Gregg Braden é um autor internacionalmente reconhecido como um pioneiro em fazer a ligação entre ciência e espiritualidade. Seguindo uma carreira de sucesso como geólogo e analista da computação para a Phillips Petroleum durante a crise energética dos anos 70, ele trabalhou como Senior designer de sistemas de computação com o Sistema de Defesa Martin Marietta durante os últimos anos da Guerra Fria. Em 1991 ele se tornou o primeiro gerenciador de operações técnicas para Sistemas Cisco onde ele conduziu o desenvolvimento da equipe de suporte global que assegura a confiabilidade da internet de hoje.
Por mais de 25 anos Gregg tem pesquisado vilarejos de altas montanhas, monastérios afastados e textos esquecidos para descobrir seus segredos eternos. Suas pesquisas resultaram em intrigantes livros como: O Efeito Isaias, O Código Divino, A Matriz Divina, entre outros.
Neste video legendado, o autor e pesquisador Gregg Braden, nos fala um pouco sobre seus estudos e investigações sobre sentimentos, energia e consciência, e como novas descobertas científicas nos oferecem muitas comprovações.
Veja também o vídeo O Coração e a Eletrofisiologia da Intuição:
Trecho do documentário The Living Matrix, que aborda o que novas pesquisas têm demonstrado sobre o papel do coração no corpo humano. Também descreve um experimento chamado eletrofisiologia da intuição.
Site oficial: http://www.greggbraden.com/
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
A natureza da mulher
“Às vezes penso que a natureza da mulher é como uma grande casa de muitos cômodos:
existe o hall, através do qual qualquer um passa em suas idas e vindas,
a sala de visitas, onde se recebe formalmente,
a sala de estar, que os·membros da família freqüentam quando estão com vontade”;
mas, além disso, muito além, existem outros cômodos,
as fechaduras de portas que jamais são abertas;
ninguém sabe o caminho para estas, ninguém sabe onde elas levam;
e, no cômodo mais íntimo, no mais sagrado dos sagrados,
o espírito está sozinho e
espera ouvir passos que um dia virão”.
espera ouvir passos que um dia virão”.
Edith Warton
sábado, 11 de agosto de 2012
Preguiça Espiritual
Lemos muito, nos aprofundamos diariamente e com honestidade, pesquisamos nossas sombras... mas porque não conseguimos alcançar níveis mais altos de consciência? Por que não persistimos na senda espiritual crescendo e nos desenvolvendo passo a passo na mesma medida do nosso desenvolvimento e acumulo de conhecimento? Somos sérios, mas nem tanto...
Já perceberam o mecanismo de um fanatismo? Se observarmos mais de perto este fenômeno podemos ter uma dica de algo positivo e prático que pode nos ajudar.
É visível que todo fanático, por qualquer coisa que seja, é absolutamente comprometido com sua causa, absolutamente apaixonado, persistente e obcecadamente por sua causa. Talvez nos falte comprometimento espiritual e nos sobre preguiça espiritual.
Veja bem, a preguiça é o vício correspondente à virtude da disposição, e ambos são característicos ou correspondentes ao chacra cardíaco. Quando está em jogo “o amor da minha vida” tenho disposição para dormir só 4h por dia, fazer esforços físicos hercúleos e até maratonas intelectuais. Já para algo que não nos toca o coração, a disposição é de difícil acesso. A preguiça, se instala com facilidade. Na verdade muitos de nós somos alunos da espiritualidade e o problema é que somos alunos relapsos.
A cada pensamento, ato ou palavra dissonante do nosso nível mais elevado, mais distante nos colocamos da experiência e vivência do AMOR. Ninguém disse que esta tarefa seria fácil. Não é fácil fazer aflorar nosso potencial espiritual. O conhecimento ajuda, e muito, mas só a experiência diária, com a aprendizagem através dos erros, é capaz de nos alçar a um nível de amar de forma destemida.
Na prática, como se faz isso?
Acredito que um bom começo está em desaprender o medo, em ver o que se esconde atrás do medo em todas as situações, em abençoar alguém ao invés de culpá-lo ou procurar onde está a culpa, em ver o motivo, a razão muitas vezes oculta para tal situação desconfortável ou atitude inconveniente, nossa ou alheia.
Só o amor é capaz de expulsar todo o nosso medo.
