sexta-feira, 26 de novembro de 2010

EU SOU UMA LUZ ESCURA? Madre Teresa de Calcutá

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EU SOU UMA LUZ ESCURA?
Uma falsa luz? Uma lâmpada desligada que, conseqüentemente, não irradia luz alguma?
Faça com que seu coração seja uma luz brilhante.
Não importa o que nós fazemos ou o quanto fazemos, mas sim o quanto de amor nós colocamos na ação, porque aquela ação é o nosso amor por Deus em movimento.


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

ORAÇÃO PELA PAZ MUNDIAL

Há uma Paz, um Poder, uma Presença que penetra e permeia todo o universo. É a força do bem. É a fonte de toda a existência. Está viva em todas as coisas. É uma energia disponível a toda humanidade e está presente agora neste exato momento.
Percebo agora que sou um pilar da Paz. Eu sei que sou um com este Poder. Esta gloriosa presença é o próprio fundamento do meu ser. Essa Energia Cósmica flui através de mim e me liga a toda a humanidade.

Eu escolho agora a utilizar o grande poder da minha mente para criar um mundo digno de todos nós. Eu guio meus pensamentos para a Paz, Amor e Cooperação e eu posso ver todos os povos do mundo unidos em uma alegre celebração da vida. Esta energia que eu libero transforma este momento e toda a eternidade. Gerações vindouras serão abençoadas com um mundo fundado na paz. Porque eu sei agora que a paz começa comigo e é o legado legítimo da Humanidade. Um legado que eu vivo diariamente com todos os meus pensamentos, palavras e ações.

A paz está aqui e agora!

A paz está aqui para sempre!

Dou graças por este momento sagrado de paz. Dou graças a uma eternidade de paz. Agradeço à minha família global que vive em paz. Dou graças aos laços de amor que nos unem e nos dão força e coragem para criar o mundo dos nossos sonhos.

Um mundo pacífico.

Um mundo amoroso.

Um mundo cheio Infinitas Possibilidades.

Eu sou um com toda a existência. Eu sou um com a fonte da própria vida. Eu sou um com a presença de paz e partilho essas bênçãos com todo o mundo. Eu sei que minhas palavras estão cheias de Verdade e Poder e eu as libero para a Lei Universal da Vida. Sei que assim como eu disse, assim será.

E assim é. Paz. Paz. Paz.
Amem.
Ouça esta oração clicando no link:    http://www.4shared.com/audio/WcCLocAD/oracaodapaz.html

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O Sultão que se transformou em Exilado


Quem conta um conto... imagina realidades!!


Toda semana temos um encontro marcado onde você, pai ou mãe, vai se inspirar num conto para imaginar realidades, a partir dele, com seus filhos.
Além da "moral da estória", você vai acessar um tipo de meditação onde toda a familia poderá praticar o relaxamento, o despertar da imaginação e principalmente um momento de puro prazer familiar.
Senta que lá vem a história!

O Sultão que se transformou em exilado 
Conta-se que um sultão egípcio convocou certa vez uma reunião de conselheiros eruditos, e logo, como costuma acontecer, iniciou-se uma discussão. O tema era a Travessia Noturna do Profeta Maomé. 

Diz-se que naquela ocasião o Profeta foi removido de seu leito para as esferas celestiais. Durante esse período pode ver o paraíso e o inferno, conferenciou com Deus noventa mil vezes, viveu muitas outras experiências, sendo trazido de volta a seu quarto quando a cama ainda estava morna. Uma moringa cheia d'água que fora derrubada e derramada por ocasião do vôo celestial ainda não se esvaziara quando o Profeta retornou.
Alguns sustentavam ser isso possível graças a uma maneira diferente de calcular o tempo. O sultão afirmava ser algo impossível.
Os sábios disseram então que tudo era possível para o poder divino.
Mas essa declaração não satisfez o rei.

