilhos (para aquela inferioridade) começam
a escassear é um sinal de que estamos melhorando, naquele aspecto. Para
superarmos os gatilhos precisamos entender quem é esse “eu” da frase “eu tenho
razão!”. É o nosso velho companheiro, criado quando aqui chegamos pela primeira
vez, o Ego, um antigo aliado do nosso Eu Superior que, como Lúcifer, rebelou-se
contra seu Senhor e decidiu ter o poder.
Viemos
para um Plano inferior para que as nossas inferioridades venham à tona e
possamos nos purificar delas.
Seres de outros
planetas vieram para a Terra por 2 motivos:
1.Em missão de
ajuda, de auxílio, mas a maioria perdeu-se na vaidade e hoje está em postos de
comando utilizando mal o seu poder ou nos consultórios e clínicas psiquiátricas
ou deprimidos, isolados, ou pelas sarjetas.
2.Para
melhorar características inferiores de personalidade, que foram lhes afastando
do seus afins em seu planeta de origem, rebaixando sua frequência, surgindo a
necessidade compulsória de passar a habitar um planeta de menor vibração. A
finalidade era detectar essas inferioridades e melhorá-las, para um dia
conseguir elevar a sua frequência e poder retornar, mas isso, geralmente, leva
muito, muito tempo.
O principal
trabalho para todos nós é saber exatamente o que precisamos curar em nosso Espírito,
as nossas inferioridades, e detectarmos quando elas se manifestam, mas aí surge
uma questão: a maioria de nós acredita que tem razão quando sente ou manifesta
as suas negatividades. Por isso, a Psicoterapia Reencarnacionista, criada lá no
Astral, desceu para a Terra, para ajudar a todos nós a nos libertarmos do
raciocínio infantil ou adolescente, egóico, auto-centrado, dos fatos da nossa
infância e da nossa vida e passarmos para um estágio mais evoluído de
raciocínio, adulto, doador, hetero-centrado, como o nosso Eu Superior vê as
coisas, de cima, e podermos nos libertar do nosso ego/ísmo e do nosso
ego/centrismo e alcançarmos o desap/ego.
Um dos maiores
entraves à evolução espiritual, que é simplesmente a melhoria das nossas
inferioridades, é que o nosso Ego sempre acha que tem razão. Quem tem raiva de
alguém, o seu Ego acredita que tem razão para sentir essa raiva, quem sente
mágoa e ressentimento, acredita que são plenamente justificados esses
sentimentos, quem é medroso, acredita realmente na força do seu medo, quem é
tímido, acredita plenamente em sua incapacidade de manifestar-se, quem é
orgulhoso, vaidoso, egocêntrico, acredita realmente em sua superioridade, quem
é materialista, acredita firmemente no valor das coisas materiais, e assim por diante.
O maior obstáculo
à evolução é que o Espírito encarnado sempre acredita que tem razão em seus
raciocínios. E também quem rouba, quem mata, quem trai, etc. O psicoterapeuta
reencarnacionista deve entender bem essa questão dos gatilhos e aplicar em si mesmo,
ficar atento ao que aflora de si e perceber o conflito Ego (“eu tenho razão”) X
Eu Superior (“Meu Ego é infantil e desobediente”).
Quem veio para
melhorar a tendência de sentir raiva, precisará de gatilhos que a façam
aflorar, por exemplo, um pai agressivo, um irmão implicante, colegas no Colégio
que aticem sua raiva, e durante a vida terrena irá deparando-se com gatilhos
que têm essa finalidade: mostrar que seu Ego ainda tem a tendência de sentir
raiva, e é o que viemos curar. O mesmo se aplica para quem reencarnou para
melhorar uma tendência congênita de sentir mágoa, de sentir-se rejeitado,
sentir-se abandonado, de achar-se superior, de achar-se inferior, etc. O
antídoto da raiva é o amor, o da mágoa é a compreensão, o do medo é a coragem,
o da timidez é a espontaneidade, o do orgulho é a humildade, o do materialismo
é o entendimento da reencarnação. Mas o que possibilita que curemos essas
crenças negativas, é a conscientização de que já viemos para esse Plano terreno
com essas características de personalidade em nós e que aqui, no confronto com
certas situações específicas de nossa vida, desde a infância, elas vieram à
tona. Cada um de nós manifesta aqui o que já trouxe consigo de suas encarnações
passadas, positiva e negativamente. Tudo é uma continuação, nós somos o que
somos, e nossos pensamentos, sentimentos, atitudes e palavras revelam o nosso
grau espiritual.
