domingo, 13 de fevereiro de 2011

O QUE É UM LABIRINTO?

Uma profunda ferramenta para meditação, uma metáfora para um caminho espiritual, um ícone feminino cristão, um símbolo de Maria de Nazaré ou até do Cristianismo, o Labirinto é na maioria das vezes em si mesmo uma poderosa inspiração.
Labirintos diferenciam-se dos dédalos por serem feitos de apenas um trajeto de ida e volta, sem pontos de encruzilhada ou de decisão. No caminho de um labirinto não é preciso pensar, apenas fluir no fluxo.

Originário de um desenho pintado no chão da Catedral de Chartres na França, o labirinto tem inspirado pessoas e grupos ao redor do mundo desde a década de 90 a construir e experienciar seus mistérios e segredos.

O Labirinto traz à mente um equilíbrio inusitado – balanceando os lados direito e esquerdo do cérebro com suas voltas e meandros – trazendo um sentido de paz e harmonia, vivido através de uma sensação quase pueril de unidade ao se sentir balançado num berço.

Durante a caminhada, ao se percorrer os quatro quadrantes ora para a direita, ora para a esquerda, ativamos os dois hemisférios cerebrais com todo o nosso corpo e sentidos. Sinto que o sentido de unidade é ativado porque vivenciamos a inteireza do cérebro ao ativar o ”corpo caloso”, o feixe de nervos que conecta os dois hemisférios cerebrais. E com isso nos abrimos para a intuição.

Ao tomar a decisão de entrar no labirinto, geralmente se entra com um propósito. Este propósito pode incluir uma necessidade de calma e paz interior, aprofundamento espiritual, limpeza da mente, equilíbrio físico e/ou emocional e/ou mental e/ou espiritual, recuperação por uma perda emocional ou uma celebração.

Uma vez no labirinto, caminha-se no próprio ritmo – até parando no meio do caminho para meditar ou anotar algum insight – até chegar ao centro. No centro – não só físico, mas espiritual – paramos por alguns momentos para experimentar as energias do labirinto e meditar sobre elas. Então após o momento de cada um, deixa-se o labirinto pelo mesmo caminho percorrido anteriormente, sem atalhos até a saída.

Atualmente o labirinto está no centro de um crescente interesse na pratica espiritual secular e na regeneração holística da saúde. Podemos encontrar labirintos fixos e móveis não só semelhantes ao de Chartres (11 voltas), mas também semelhantes ao da Catedral de St.Paul (7 voltas) em igrejas, hospitais de reabilitação, de oncologia, cardiológicos; clínicas de redução de stress, grupos religiosos, prisões, retiros espirituais, workshops de teopsicologia e jardins particulares por todo o mundo.

Caso queira encontrar o labirinto mais próximo de você entre no site www.verditas.net e faça uma busca por país e cidade no Labirinto Locator.

Rose Lane Romero da Rosa
Psicóloga, Analista Junguiana, facilitadora do Projeto Labirinto no RJ, Brasil

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Meditação ~ Respirando!!!

Meditação 
Toda técnica de meditação tem como princípio básico e primeiro, a Respiração. 
Precisamos, observar, sentir,concentrar e trabalhar nossa respiração. 
Seguindo as instruções do vídeo abaixo, iniciamos nesse caminho de relaxamento, equilíbrio e harmonia.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O Velho que Nunca Amou

Quem conta um conto imagina Realidades!
Toda semana temos um encontro marcado onde você, pai ou mãe, vai se inspirar num conto para imaginar realidades, a partir dele, com seus filhos.

Além da "moral da estória", você vai acessar um tipo de meditação onde toda a familia poderá praticar o relaxamento, o despertar da imaginação e principalmente um momento de puro prazer familiar.

Senta que lá vem a história!