As notícias sobre tal debate chegaram finalmente ao conhecimento do xeque sufi Shahabudin, que se apresentou imediatamente ante a corte.
O sultão demonstrou a devida humildade para com o mestre, que disse:

- Proponho proceder sem mais demora a minha demonstração, pois saibam que as duas interpretações do problema são incorretas, e que há elementos de verificação segura que podem explicar as tradições, sem necessidade de recorrer a especulações rotineiras.
Havia quatro janelas no salão de audiências. O sufi abriu uma delas, por onde então o sultão olhou para fora. Numa montanha ao longe ele viu um exército invasor, cujas fileiras pareciam intermináveis, marchando rumo ao castelo. Ficou terrivelmente assustado.
- Peço-lhe que esqueça o que viu, pois não é nada - disse o sufi.
Assim dizendo, fechou a janela e voltou a abri-la. Dessa vez não se via ninguém lá fora.
Mas quando abriu outra das janelas, a cidade estava sendo devorada pelas chamas. E o sultão gritou alarmado.
- Não há razão para alarma, sultão, pois não é nada - disse o sufi. Quando voltou a fechar e abrir em seguida a janela, não havia nenhum sinal de incêndio.
Ao ser aberta, a terceira janela deixou à vista uma torrente que já ameaçava inundar o palácio.
E, de novo, repetiu-se o fenômeno: a inundação não existia.

Quando a quarta janela foi aberta, em lugar do usual deserto, via-se agora um jardim paradisíaco. Mas ao ser novamente fechada e reaberta a janela, o belo cenário desaparecera.
Então o xeque sufi ordenou que trouxessem uma vasilha com água, e pediu ao sultão que mergulhasse sua cabeça nela por um momento. Tão logo fez o que lhe era solicitado, o sultão encontrou-se sozinho numa praia deserta, um lugar que desconhecia inteiramente.
Sentiu-se enfurecido de repente com aquele feitiço mágico do xeque e jurou vingar-se dele.
Logo ele encontrou uns lenhadores que lhe indagaram quem era. Impossibilitado de revelar sua verdadeira condição, lhes disse que era um náufrago. Então eles lhe deram algumas roupas, e se dirigiu a um povoado. Um ferreiro, vendo-o vagar ao acaso, perguntou-lhe quem era.
- Um mercador náufrago, agora sem recursos, dependendo da caridade de lenhadores - respondeu o sultão.
O ferreiro lhe contou então algo sobre um certo costume daquele lugar. Todos os forasteiros poderiam pedir em casamento a primeira mulher que saísse da casa de banhos, e ela teria que aceitar o pedido. Foi ao local indicado e viu sair dali uma bela moça. Perguntou-lhe se já era casada, e tendo obtido resposta afirmativa, perguntou à outra mulher, que era feia, e logo à seguinte. A quarta era realmente bela. Ela disse que era solteira, mas o recusou, desagradada por seu aspecto comum e sua roupa gasta.
Um pouco depois, um homem plantou-se diante dele, dizendo:
- Fui enviado aqui em busca de um homem andrajoso. Por favor, acompanhe-me.
O sultão acompanhou o servo e foi por este levado a uma casa magnífica, ficando a repousar durante horas num confortável e amplo quarto. Horas depois, quatro mulheres formosas e vestidas com elegância incomum entraram no aposento precedendo a uma quinta jovem de surpreendente beleza. Nela o sultão reconheceu a última mulher a quem fizera a proposta de casamento na saída da casa de banhos.
Ela lhe deu as boas-vindas e explicou que sua pressa em retornar à casa fora devida aos preparativos para a chegada do estranho. Esclareceu também que se comportara com arrogância horas antes por ser tal atitude um costume usual naquele país, praticado por todas as mulheres na rua.
Foi servida então uma refeição excelente. Maravilhosas roupagens foram trazidas e presenteadas ao sultão, enquanto uma música de acordes suaves era executada.
O sultão viveu sete anos com sua nova esposa, até dilapidarem todo o patrimônio pertencente a ela. Então a mulher lhe disse que agora ele devia sustentar a ela e a seus sete filhos.
Lembrando-se de seu primeiro amigo na cidade, o sultão voltou a procurar o ferreiro a fim de lhe pedir um conselho. Já que o sultão não tinha nenhum negócio ou ofício, o ferreiro lhe sugeriu ir ao mercado e oferecer seus serviços como entregador de encomendas.
Transportando pacotes pesadíssimos, após um dia de trabalho, o sultão só obteve uma décima parte do dinheiro necessário para a alimentação de sua família.
No dia seguinte, o sultão dirigiu-se novamente para a praia, onde encontrou o lugar exato do qual emergira havia sete anos. Disposto a rezar suas orações, começou a lavar-se na água. Foi quando, de modo súbito e patético, se achou de novo em seu palácio, com a vasilha de água, o xeque sufi e seus vassalos.
- Passei sete longos anos de desterro, homem perverso!- bradou o sultão.
Sete anos, uma família numerosa e tendo que trabalhar como carregador! Não teme a Deus, o Todo-Poderoso, por essa ação?