O psicoterapeuta
reencarnacionista sabe que não é melhor ou superior às pessoas que vêm ao seu
consultório, apenas porque está sentado naquela cadeira, porque tem sua
secretária lá na sala, porque chegam pessoas para consultar consigo, desabafar,
pedir conselhos, fazer Regressão. Nós somos auxiliares do Mundo Espiritual e
cumpriremos com maior ou menor eficiência essa missão dependendo do nosso grau
de humildade, obediência e submissão, e reconhecimento da nossa condição de
igualdade entre nós e quem chega para consultar com seus Mentores com o nosso
auxílio. A profissão de terapeuta é geralmente uma das maiores armadilhas em
que nosso Ego cai, a maioria começa a sentir-se superior, principalmente quando
começa a ficar famoso, aí começa o festival de vaidades, e daí, para cair no
ridículo, é um passo: fala vaidosamente em curar a vaidade e orgulhosamente
apregoa a sua humildade. Os Mestres, os verdadeiramente superiores, ao lado,
nos olhando, nos escutando, esperando que nós cresçamos, e os obsessores também,
rindo, aproveitando a brecha. Aí entra o garçom trazendo o café e ele tem mais
amor no coração do que nós, entra a faxineira e é superior a nós
espiritualmente.
Para entendermos
bem o que é uma encarnação, devemos entender que o que é inferior em nós, o que
veio ser eliminado aqui na Terra, aflora diante dos gatilhos. No Astral
superior não haviam esses estímulos específicos, necessários, para fazerem
aflorar a nossa raiva, a nossa vaidade, a nossa mágoa, a nossa tristeza, o
nosso medo, a nossa timidez, mas aqui fatalmente aparecem, e aí podemos,
potencialmente, nos libertar delas. Mas, geralmente, ao invés de termos bem
claro que são características negativas nossas, congênitas, que nosso Espírito
veio curar, passamos a lidar com elas como se tivessem surgido aqui. E
geralmente culpando outras pessoas (frequentemente o pai e a mãe) e fatos
"negativos" da vida por seu surgimento, o que é, infelizmente,
incentivado pela Psicologia tradicional, que afirma que nós começamos nossa
vida na infância, que aí formamos nossa personalidade e, então, se temos
características negativas, algo ou alguém nos fez alguma coisa que gerou isso,
ou seja, a psicoterapia tradicional, comumente, é baseada no binômio
vítima-vilão, o que reforça o erro.
A Psicologia
tradicional diz que nós começamos nessa vida, e vai procurar, então, lá no
"início", quem ou o quê nos estragou. Ela parte de uma base
equivocada, que é um início que não é início, pois não começamos nossa vida na
infância, nós somos um Espírito e estamos continuando nela uma jornada iniciada
há muitíssimo tempo. No dia em que a Psicologia agregar a Reencarnação, ela
começará realmente a entender o ser humano, e descobrirá que a infância é uma
continuação e não um começo, e que a nossa personalidade é congênita, e já nasce
conosco.
