segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O segredo para trabalhar melhor e feliz!

Acreditamos que devemos trabalhar para sermos felizes, mas poderia ser ao contrário? 
"Se elevarmos o seu nivel de positividade, a performance do seu cérebro melhora significativamente; sua inteligaencia aumenta, sua criatividade aumenta, seus niveis de energia aumentam."
Nesta palestra de fala rápida e divertida do TEDxBloomington (clique no link abaixo), o psicólogo Shawn Achor argumenta que, na verdade, a felicidade inspira a produtividade.

http://www.ted.com/talks/shawn_achor_the_happy_secret_to_better_work.html?utm_content=awesm-publisher&utm_medium=on.ted.com-static&utm_source=facebook.com&utm_campaign=&awesm=on.ted.com_WorkHappier




terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O CAMPO MAGNÉTICO E O CARMA

É fundamental entendermos que todos nós possuímos um campo magnético à nossa volta e, através dele, interagimos com os outros. Nossas simpatias, aversões, desconfianças e impulsos, geralmente nos vêm de atrações ou repulsões magnéticas. Antes mesmo de interagirmos com alguém ou vivenciarmos uma situação, temos” insight” a respeito do que está por vir. Nosso campo está sempre adiantado em relação às nossas percepções sensoriais.


Ao experimentarmos a vida aqui no Planeta, assumimos a “dualidade” que é característica desse nosso plano e que nos faz lidar com fatos “positivos” e “negativos” ao longo de nossas diversas encarnações. Quando nos deparamos com situações extremamente adversas, sofremos um trauma que causa, perda energética e nos deixa presos aquele episódio, naquele ponto do espaço e do tempo. Os sentimentos que nos mantêm aprisionados são sempre de baixa vibração, geralmente de culpa, vergonha ou raiva e a quantidade de energia despendida permanece naquele momento, enquanto o “resto de nós” segue em frente, com uma “fenda” no corpo energético A sintonia com o amor foi quebrada e adquirimos um carma. 



Algumas pessoas se utilizam de uma habilidade que todos têm, mas poucos usam, que é a de olhar para os acontecimentos com um olhar amoroso ou se preferirmos, com um olhar positivo. A partir dessa observação, eliminam todos os sentimentos de baixa vibração, “perdoando” e seguindo em frente, fechando automaticamente aquele espaço vazio e recuperando sua integridade energética. Esses, não adquiriram carma , pois resolveram o problema e encerraram a experiência positivamente. Quem não consegue ter o olhar de isenção, se fecha para o fluxo do amor regenerador e seu campo magnético passa a atuar como um ímã que atrairá situação semelhante à que originou o trauma, na mesma vida ou em outras. Somente através do entendimento, da transformação do ponto de vista e do perdão, a energia perdida lá atrás, pode voltar ao seu lugar de origem.

É compreensível então, que no ponto atual da evolução humana, vejamos tantas pessoas perdidas e sofrendo, pois através das várias experiências ao longo do tempo, deixaram para trás tantos “pedaços” que já nem mesmo lembram de quem são. Se pudéssemos visualizar seus corpos energéticos, veríamos uma malha com muitos furos, cada um deles causando dor e saudade de si mesmos e atraindo, através de seu campo magnético, o mesmo tipo de acontecimento que os originou.


A sensação de solidão que assola quase toda a humanidade vem da perda da “unidade” e a procura em pessoas ou coisas externas, do que ,na verdade, falta em nós mesmos, causa mais problemas do que soluções. Seres incompletos, raramente são capazes de dar ou receber amor verdadeiro e causam danos onde passam. Para mudar esse quadro é necessário encarar toda e qualquer experiência como um aprendizado que SEMPRE traz conseqüências positivas .É preciso observar o mundo com um olhar amoroso , aceitando-o como ele é, sem julgamentos, culpas, vergonha ou mágoas. Quando estamos sintonizados com a “unidade”, não há mais carmas. Nosso campo magnético passa então, a atrair situações de plenitude e abundância em todos os níveis, pois a energia do Amor é a nossa verdadeira essência e qualquer outra de menor vibração, faz parte da Ilusão, na qual mergulhamos de livre e espontânea vontade!

Marcia Caminada - Física

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A Experiência da Professora Jane Elliott