Numa época tão conturbada como a nossa em que diariamente nos vemos divididos entre o amor e o medo, é necessário que nos apliquemos mais e tenhamos nítido o nosso foco – aprender a viver em Deus.
Dizer que somos feitos à imagem e semelhança de Deus, que somos divinos, não é o mesmo que acreditar e viver isso. Quando verdadeiramente consideramos este fato percebemos a riqueza espiritual que herdamos e que está pronta para ser usada expulsando toda a preguiça e escuridão interior e ao nosso redor.
O Universo está continuamente nos provendo novos começos que refletem nossa essência, mas nem sempre estamos prontos para recebê-las.
Não é arrogância espiritual acreditar que somos infinitamente criativos e potencialmente perfeitos pela Graça Divina, mas humildade, aceitar a presença do Espírito em nossa vida, bem como permitir que suas bênçãos se manifestem através de nós. Para isso basta estar receptivo e com disposição amorosa para SER e VIVER em Deus.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Meditação para Crianças
Muitas pessoas me perguntam se as crianças, principalmente as pequenas, conseguem meditar, já que para a maioria dos adultos esta é uma tarefa das mais difíceis. Digo que 90% das vezes, os pequeninos têm mais facilidade e até nos surpreendemos com a naturalidade com que eles conquistam o estado de relaxamento e recepção para a meditação.
Os adultos geralmente buscam a meditação como método rápido e eficaz para combater o stress, a ansiedade e até estados de pânico ou depressão. Para seus filhos buscam esta técnica como terapia complementar à hiperatividade ou falta de atenção e concentração.
A meditação em si funciona para tudo isso, já que tem como princípio básico o encontro com nossa essência última, o que gera naturalmente equilíbrio, paz e harmonia. No trato com as crianças a meditação tem um “plus”, que seria a relembrança das “virtudes” como: honestidade, sinceridade, compaixão, gratidão, ética, lealdade, honra, dignidade e amor.
É necessária uma breve introdução à meditação para despertar o interesse dos pequenos, na forma de uma pequena história, debate ou brincadeira motivadora. Nesta introdução se delineia o foco de atenção da meditação, sempre se respeitando a fase de desenvolvimento e discernimento da criança, assim como a duração do tempo de concentração para cada fase. Para crianças de 3 a 5 anos os períodos de meditação devem ser de 1 a 3 minutos, crianças de 6 a 8 anos, de 3 a 5 minutos e crianças de 9 a 12 anos de 5 a 15 minutos. Tudo isso sempre levando em consideração as exceções e casos particulares.
Vejamos um exemplo que pode ser usado com uma criança de 6 a 8 anos.
Introdução: Inicie um diálogo ou debate sobre as ligações/conexões que temos uns com os outros. O que nos afeta? O que nos incomoda? O que fazemos, dizemos, pensamos ou sentimos que interfere com o outro?
História: O Furo
Dois homens estavam em um lago, remando em um pequeno barco. Sem qualquer aviso, um deles começa a fazer um furo no fundo do barco. O outro homem grita: “O que você está fazendo?”. E o primeiro responde: “Por que você está tão preocupado? Estou furando só o meu lado do barco!”

Moral da Estória:
Estamos todos unidos. O que eu faço, sinto e penso interfere com o outro. O que o outro faz, sente e pensa, interfere na minha vida também. Somos todos responsáveis pela VIDA!!!!
Visualização/Meditação :
- Agora fique quieto, ouça a musica (escolha uma música instrumental suave com a duração máxima de 5 minutos), mantenha os olhos fechados olhando para o olho espiritual – o ponto entre as sobrancelhas.
- Sinta a música percorrer o seu corpo todo, começando pelos pés, pernas, quadris, barriga, peito, ombros, braços, mãos, pescoço, cabeça. Sinta a musica fluindo com sua respiração energizando todo o seu corpo.
- Agora sinta a sua energia pulsando em todo o seu corpo, o seu ritmo, as suas cores e perceba que a sua energia vai além do seu corpo e toca o ambiente em que você está, pessoas próximas e pessoas não tão próximas, mas que estão à distancia de um pensamento.
- Perceba a sua ligação com cada uma das pessoas que você toca energeticamente. Perceba se esta ligação está forte, fraca, frágil e se for necessário, do seu coração, injete uma rajada de energia amorosa para quem você sente que precisa.