Para
que possamos saber exatamente por que nosso Espírito reencarnou, precisamos
assumir as nossas inferioridades e aceitá-las como nossas, correlacionando os
fatos "negativos" que acontecem em nossa vida, da infância até hoje,
com a maneira negativa que nós sentimos e reagimos a eles. Aí encontraremos o
que viemos aqui fazer, curar em nosso Espírito, pois os fatos são os fatos, mas
o que fazem emergir de inferior em nós, revela a finalidade de estarmos
novamente aqui, nessa atual encarnação, mais uma em centenas ou milhares.
Se os fatos (os
gatilhos) nos provocam mágoa e ressentimento, eles estão mostrando que viemos
curar mágoa e ressentimento, se provocam raiva e agressividade, nos mostram que
viemos curar raiva e agressividade, se provocam medo ou retraimento ou sensação
de incapacidade, ou qualquer outro sintoma negativo, aí está o motivo da
encarnação. Uma pessoa muito materialista, apegada ao dinheiro e aos bens
materiais, revela que seu Espírito reencarnou para curar essa postura fútil e superficial
e aprofundar-se nos verdadeiros valores do amor e da caridade. O distraído,
aéreo, veio para curar esse tipo de fuga, para aterrar. E assim, com qualquer
característica negativa nossa, desde as mais graves até as mais
"inofensivas".
O que mais importa
em uma encarnação é a maneira equivocada com que reagimos aos fatos, e se essa
maneira repete-se, aí está, sem dúvida, o que veio ser curado. Antes de
reencarnar, no Astral superior, nos grupos de estudos e nas conversas com os
Orientadores, co-criamos a atual encarnação, em uma “parceria” entre nós e
Deus, entre a parte e o Todo, baseada nos nossos pensamentos e sentimentos e
necessidades evolutivas, e sabemos exatamente o que viremos tentar melhorar,
fazer, curar nessa passagem. Nós sabemos quem serão nossos pais, se viremos em
uma família rica ou pobre, se viremos numa "casca" branca ou negra,
etc., e então é perda de tempo ficarmos brigando com os fatos
"negativos" da nossa infância, com características desagradáveis de
personalidade de nosso pai ou nossa mãe, como se não soubéssemos o que
encontraríamos aqui. E por mais negativos que pareçam os fatos da nossa
infância, tudo está, potencialmente, a nosso favor, pois visa o nosso
progresso, a nossa cura, a nossa purificação, ao nos mostrarem nossas inferioridades.
Mas raras pessoas atingem os seus objetivos pré-reencarnatórios, porque não
entendem realmente o que é Reencarnação, mesmo grande parte dos
reencarnacionistas, principalmente os que se queixam de sua infância e dos
fatos de sua vida. Acreditar na Reencarnação é o 1º degrau da escada, começar a
colocá-la em nossa vida diária, em nosso cotidiano, é a subida para o 2º
degrau. Grande parte dos reencarnacionistas ainda está no 1º degrau, com um pé
na escada e outro no chão.
Devemos começar a
subida por essa escada pela mudança de raciocínio (Raciocínio X
Contra-Raciocínio), começar a retirar o comando do nosso Ego, o usurpador, e
entregar para o nosso Eu Superior, e assim irmos subindo do chakra umbilical
para o cardíaco, melhorando todos os tipos de comportamento, de características
de personalidade, de sentimentos, de posturas, de fala, de alimentação, que nos
diferenciam dos nossos irmãos mais evoluídos do Plano Astral, dos Mestres, dos
Orientadores. Eles estão lá em cima, num lugar de frequência vibratória mais
elevada, o que nós temos e eles não têm mais, são as impurezas e as
imperfeições, das quais viemos nos libertar. E também estão aqui em baixo
prontos para nos conduzir se o nosso Ego assim o permitir. O pensamento vem do
Ego e então uma das chaves para a evolução é a Meditação, aprendermos a pensar cada vez menos, para nos colocarmos num lugar de
submissão ao Superior. Podemos ir desencarnando durante a vida terrena, não
para morrermos antes do tempo previsto, mas para irmos nos tornando menos
terrenos.