O Velho que nunca amou

Contam que o elevado e santo Bajezid Bistami encontrava-se falando a uma grande e atenta platéia. Todos os presentes, velhos ou jovens, estavam fascinados com suas palavras. No auge deste encantamento, quando seu discurso enlevava a todos, entrou um fumador de ópio, e com a fala algo arrastada disse:
- Mestre, meu burro se perdeu. Ajuda-me a encontrá-lo.
- Paciência, meu filho, eu vou achá-lo - disse-lhe Bajezid Bistami, continuando seu sermão.
Após algum tempo, enquanto ainda discursava, perguntou aos presentes:
- Existe alguém entre nós que nunca amou?
- Eu - disse um velho levantando-se - eu nunca amei ninguém, desde minha mais remota juventude. Nunca o fogo da paixão consumiu minha alma. Para que não turvasse minha mente, nunca deixei o amor ocupar meu coração.
O venerando Bajezid Bistami voltou-se então para o fumador de ópio que pouco antes o havia interrompido e lhe disse:
- Vê, meu filho, acabo de achar teu burro! Pega-o e leva-o daqui.
Extraído de:Türkische Märchen, Eugen Diederichs Verlag, Jena, 1925
Traduzido do Alemão por Sergio C. Bello

Moral da Estória:

O que nos distingue dos animais é a nossa capacidade de sentir e expressar o Amor numa rica variedade de tipos e formas e em tempos diferentes, numa expressão da nossa verdadeira natureza divina.

Visualização :
      
      Agora fiquem quietos, ouçam a musica abaixo, mantenham os olhos fechados olhando para o olho espiritual – o ponto entre as sobrancelhas. Sintam o amor no seu coração, esse sentimento especial dentro de vocês. Esse sentimento é o nosso presente invisível (silêncio 5 segs). Sintam este sentimento gostoso crescer, enchendo o peito, todo o nosso corpo (silêncio 5 segs). Sintam ele crescer tão grande que sai do corpo e enche toda a sala, uma nuvem rosa e azul de amor abraçando todos na sala (silêncio 5 segs) . Inspirem profundamente sentindo que junto com o ar que entra no seu corpo, todo o amor que você sente, que você é, também entra e sai com a respiração.
Nós temos muito amor a nossa volta para compartilhar.
Agora vamos compartilhar o amor com nossas famílias e amigos orando por eles. Vejam sua família e amigos, envolvidos pelo seu amor como por um grande abraço. Este amor que está envolvendo a todos  vai ajudar durante todo o dia, a termos conversas tranqüilas onde todos irão se respeitar, compreender, se aceitar,enfim, amar mais e melhor. 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Quem conta um conto imagina Realidades!
Toda semana temos um encontro marcado onde você, pai ou mãe, vai se inspirar num conto para imaginar realidades, a partir dele, com seus filhos.

Além da "moral da estória", você vai acessar um tipo de meditação onde toda a familia poderá praticar o relaxamento, o despertar da imaginação e principalmente um momento de puro prazer familiar.
Senta que lá vem a história!


O Náufrago

Um rico ateniense navegava com outros passageiros quando uma tempestade virou o navio. Enquanto todos tentavam salvar-se a nado, o ateniense, agarrado a uma tábua, invocava, a todo instante, a deusa Atena, prometendo-lhe mil coisas caso se salvasse. Um dos náufragos, que nadava ao seu lado, exclamou: ”Invoca Atena, mas não se esqueça de nadar! 

MORAL: 
Não basta invocar os deuses! É preciso fazer a nossa parte! Felizes os que, por terem praticado boas ações, ainda obtêm a proteção dos deuses. Quando se cai em desgraça, é preciso muito esforço para sair dela. Só então se pode buscar socorro na divindade.


VISUALIZAÇÃO: 
Sentado, olhos fechados, respire 3 vezes lentamente e.... imagine-se em frente de uma porta que acabou de fechar com um grande estrondo. Esta porta representa o obstáculo que você precisa ultrapassar. Perceba ou imagine esta porta ficando cada vez mais transparente, mais clara, tão clara que mais parece um véu, uma cortina de um tecido muito fino e transparente. Respire profundamente e abra esta cortina. Olhe e veja o que está escrito numa tela a sua frente em letras grandes e azuis. Então aceite a sugestão de ação que sua mente lhe envia, respire e abra os olhos.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Jesus Acalma a Tempestade

Quem conta um conto imagina Realidades!
Toda semana temos um encontro marcado onde você, pai ou mãe, vai se inspirar num conto para imaginar realidades, a partir dele, com seus filhos.