- Mas faz apenas um instante que o senhor mergulhou sua cabeça na água desta vasilha - retrucou o mestre sufi.
Todos os cortesãos confirmaram tal declaração.
O sultão não se deu por convencido, começando a dar ordens para a decapitação do xeque. Este, percebendo de saída o que ia ocorrer, graças a seu sexto sentido, pôs em prática o dom denominado Ilm el-Ghaibat, isto é, A Ciência da Ausência. Deslocou-se assim corporalmente e de maneira instantânea para Damasco, a muitos dias de distância dali.
Foi de lá que escreveu uma carta ao rei: "Sete anos passaram para vós, como já tereis percebido, enquanto permanecestes por um instante com a cabeça dentro d'água. Isto ocorre graças ao emprego de certas faculdades, e não possui nenhum significado especial exceto como ilustração do que pode vir a acontecer. Por acaso, segundo a tradição do feito de Maomé, o leito do Profeta não permaneceu morno, e a jarra com água?"
"O detalhe importante não consiste em que alguma coisa tenha acontecido ou não. Tudo é possível de acontecer.
O importante, na verdade, é o significado do acontecimento. Em vosso caso, não houve nenhum. Mas no do Profeta Maomé houve ricas significações."


Esta versão foi extraída do manuscrito intitulado Hu-Nama (Livro de Hu), da coleção de Nawab de Sardhana, datado de 1596. Extraído de 'Histórias dos Dervixes', Idries Shah, Nova Fronteira 1976

Reflexão 
Costuma ser dito que cada trecho do Alcorão possui sete significados, cada um aplicado ao estado de espírito do leitor ou do ouvinte. Esta história, como muitas outras do estilo sufi, enfatiza a frase de Maomé:
 "Fale com cada pessoa de acordo com o grau de seu entendimento."
Ou como define o método sufi: "Demonstre o desconhecido com palavras que os ouvintes chamam de 'conhecidas'."

  • Qual a moral da estória?
  • A estória fala sobre o tempo?
  • O que a estória fala sobre respeito?
  • O exemplos do mestre sufi foram claros para explicar seu ponto de vista? Quais os que você daria?

Atividade
Que tipo de coisas a gente compartilha, divide ? Como vocês se sentem quando compartilham algo? Geralmente, compartilhar nos faz sentir muito bem. Nós ficamos com um sentimento bom quando fazemos algo que faz alguém feliz. Nós podemos compartilhar muitas coisas – nossos brinquedos, bicicletas, lápis de cor. Podemos também compartilhar coisas invisíveis. Quem sabe o que significa invisível? É isso mesmo – significa que nós não podemos ver. Vocês imaginam algo invisível que podemos compartilhar? Sim, nós podemos compartilhar o amor, conhecimento, respeito. Amor é algo especial nos nossos corações, mas não podemos vê-lo, só senti-lo. E mesmo assim, podemos compartilhar nosso amor com outras pessoas e com Deus.
Hoje vamos meditar e compartilhar nosso amor com Deus.