O nosso caminho
ruma para a Perfeição e os Seres Superiores nos sinalizam o rumo, mas para isso
é preciso que não culpemos nada e ninguém, e entendamos que as nossas
inferioridades são coisas nossas, que nos acompanham há muito tempo, há muitas
encarnações, e se isso acontece, é porque não temos realmente aproveitado
nossas encarnações para nos libertarmos delas, nos curarmos, nos purificarmos.
Colocar
as questões aparentemente injustas ou desagradáveis como questões
potencialmente positivas e não negativas, ou seja, experiências necessárias
para a nossa evolução, faz com que, ao invés de nos vitimizarmos, passemos a
entender que esses fatos, são, na realidade, testes necessários e
indispensáveis, e se os vencermos estaremos cumprindo a nossa Missão. Se formos
derrotados, essa encarnação vai aos poucos perdendo seu sentido, pela repetição
de erros e enganos (mágoa, raiva, medo, insegurança, etc.) já cometidos em
encarnações anteriores. Devemos passar da concepção de vítima para a de co-criador.
O único vilão somos nós mesmos, de nós. Quando somos vilão de outra pessoa,
estamos nos afetando pois aquela pessoa é (nós), nós somos ela, somos todos Um
só. A ilusão da separatividade, da individualidade, é a origem do sofrimento do
ser humano. A libertação dessa ilusão é o início da Cura verdadeira.
O caminho para a
vitória é a liberdade emocional, de
si mesmo e dos outros, através da compreensão da relatividade da persona e de
suas ilusões, por seu caráter temporário, de apenas uma encarnação. Na verdade,
quanto mais "obstáculos" encontrarmos pelo caminho, mais estaremos
sendo exigidos por nós mesmos para vencê-los e superá-los. E se os testes e
provas parecem pesados demais, ou somos evoluídos o suficiente e nos propusemos
na fase pré-reencarnatória a enfrentá-los para tentar vencê-los ou somos
"merecedores" daquilo por acúmulo de erros e enganos em vidas
terrenas anteriores e optamos por vivenciá-los na esperança de superá-los.
Mas
se o psicoterapeuta reencarnacionista não colocar isso em prática, de nada
adiantará seu discurso, suas pregações, estará enganando a si mesmo. A Missão
única de todos nós é a busca da Purificação, tudo o mais são necessidades do
nosso Ego. Sair do “eu” e endereçar-se para o “nós” é a lição que todos os
Mestres ensinam. Todos os admiram mas ninguém os imita.
"Demos-lhes instruções precisas e técnicas passo-a-passo para acessarem as frequências da Cidade de Luz em sua região, através da Pirâmide de Luz pessoal. Ao praticar aRespiração do Infinito, vocês preenchem suas Réplicas Etéricas e veículos físicos com as Partículas Adamantinas/Partículas Divinas de Luz. Vamos agora refinar e acrescentar mais componentes ao processo. Vocês já quiseram saber por que há alguns anos, os instruímos a “inspirar Luz e expirar Amor”, quando vocês entram na pirâmide Mundial, com a intenção de irradiar Amor/Luz à humanidade e ao mundo?
QUANDO VOCÊS INSPIRAM LUZ, ESTÃO INSPIRANDO PARTÍCULAS ADAMANTINAS EM SEU CORAÇÃO SAGRADO. QUANDO EXPIRAM AMOR INCONDICIONAL/SAGRADO, AS PARTÍCULAS ADAMANTINAS DA PURA ESSÊNCIA DIVINA RECEBEM ACESSO AO PODER OU SÃO ACIONADAS POR SUA INTENÇÃO AMOROSA, PARA QUE SEJAM UTILIZADAS PARA O BEM MAIOR DE TODOS. VOCÊS SÃO O RECEPTÁCULO PARA ESSAS PARTÍCULAS DIVINAS, E O SEU AMOR É O CATALISADOR.