Além da "moral da estória", você vai acessar um tipo de meditação onde toda a familia poderá praticar o relaxamento, o despertar da imaginação e principalmente um momento de puro prazer familiar.
Senta que lá vem a história!
  
Jesus está cansado após um longo dia de atividades. 
Ele pede que Seus discípulos o levem de barco para o outro lado do Mar da Galiléia, distante das multidões. 
Jesus pega no sono. De repente, começa uma forte tempestade. Os discípulos procuram salvar a si mesmos e ao barco. 
Finalmente, se lembram de que Jesus está no barco. Eles O acordam, clamando por ajuda. Jesus acalma a tempestade e pergunta aos discípulos: Onde está a sua fé?” “Havia outros barquinhos de pesca ali por perto, na praia, os quais se encheram em breve de gente que seguiu a Jesus.
Aqueles intrépidos pescadores haviam guiado a salvo a embarcação em meio de muita tormenta; agora, porém, sua resistência e habilidade nada valiam.
Absorvidos nos esforços de se salvar, haviam esquecido a presença de Jesus ali no barco.
Enfim... lembraram. ... Em seu desamparo e desespero, exclamaram: ‘Mestre, Mestre!’
Ao lidarem os discípulos com os remos, tentando um derradeiro esforço, ergue-Se Jesus. Ergue a mão.., e diz ao irado mar: ‘Cala-te, aquieta-te.’
Cessa a tormenta. ... O barco descansa sobre o mar sereno.
Os barcos que partiram seguindo a Jesus, achavam-se no mesmo perigo que o dos discípulos. Eu nunca tinha pensado nisto.. e vc?  A tempestade levara os barcos da mais próxima vizinhança, e todos os que havia a bordo testemunharam o milagre. 

Na paz que se seguiu, foi esquecido o temor. O povo segredava entre si: ‘Que Homem é este, que até os ventos e o mar Lhe obedecem?”
Moral da Estória
 Jesus protege muito Seus filhos. Ele nos conhece e nos ama muito. Mas nós não O conhecemos e geralmente subestimamos Seu poder de controlar crises em nossa vida. As vezes, entramos em pânico e recorremos a Ele como último recurso (não ideal). No entanto, Ele tem estado o tempo todo calmamente nos esperando. E age em nosso auxílio quando pedimos
Visualização
Sente-se confortavelmente. Feche os olhos e respire profundamente por três vezes. Enquanto a música abaixo toca, visualize a sua frente Jesus se aproximando de você. Receba-o de braços abertos, receba o seu abraço. Sinta a amizade e o amor fluindo de coração a coração. Diga a ele todas as suas aflições, dores e preocupações. Entregue a ele todos os problemas que lhe afligem e saiba que tudo está bem, que a solução existe e que Ele cuidará para que o melhor para você vai acontecer. Agradeça este momento de puro amor, respire profundamente, abra os olhos e volte para o Agora.


sábado, 18 de dezembro de 2010

O Pássaro Azul e a Imperatriz da China

Toda semana temos um encontro marcado onde você, pai ou mãe, vai se inspirar num conto para imaginar realidades, a partir dele, com seus filhos.


Além da "moral da estória", você vai acessar um tipo de meditação onde toda a familia poderá praticar o relaxamento, o despertar da imaginação e principalmente um momento de puro prazer familiar.

Senta que lá vem a história!  
A imperatriz da China tinha tudo o que se pode imaginar: palácios de mármore e cobalto, com lagos de porcelana colorida, no meio de parques e jardins cheios de flores esquisitas e animais raros; tinha cofres a abarrotar de jóias de alto preço, e vestidos luxuosos e com a cauda tão comprida que a imperatriz já estava a sentar-se no trono da sala nobre do palácio onde vivia e ainda a cauda do vestido vinha à porta da rua, segura pelas mãos de muitos escravos, criados e aias, que eram às centenas para servir a imperatriz da China.

   A imperatriz da China tinha móveis e espelhos, cavalos e carruagens, barcos de passeio e leques de plumas tão grandes, que uma vez abertos a tapavam toda; tinha relógios de complicados mecanismos, que tocavam as horas por música, e caixas de música com mecanismos mais complicados do que relógios.