Visualização :
      
      Agora fiquem tranqüilos, em silêncio, mantenham os olhos fechados olhando para o olho espiritual – o ponto entre as sobrancelhas. Sintam o amor no seu coração, esse sentimento especial dentro de vocês. Esse sentimento é o nosso presente invisível (silêncio 5 segs). Sintam este sentimento gostoso crescer, enchendo o peito, todo o nosso corpo (silêncio 5 segs). Sintam ele crescer tão grande que sai do corpo e enche toda a sala, uma nuvem rosa e azul de amor abraçando todos na sala (silêncio 5 segs) . Inspirem profundamente sentindo que junto com o ar que entra no seu corpo, todo o amor que você sente, que você é, também entra e sai com a respiração.
Nós temos muito amor a nossa volta para compartilhar.
Agora vamos compartilhar o amor com nossas famílias e amigos orando por eles, Vejam sua família e amigos, envolvidos pelo seu amor como por um grande abraço. Este amor que está envolvendo a todos  vai ajudar durante todo o dia, a termos conversas tranqüilas onde todos irão se respeitar, compreender, se aceitar,enfim, amar mais e melhor. 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Quem conta um conto... imagina realidades!!


Toda semana temos um encontro marcado onde você, pai ou mãe, vai se inspirar num conto para imaginar realidades, a partir dele, com seus filhos.
Além da "moral da estória", você vai acessar um tipo de meditação onde toda a familia poderá praticar o relaxamento, o despertar da imaginação e principalmente um momento de puro prazer familiar.
Senta que lá vem a história!

O camundongo medroso

Um camundongo vivia angustiado com medo do gato. Um mágico teve pena dele e o transformou em gato. Mas aí ele ficou com medo de cão, por isso o mágico o transformou em pantera. Então ele começou a temer os caçadores. A essa altura o mágico desistiu. Transformou-o em camundongo novamente e disse:
 - Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo.

Moral da História:

É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto. Mas saiba que coragem não é a ausência do medo, é sim a capacidade de avançar, apesar do medo; caminhar para frente e enfrentar as adversidades, vencendo os medos...
É isto que devemos fazer. Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa dos medos. Assim, jamais chegaremos aos lugares que tanto almejamos em nossas vidas...

A Coragem de Enfrentar seus Medos

Um elétron para dar um
salto quântico, ou seja, para mudar de órbita, precisa absorver energia. Passará então, para um estado vibracional mais alto. Conosco acontece a mesma coisa, para evoluirmos em nossa vida, precisamos absorver energia para vibrar mais alto e usufruir de todas as experiências, aproveitando-as plenamente. O medo é um bloqueador da energia, ele é paralisante e nos mantém num estado de total imobilidade. Avançar e evoluir, exige coragem!

Visualização:
Sentado, feche os olhos, respire 3 vezes lentamente e durante a execução da musica abaixo.... Veja, sinta, perceba ou imagine que uma cortina se abre à sua frente e você avista um caminho. Este caminho está nublado.
Imagine que em sua mão direita você tem um aspirador que retira esta neblina e que o caminho está clareado.
Comece a andar por este caminho e encontre um grande buraco.
Este buraco representa seus medos e apegos.
Encha este buraco de pedras e cimento até que você possa passar.
Deixando os medos e o vazio para trás, continue a viagem e aviste o rio.
Agora, do outro lado do rio aviste seu Ser Espiritual perfeito.
Crie uma ponte e atravesse seu rio.
Caia nos braços seguros de seu Ser Interior.
Respire e abra os olhos

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