Visualizem o seguinte: durante a meditação ou em um momento de tranquilidade, de preferência duas vezes ao dia, pela manhã e à noitinha, façam doze Respirações do Infinito completas, e após a décima segunda, contraiam o abdômen e prendam a respiração por um momento ou dois. Agora, enquanto vocês tomam a próxima respiração, a décima terceira, (ou podem começar a contar do um novamente), vejam-na fluir a partir do Centro do seu Poder Solar (Núcleo do Coração Sagrado) para a frente do seu corpo. O padrão Infinito está agora em uma configuração horizontal, em vez de vertical. Na inspiração, a primeira laçada horizontal se estende para fora, em frente do seu corpo, e na expiração, a segunda laçada se estende a partir das suas costas, completando o sinal do Infinito. Inspirem e expirem SEIS SINAIS DO INFINITO, e à medida que vocês fizerem isso, eles continuarão automaticamente a criar um padrão de doze laçadas que os circundam completamente como as pétalas de uma flor. Quando expirar a última laçada, prendam a respiração novamente, por um momento, antes de voltar à respiração normal. Em seguida, inspirem e expirem conscientemente, enquanto visualizam a Essência da Criação fluindo a partir de vocês em direção ao mundo. Também visualizem as espirais de Luz conectando-os à Pirâmide Mundial e às múltiplas Pirâmides que vocês criaram nas dimensões superiores, compartilhando, assim, suas Partículas de Amor/Luz com o mundo, bem como abastecendo suas visões com a Substância da Força Vital Divina de toda a Criação.
Tomem alguns momentos, para concluir esse processo sagrado, ao se concentrar no Centro do seu Coração Sagrado, para que vocês possam sentir a plenitude aí e o sobrepujante amor que jorra por todo o seu corpo. Vocês estão agora conectados com o Rio da Vida, que contém um suprimento inesgotável de Partículas Adamantinas. É tangível, amados. É real, e é o mais maravilhoso sentimento de bem-aventurança que vocês jamais experimentarão, enquanto estiverem no veículo terreno, porque estão vivenciando a Essência pura e amorosa do Criador.
Meus corajosos, não temam o futuro, porque quando o seu coração e suas intenções são puras, vocês são abrigados no brilho e na proteção da Luz do Criador. Não lhes diremos que não haverá tempos estressantes à frente, pois vocês precisam atravessar o caminho da polaridade e da dualidade a fim de alcançar o patamar da paz e da harmonia. Sempre haverá desafios, lições e oportunidades para expandir a consciência à medida que vocês integrarem mais da sua Divindade."
Rún Valdr é um sistema de canalização de energia trazido a nós por Rodney Cox em 2004, através de meditações e viagens astrais onde recebeu todo o sistema de Ódin e Frejia.É um sistema de reequilíbrio e balanceamento energético que nos ajuda no crescimento pessoal e espiritual.
Através do entendimento da mitologia dos povos do norte – equilibra nosso campo energético e tem aplicação direta nos nossos problemas do dia a dia, abrindo o caminho para enfrentarmos as adversidades.
A Mística Nórdica traduzida pelos símbolos e runas - o furthak, alfabeto rúnico antigo, no Rún Valdr, ativa a Energia Universal e a manifesta no individuo produzindo o reequilíbrio e a harmonia.
O Rún Valdr emprega símbolos e mantras próprios, usando também as runas, letras do alfabeto nórdico antigo que têm grande poder, de forma a preservar e aplicar o espírito nórdico das Nove Nobre Virtudes, a saber: Coragem, Verdade, Honra, Lealdade, Autocontrole, Hospitalidade, Responsabilidade Pessoal e Perseverança. Essa é a alma do Rún Valdr.