   Mas de tudo quanto possuía, o que a imperatriz da China mais adorava era um pássaro azul, cor do céu, com as asas esguias, do feitio de lanças, as penas da cauda recortadas e curvas, e o bico adunco, em forma de garra, e que tinha a particularidade de falar, o que não deve ser difícil na China, onde a conversa das pessoas é quase como o piar dos pássaros.

   O pássaro azul da imperatriz da China vivia numa gaiola dourada, no meio da sala principal do palácio, e havia uma dúzia de criados para tratar dele. E a imperatriz passava a vida a con­versar com o pássaro azul.

   — Trli-piu? — perguntava-lhe a imperatriz, o que em chinês quer dizer: "És feliz?"

   E o pássaro azul respondia-lhe:

   — Pió-pió-pió-piu! — que significa em chinês: "Estou triste, triste, triste!..."

   E a imperatriz pensou que o pássaro azul talvez se sentisse apertado dentro da gaiola dourada, ele, que tinha nascido numa das grandes florestas dos confins da China, que também pertenciam à imperatriz. Então, ordenou que viessem à sua presença engenheiros e arquitectos, carpinteiros e vidraceiros, jardineiros e canalizadores, e mandou construir imediatamente uma gaiola tão grande que parecia uma estufa, com lagos artificiais, fontes e relvas, e sobretudo muitos troncos de árvore, para o pássaro azul poder voar à vontade de uns para os outros, como se estivesse num pequeno bosque.

   Quando tudo estava pronto, mandou transportar o pássaro azul da gaiola dourada para aquela espécie de estufa, e entrou ela própria lá dentro para perguntar ao pássaro:

   — Trli-piu?

   Mas o pássaro azul pousou num ramo, deixou-se ficar uns momentos calado, e por fim respondeu:

   — Pió-pió-pió-piu!...

   E o último piu foi tão prolongado e triste que a imperatriz sentiu um peso no coração e uma grande vontade de chorar. Imediatamente, ordenou que viessem de novo à sua presença todos os engenheiros e arquitectos, carpinteiros e vidraceiros, jardineiros e canalizadores, e mandou construir uma enorme cúpula de vidro, armada sobre fortes varões de ferro, sobre o parque mais bonito que havia em redor do palácio, para soltar aí o pássaro azul.

   Quando tudo estava pronto, a própria imperatriz da China pegou no pássaro azul com todas as cautelas, e soltou-o no parque envidraçado. Viu-o voar, voar, voar, cada vez mais alto, até à cúpula de vidro, por onde entrava o sol a jorros, e depois descer quase a pino e desaparecer entre a folhagem. Meteu-se pelas alamedas, arrastando a cauda, e chamou pelo pássaro azul com palavras meigas, que em chinês são ainda mais meigas, mas o pássaro azul não lhe respondeu. Até que o encontrou metido no buraco do tronco de uma árvore, e nem foi preciso perguntar-lhe nada, porque o passarinho repetia, num trinado que nunca mais acabava:

   — Pió-pió-pió-piu! Pió-pió-pió, piiiu!... 

   Parecia que chorava. A imperatriz da China teve uma fúria e perguntou ao pássaro:

   — Que queres afinal?

   E o pássaro azul saiu do buraco do tronco da árvore, deu uma volta no ar, abriu as asas do feitio de lanças, sacudiu as penas da cauda recortadas e curvas, estendeu a cabeça para o alto, abrindo o bico em forma de garra, e trinou:

   — Chrriu-chilriu-chilriu! — o que em chinês significa: "Quero a liberdade!"

   A imperatriz da China ficou muito triste, mas depois de pensar um bocado mandou novamente chamar todos os seus engenheiros e arquitectos, carpinteiros e vidraceiros, jardineiros e canalizadores, e deu-lhes ordem para desfazerem o mais depressa possível a enorme cúpula de vidro, que cobria o parque.

   E quando tudo estava acabado, a imperatriz da China voltou devagarinho para o palácio, e subiu até à janela mais alta da torre mais alta. Olhou para as copas das árvores do parque e viu o pássaro azul, de asas bem abertas, brilhando à luz do Sol como esmalte, as penas da cauda pendidas, o bico aberto apontando para o céu, voar, voar, voar sem descanso, cada vez mais alto, na direcção do infinito, tão azul como ele. E cantava alegremente, com toda a força dos seus pulmões, para a imperatriz da China ouvir:

   — Trrriu-tchilriu-tiu-trliu-trliu-trliu! — o que em chinês quer dizer: "Sou feliz, feliz, feliz!"