Poucos aqui no Brasil sabem o que aconteceu numa pequena escola na cidade de Riceville no interior do estado de Iowa nos EUA no dia 5 de abril de 1968. Talvez muitos saibam o que aconteceu no dia anterior, que foi a ignição para o evento que desejo narrar aqui: o assassinato de Martin Luther King, Jr. Muita gente na época comemorou, outras não se importaram e muita gente se lamentou, mas pouquíssimas reagiram como Jane Elliott. Inconformada com o preconceito e o racismo em nossa sociedade, ela resolveu tomar uma atitude e ensinar os alunos de sua escola o que significa de fato esse comportamento tão abominável.
Munida apenas de suas habilidades como professora de 34 anos, de sua determinação em levar as situações até o limite e de sua conhecida máxima: “Oh, Grande Espírito, não me deixe jamais julgar um homem antes de andar em seus sapatos.”, ela elaborou uma dinâmica para realizar com seus alunos do ensino elementar na manhã seguinte.
Quando os alunos chegaram, ela perguntou aos alunos o que eles achavam dos negros. A turma (que não tinha nenhum aluno negro) respondeu que negros eram burros, não tomavam banho e que tinham dificuldades de se manter nos empregos. (Alunos do ensino elementar! Meramente repetiam o que a família dizia.) Então ela perguntou a eles como seria se fossem negros por um dia. Ao ver que ninguém respondeu, ela comentou “Seria difícil saber, não seria, a menos que nós mesmos realmente experimentássemos a discriminação.” e então pegou um conjunto de braçadeiras e separou a turma em dois grupos: os de olhos azuis e os de olhos castanhos, dando as braçadeiras aos do primeiro grupo.
Assim que as dezessete crianças de olhos azuis colocaram seus braceletes, enquanto que as demais oito de olhos castanhos e as três de olhos verdes ficaram somente olhando, Jane declarou enfaticamente: “As pessoas de olhos castanhos são as melhores pessoas nesta sala. Elas são mais limpas e mais espertas.” E com essas palavras ela desencadeou um processo que nem ela mesma previa o final.
Para deixar as crianças mais impressionadas, ela resolveu escrever a palavra MELANINA no quadro negro e explicar que o pigmento que altera a cor dos olhos estava intimamente ligado à inteligência da pessoa. Ela sabia que agindo dessa forma, impressionaria os estudantes até o ponto de fazê-los acreditar que aquilo era verdade. Para impressioná-los ainda mais, Jane, que tinha olhos azuis, começou a derrubar o material de trabalho para fingir que era desastrada. Os alunos logo lembraram que isso se devia ao fato dela ter olhos azuis e pensaram que se ela tivesse olhos castanhos já seria diretora ou superintendente, ao invés de ser mera professora.
E então, para testar o quanto os alunos haviam assimilado a ideia, Jane perguntou à turma se os alunos de olhos azuis se lembravam da última tarefa, no que foi surpreendida com um sonoro “Não!” vindo dos alunos com olhos castanhos. Em instantes, o grupo que havia sido distinguido com a braçadeira já tinha sido apelidado pejorativamente como os “azuizinhos”. Uma aluna que nunca tivera problemas com multiplicação começou a cometer diversos erros de uma hora para outra. Alunos de olhos marrons juntaram-se sobre um “azulzinho”que estava correndo e exigiu que ele pedisse desculpa porque era inferior (e ele de fato pediu). Os alunos levaram a sério e no mesmo dia começaram uma verdadeira ditadura opressiva dos castanhos contra os azuis. No mesmo dia!
Surpreendente na época, tal reação não espantaria muitos psicólogos hoje em dia. Para quem leu o artigo Suscetibilidade ao Estereótipo: Ênfase na Identidade e Mudanças no Desempenho Quantitativo publicado na revista Psychology Science em 1999, já é sabido que uma estereotipagem ruim afeta diretamente o desempenho quantitativo em testes. A aluna que nunca errava, ao descobrir que fazia parte dos mais burros, começou a cometer erros que normalmente não cometia. Não é somente o desprazer de ser lembrado que é inferior, mas se tornar de fato inferior devido somente ao esteriótipo que torna o preconceito uma prática tão abominável.
Naquela sexta-feira, os alunos com olhos azuis sentiram na pele o que é ser um negro. Foram ofendidos e humilhados. O estigma de pertencerem ao grupo dos burros se refletiu sobre a sua atitude e sobre o seu desempenho. Eles foram negros por um dia. E na segunda-feira, quando voltaram para a escola e descobriram que a professora havia se enganado, e que na verdade os alunos de olhos castanhos que eram mais burros, não houve vingança na mesma moeda. Sabendo eles mesmos como é estar no sapato dos outros, trataram os “castanhozinhos” com mais respeito do que receberam quando a situação ainda não tinha sido invertida. E no final da aula, quando Jane pediu para os alunos de olhos castanhos retirarem suas braçadeiras, a cena que se seguiu a marcou toda a sua vida: os alunos começaram a se abraçar, alguns até mesmo chorando. Todos eles haviam aprendido o que era preconceito com aquela dinâmica aparentemente boba.
Na terça-feira, os alunos resolveram escrever uma carta à esposa de Martin, pois tinham ficado sensibilizados com os quatro filhos que ele deixou órfãos. As cartas foram parar no jornal local de Riceville, e depois publicadas nacionalmente. Em algumas semanas, Jane Elliott foi chamada para uma entrevista na televisão. Ao ser questionada por uma telespectadora que dissera: “Como você ousa tentar esse experimento cruel em crianças brancas? Crianças negras estão acostumadas com tal comportamento, mas crianças brancas, não tem jeito delas entenderem isso. É cruel com as crianças brancas e vai causar grandes danos psicológicos a elas.”, Jane respondeu de prontidão: “Por que nós estamos tão preocupados com os frágeis egos de crianças brancas que experimentaram algumas horas de racismo simulado por um dia enquanto crianças negras experimentam racismo real todos os dias de suas vidas?”
Dois anos depois, Jane Elliott fora chamada para realizar o experimento na Casa Branca. E daí em diante, ela replicou o experimento dezenas de vezes, inclusive para a televisão, e se tornou a cidadã mais famosa de Riceville. Em certa ocasião, ela tirou fotos dos alunos nos dois dias da dinâmica. Podia-se ver claramente como elas sempre estavam mais felizes quando não estavam com o colar que marcava os inferiores. Os efeitos chegam a ser visíveis neste ponto! Sua história se tornou um símbolo de como o racismo, mesmo simulado, pode ter efeitos reais e devastadores em nossas vidas. Pudessem todas as pessoas andar com os sapatos dos outros por um dia que seja, e os pedidos por respeito seriam apenas mais um clichê.
saiba mais aqui na fonte do artigo e no vídeo abaixo (um workshop com adultos e a Professora Elliot) com legendas em português.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Elyn Saks: Uma história da doença mental -- do lado de dentro