Para agendar uma consulta entre em contato: draroseromero@gmail.com
Estudos mostram que a meditação reduz o metabolismo - os batimentos cardíacos e a respiração ficam mais lentos e o consumo de oxigênio pelas células, cai. É isso que dá a sensação de relaxamento e tranqüilidade. Entre outros benefícios, meditar previne e combate a depressão, a hipertensão arterial, a dor crônica, a insônia, a ansiedade e os sintomas da síndrome pré-menstrual, além de ajudar a reduzir a dependência de drogas. Nos 4 vídeos abaixo ( clique na tela "play all" para que os videos seguintes sucedam o primeiro) o Venerável Dalai Lama e o Venerável Rene Feuzi, monges do Budismo Tibetano, nos explicam como e para quê meditar, assim como os 9 níveis da calma mental atingidos na meditação budista.
As doze estrelas com a qual viu São João
Evangelista coroada a cabeça daquela Rainha em Apocalipse
12,1; representam as doze graças ou virtudes que a Santíssima Trindade lhe
concedeu:quatro do Pai Eterno,quatro do Filho e quatro do Espírito Santo
Maria
manifestou estas doze virtudes e as irradia em sua aura. Ela nos convida e
ajuda a ativar a manifestação dessas virtudes em nós, em nossa vida
diária.
A Nona
Estrela ou Virtude advém da nona benção: Bendito seja o Filho de Deus, que se encarnou
nas entranhas da Virgem Maria e nelas habitou por nove meses.
Virtude: AMOR
O amor que cresceu em seu ventre e se expandiu
e tomou conta de todas as suas células, moléculas e átomos. O amor que a fez
compreender, lidar e orientar um filho crístico, que era puro amor, centelha
divina encarnada. Amor que a fez tolerar, suportar e ultrapassar o escárnio e
brutalidade com seu filho para depois vê-lo ressuscitado e acompanhá-lo em
ascensão. Amor que tudo e a todos acolhe, compreende, tolera, supera,
harmoniza, pacifica e orienta.
Na nona estrelinha, ela manifestou em si a plenitude do AMOR na cena “Maria
aos pés da cruz”.
Jesus ao dizer a última palavra para João na cruz: “Filho, eis a tua mãe. Mãe, eis aí o
teu filho”, apontou este AMOR de MÃE e
mostrou que para ela João representava toda a humanidade como os filhos da MÃE
DIVINA..
Nesta nona
meditação do ano de 2013, somos convidados por Maria a descobrir em nós onde
dorme O VERDADEIRO AMOR em nós, acordá-lo e manifestá-lo
Devoção a Nossa Senhora do
Perpétuo Socorro Mãe de Deus! Mãe do
Belo Amor! Entrego-te, neste
dia, a minha vida e a de minha família. Livrai-me de minhas
moléstias, ainda que seja por milagre. Obrigado, Mãe de
Deus, minha mestra minha amiga. Sei que vais me dar
à solução do que tanto preciso
As doze estrelas com a qual viu São João
Evangelista coroada a cabeça daquela Rainha em Apocalipse
12,1; representam as doze graças ou virtudes que a Santíssima Trindade lhe
concedeu:quatro do Pai Eterno,quatro do Filho e quatro do Espírito Santo
Maria
manifestou estas doze virtudes e as irradia em sua aura. Ela nos convida e
ajuda a ativar a manifestação dessas virtudes em nós, em nossa vida
diária.
A Oitava
Estrela ou Virtude advém da oitava benção: Bendito seja o Espírito Santo, que
recebeu a Virgem Maria por sua Esposa.
Virtude: As Quatro Virtudes cardeais
1)Prudência.
É o reto agir, o bom senso, o equilíbrio. Cuida do lado prático da vida, da
ação correta e busca os meios para agir bem. Prudência é o mesmo que sabedoria,
previdência, precaução. O prudente é previdente e providente. É pessoa que
abandona as preocupações e abraça as soluções. Deixa as ilusões e opta pelas
decisões. Rejeita as omissões e se empenha nas ocupações. O lema dos prudentes
é: “Ocupação sim, preocupação não.” A prudência coloca sua atenção na
preparação dos fatos e eventos e nunca na precipitação nem no amadorismo ou
improvisação.