   E, enxugando uma lágrima de saudade ao lenço de rendas caras, a imperatriz da China sentiu-se feliz também.

Ricardo Alberty
O príncipe de ouro e outras histórias
Lisboa, Editorial Verbo, 1989


Moral da estória
Quem ama cuida, quem ama mais se dedica, quem ama sem condições liberta!


Visualização
Sente-se confortavelmente. Feche os olhos ou acompanhe a projeção abaixo. Respire profundamente por três vezes e lembre-se de um encontro com alguém que lhe trouxe muita felicidade, amor e alegria. Imagine que para esta pessoa ser feliz é preciso que ela vá para uma terra distante. Ela hesita em ir porque você vai ficar muito triste, com saudades dela. Perceba o quanto ela ficará feliz nesta terra longínqua e permita que ela sinta esta felicidade partindo. Sabendo que o amor que os une é contínuo e duradouro, liberte-a com seu amor, sentindo que o seu amor a empurra em direção ao seu destino. E sentindo esse amor profundo, inspire e expire, se espreguiçando, acordando o corpo, abrindo os olhos ou até o fim da musica que acompanha a projeção,e volte para cá.


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Oração à Mãe Divina

Mãe Divina, Mãe do Divino Amor, a ti elevamos nossos corações esperando alcançar as bênçãos e graças que fluem continuamente de ti.

Santa Maria, realmente és cheia de graça, porque o Espírito Santo, com seu Divino Amor, abriu em ti a sua morada: desde o momento da concepção preservou-te imaculada. De novo retornou a ti no dia da Anunciação, fazendo de ti a Mãe; no dia de Pentecostes, pousou sobre ti com seus sete dons e te fez guardiã e fonte das divinas graças.

Mãe sempre fiel, quando veio sobre Ti a incerteza, quando foste rodeada pelas dificuldades, soubeste confiar. E de que maneira confiaste!
No momento crucial da história, com decisão e firmeza, pronunciaste aquele bem-aventurado "faça-se em mim a Tua vontade", do qual vem a nossa salvação. E sempre o mantiveste!
As desconfianças de outros, os dizeres de tantos nunca te afastaram da santa confiança. Obtém-me, Santa Maria, o auxílio divino que me permita superar todas as incertezas que ora me aflijem.

Doce e amorosa Senhora, Maria, nossa Mãe, vela sempre pelo nosso bem,
intercede todo o tempo por nossa saúde e obtém-nos a força necessária
para percorrer o caminho da vida, respondendo ao Plano divino.

Mãe Divina sede o nosso caminho para chegarmos ao Cristo, e o canal pelo qual recebemos todas as graças necessárias à nossa redenção. Sede o nosso socorro nas necessidades, o nosso alívio nas aflições, o nosso refúgio nas perseguições, o nosso auxílio em todos os perigos.

Mãe do Divino Amor concede-nos a Paz. Faz triunfar o teu amor. Reúne na unidade perfeita todos os teus filhos. Ilumina com a tua luz todos os que ainda não crêm, dá-nos a coragem do arrependimento constante e força para vencer os obstáculos. Ilumina a nossa mente para seguirmos sempre o caminho do bem e enquanto permanecermos na lida da vida socorre-nos em nossas necessidades conservando em nós o amor diante dos inevitáveis sofrimentos da vida.
Cura ó Mãe das Graças as nossas enfermidades. Olha-nos com materna bondade e protege as obras do Divino Amor. E a nós, teus filhos, concede-nos ó doce Mãe louvar-te sempre, ajudando-nos a crescer em graça, beleza e alegria. E finalmente, quando Deus nos chamar recebe-nos em teus braços amorosos.

Que nosso coração arda sempre no amor em Deus nesta vida para gozar contigo a bem-aventurança divina por toda a eternidade.
Que o teu amor brilhe para sempre no santuário de nossa devoção e que possamos despertar o teu amor em todos os corações.
Amém.
                                          Rj, 28 de maio de 2010, 3:00hs. 



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