Tudo bem se eu destruir seu consultório completamente?" 
Esta foi a pergunta que Elyn Saks fez ao seu médico, e não era uma brincadeira. 
Advogada e Psicóloga , em 2007, Saks revelou ao público sua própria história de esquizofrenia, controlada por medicamentos e terapia, mas sempre presente. 
Nesta intensa palestra, ela nos pede para ver as pessoas com doenças mentais com clareza, honestidade e compaixão.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O que as alucinações revelam sobre nossas mentes

O neurologista e escritor Oliver Sacks chama nossa atenção para a síndrome de Charles Bonnet -- na qual pessoas visualmente deficientes experimentam alucinações lúcidas.

Ele descreve as experiências de seus pacientes com detalhes afetuosos e nos conduz à biologia desse fenômeno pouco divulgado.

Confira no vídeo abaixo a fascinante palestra de Oliver Sacks sobre "O que as alucinações revelam sobre nossas mentes"

Como e Para quê Meditar

Estudos mostram que a meditação reduz o metabolismo - os batimentos cardíacos e a respiração ficam mais lentos e o consumo de oxigênio pelas células, cai. É isso que dá a sensação de relaxamento e tranqüilidade. Entre outros benefícios, meditar previne e combate a depressão, a hipertensão arterial, a dor crônica, a insônia, a ansiedade e os sintomas da síndrome pré-menstrual, além de ajudar a reduzir a dependência de drogas.

Nos 4 vídeos abaixo ( clique na tela "play all" para que os videos seguintes sucedam o primeiro) o Venerável Dalai Lama e o Venerável Rene Feuzi, monges do Budismo Tibetano, nos explicam como e para quê meditar, assim como os 9 níveis da calma mental atingidos na meditação budista.

saiba mais sobre meditação clicando aqui 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Meditação na Nona Estrela da Coroa de Maria ~ no Labirinto

As doze estrelas com a qual viu São João Evangelista coroada a cabeça daquela Rainha em Apocalipse 12,1; representam as doze graças ou virtudes que a Santíssima Trindade lhe concedeu:quatro do Pai Eterno,quatro do Filho e quatro do Espírito Santo

Maria manifestou estas doze virtudes e as irradia em sua aura. Ela nos convida e ajuda a ativar a manifestação dessas virtudes em nós, em nossa vida diária.   
   
A Nona Estrela ou Virtude advém da nona benção:  Bendito seja o Filho de Deus, que se encarnou nas entranhas da Virgem Maria e nelas habitou por nove meses. 

Virtude: AMOR
O amor que cresceu em seu ventre e se expandiu e tomou conta de todas as suas células, moléculas e átomos. O amor que a fez compreender, lidar e orientar um filho crístico, que era puro amor, centelha divina encarnada. Amor que a fez tolerar, suportar e ultrapassar o escárnio e brutalidade com seu filho para depois vê-lo ressuscitado e acompanhá-lo em ascensão. Amor que tudo e a todos acolhe, compreende, tolera, supera, harmoniza, pacifica e orienta.

Na nona estrelinha, ela manifestou em si a plenitude do AMOR na cena “Maria aos pés da cruz”. Jesus ao dizer a última palavra para João na cruz: “Filho, eis a tua mãe. Mãe, eis aí o teu filho”, apontou este AMOR de MÃE  e mostrou que para ela João representava toda a humanidade como os filhos da MÃE DIVINA..

Nesta nona meditação do ano de 2013, somos convidados por Maria a descobrir em nós onde dorme O VERDADEIRO AMOR em nós, acordá-lo e manifestá-lo 


Devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Mãe de Deus! Mãe do Belo Amor!
Entrego-te, neste dia, a minha vida e a de minha família.
Livrai-me de minhas moléstias, ainda que seja por milagre.
Obrigado, Mãe de Deus, minha mestra minha amiga.
Sei que vais me dar à solução do que tanto preciso
                                Amém!

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