2)Temperança.
É o auto-controle, auto-domínio, renúncia, moderação. A temperança ordena
afetos, domestica os instintos, sublima as paixões, modera os impulsos e
apetites. Abre o caminho para a continência, a castidade, a sobriedade, o
desapego. É próprio da temperança o cuidado conosco mesmo, com os outros e com
a natureza. A temperança não permite que sejamos escravos, mas livres e
libertadores e nos encaminha a maturidade humana. Sem renúncia não há
maturidade.
3)Fortaleza.
Faz-nos fortes no bem, na fé, no amor. Leva-nos a perseverar nas coisas difíceis e árduas, a resistir à mediocridade,
a evitar rotina e omissões. Pela fortaleza vencemos a apatia, a acomodação e
abraçamos os desafios. É virtude dos profetas, dos heróis e dos mártires. Hoje
a fortaleza nos leva a enfrentar a depressão, o stress, o câncer, a AIDS, os
golpes da vida. Grandes são os conflitos humanos, porém maior é a força para
superá-los. A vida é luta renhida, dizia nosso poeta e a fé é um combate
espiritual. “Coragem, Eu venci o mundo!” (Jo 16,33).
4)Justiça. Regula nossa convivência, possibilita o
bem comum, defende a dignidade humana, respeita os direitos humanos. É da
justiça que brota a paz. Sem a justiça nem o amor é possível. É a virtude da
vida comunitária e social que se rege pelo respeito à igualdade da dignidade
das pessoas. Da justiça vem a gratidão, a religião, a veracidade. Não se pode
construir o castelo da caridade sobre as ruínas da justiça. Pelo contrário, o
primeiro passo do amor é a justiça, porque amar é querer o bem do outro.
Na quarta estrelinha, ela manifestou em si a “Mediação de todas as graças”.
Os
santos doutores da Igreja dizem que todas as graças passam pelas mãos de Maria,
mesmo as que você pede aos santos, é ela quem as distribui.
Experimentando,
vivendo as quatro virtudes cardeais, assim como Maria, manifestamos um canal
perfeito de Graça Divina,
Nesta oitava
meditação do ano de 2013, somos convidados por Maria a descobrir em nós onde
dormem as quatro Virtudes, acordá-las e manifestá-las e vamos meditar:
Por onde anda a Prudência
em minha vida? O quanto tenho agido, ou não, abandonando as preocupações e abraçando as soluções?
Como a Temperança
tem agido em minha vida? Tenho priorizado o auto controle em vistas de moderar
meus impulsos e apetites para com isso ser realmente livre de velhos hábitos e
padrões que me escravizam a vida?
Tem
sido a Fortaleza uma grande
companheira, ajudando-me a perseverar nas situações difíceis, na depressão e
doença, ou esqueço dessa grande amiga e dou espaço ao desespero e ao stress?
Permito que a Justiça
pavimente a estrada que leva ao amor na minha vida? Percebo que essa é a
estrada que rege o respeito a igualdade e dignidade da pessoa humana?
As doze estrelas com a qual viu São João
Evangelista coroada a cabeça daquela Rainha em Apocalipse
12,1; representam as doze graças ou virtudes que a Santíssima Trindade lhe
concedeu:quatro do Pai Eterno,quatro do Filho e quatro do Espírito Santo
Maria manifestou estas doze virtudes e as irradia em sua aura. Ela nos
convida e ajuda a ativar a manifestação dessas virtudes em nós, em nossa vida
diária.
A Sexta Estrela ou
Virtude advém da sétima benção: Bendito seja o Filho de Deus, que viu e escolheu a Virgem Maria para ser
sua mãe.
Virtude:VISÃO
~ A Visão
profunda de Maria é o olhar do Coração, queunificaepacifica. É
aquele que é capaz, pelo seu olhar, de iluminar e de transcender o que é olhado. O olho dá acesso ao reflexo da Luz e ao
jogo da Sombra e da Luz. O Coração dá acesso à Visão real, onde não há mais
qualquer reflexo, onde não há mais jogo entre a Sombra e a Luz.
A Visão do Coração é uma Visão direta, franca, imediata, que não passa,
justamente, pela imagem, mas pela instantaneidade da percepção Vibratória,
traduzindo-se em certeza Interior.A qualidade desse olhar novo transforma o que
é olhado, revelando, de algum modo, a Luz atrás da aparência, a Luz escondida
nas profundezas. Esta nova Clareza, esta nova Profundez, é averdadeiraVisão.
Nesta sétima meditação do ano de 2013, somos convidados por Maria a “enxergar
com olhos de ver“, e vamos meditar:
Fechando os olhos e pedindo ao Coração para ver. Basta simplesmente fechar os olhos e pedir para abrir o olho do Coração,
do seu Coração e para ver com o Coração. E vocês verão, naquele momento. Vocês
não verão uma imagem, mas verão a Verdade.
Uma
capacidade nova vai lhes permitir, sem julgamento, perscrutar e ver,
fisicamente, além do físico, além da aparência. Existirá, portanto, real e
concretamente, uma Luz que vai sair pelos olhos (o Fogo do Espírito, o Fogo do
Coração), agindo concretamente sobre o que é olhado. Isso irá se expressar por umaProfundez diferente e por umaClarezadiferente. Tal olhar é, em si mesmo, um
Fogo transformador.
E assim
que tiverem realmente visto com o Coração, pode-se, contudo, dizer que a Visão
dos olhos nunca mais será a mesma, porque vocês irão saber, naquele momento,
que ela é falsa e falsificada.
Ver com o
Coração não pode enganar, contrariamente ao ver apenas com os olhos físicos.
Prece
para ver com a Visão do Coração
Mãe Abençoada ajuda-me a ver com teus
olhos doces.
A falar com Teu coração feroz.
A descobrir minha cabeça e olhar para
dentro, por baixo,
por trás, para além de todas as
palavras e mundos.
Que meus caminhos sejam iluminados
quando passar pela “luz negra” aprendendo assim a caminhar com os olhos “abertos”,
e quando, por quê, como, onde e com quem.
Que eu me lembre do quanto é sagrada
sua “Fundição de Luz”, e de como sou profundamente abençoado por ti, Sagrada
Mãe, que não teme nenhuma escuridão.
As doze estrelas com a qual viu São João
Evangelista coroada a cabeça daquela Rainha em Apocalipse
12,1; representam as doze graças ou virtudes que a Santíssima Trindade lhe
concedeu:quatro do Pai Eterno,quatro do Filho e quatro do Espírito Santo
Maria manifestou estas doze virtudes e as irradia em sua aura. Ela nos
convida e ajuda a ativar a manifestação dessas virtudes em nós, em nossa vida
diária.
A Sexta Estrela ou Virtude advém da sexta benção: Bendito seja o Espírito Santo, que revelou a
Virgem Maria, antes que a outro, o nome do espírito.
Virtude:Profundidade
~ Proporciona o mergulho no SER, na Essência
do Ser que É em Si.
Na sexta estrela, ela manifestou em si a recepção e
infusão do Espírito, o que lhe possibilitou ascender e viver a divindade, o
Espírito e Verdade ainda encarnada.
Nesta sexta meditação do ano, em Junho de 2013, somos convidados por
Maria a ser humildes como o Mar que mesmo com sua imensidão, está abaixo de todos os
rios para recebê-los, e vamos meditar sobre:
Em que situações abro mão das
minhas “razões” para ouvir e receber o outro?
Tenho trabalhado minha
paciência e tolerância comigo mesmo e com o outro??
Que crença me impede de abrir
mão do controle e simplesmente receber o que o Espírito me traz?