- Inspire e expire profundamente e continue o exercício até o fim da música.
- Volte à consciência do Aqui e Agora ao final, sentindo-se mais consciente das suas ligações e relacionamentos.quarta-feira, 18 de julho de 2012
Medita no Lótus do Coração
Pode-se alcançar a concentração fixando-se a mente sobre a luz interior que está além do sofrimento. Os ioguins antigos porém acreditavam que existia um centro real de consciência espiritual, chamado "o lótus do coração", situado entre o abdômen e o tórax, o qual podia revelar-se através da meditação profunda. Asseveravam que tinha a forma de um lótus e que brilhava de luz interior. Dizia-se que estava "além do sofrimento", pois aqueles que o viam enchiam-se de uma extraordinária sensaçãode paz e de alegria. Desde os tempos mais remotos, os mestres da ioga enfatizaram a importância de meditar-se sobre esse lótus. "O paraíso supremo brilha no lótus do coração", afirma o Upanishad Kaivalya.
Aqueles que lutam e têm aspiração podem chegar a ele. Recolha-se na solidão. Sente-se num lugar limpo e em postura ereta, com a cabeça e o pescoço em linha reta. Controle todos os órgãos dos sentidos. Curve-se reverente diante de seu mestre. Penetre, então, no lótus do coração e aí medite na presença de Brahman — o puro, o infinito, o bem-aventurado.Lemos no Upanishad Chandogya: Dentro da cidade de Brahman, que é o corpo, existe o coração, e dentro do coração existe uma pequena casa. Essa casa tem a forma de um lótus e nela mora aquele que deve ser buscado, investigado e compreendido. O que, pois, é isso que habita nesta pequena-casa, este lótus do coração? O que é isso que precisa ser buscado, investigado e compreendido? Tão imenso quanto o universo exterior é o universo interior do lótus do coração. Dentro dele existem o céu e a Terra, o Sol, a Lua, a luz e todas as estrelas.
Tudo que está no macrocosmo também se encontra no microcosmo. Tudo o que existe, todos os seres e desejos, tudo se acha na cidade de Brahman; o que, então, acontece com eles quando chega a velhice e o corpo se desfaz na morte?Embora a velhice atinja o corpo, o lótus do coração não envelhece. Ele não morre com a morte do corpo. O lótus do coração, onde mora Brahman com toda a sua glória — esse, e não o corpo, é a verdadeira cidade de Brahman, o qual, aí residindo, permanece intocável por qualquer ação, imutável, imperecível, livre de todo pesar, da fome, da sede.Seus desejos são desejos honestos, sendo por isso mesmo satisfeitos. No Upanishad Mundaka, lemos: "Ele mora no lótus do coração, onde os nervos se encontram como os raios de uma roda. Medita sobre ele como OM, e atravessarás facilmente o oceano da escuridão. No lótus esplendoroso do coração reside Brahman, o impassível, o indivisível. Ele é puro. É a luz das luzes. Os conhecedores de Brahman o alcançam".
Esse método de meditação ajuda, pois localiza nossa imagem da consciência espiritual pela qual lutamos. Se o corpo é considerado como uma cidade agitada e barulhenta, podemos então supor que no centro desta cidade existe um santuário, em cujo interior está presente Atman, nossa natureza real. Seja lá o que estiver acontecendo nas ruas exteriores, podemos sempre entrar no santuário e prestar adoração: ele está sempre aberto.
Trecho do Livro: COMO CONHECER DEUS - Aforismos Iogues de Patanjali De acordo com a versão de SWAMI PRABHAVANANDA e CHRISTOPHER ISHERWOOD
sexta-feira, 13 de julho de 2012
As Mulheres e a Paz
Você sabe quem ganhou o Prêmio Nobel da Paz, no ano de 2011?
Nada menos de três mulheres. E não é o fato de serem mulheres que torna a nota importante. Mas o que elas promovem, realizam em seus países e no mundo.
Ellen Johnson Sirleaf, presidente liberiana, primeira da África, eleita em 2005. Leymah Gbowee, assistente social da Libéria e Tawakkul Karman, ativista iemenita.
Leymah, em nome da paz, combate a desumana situação das mulheres no seu país, no Oriente Médio ou onde quer que a opressão as violente.
Mãe de seis filhos, essa mulher corajosa iniciou um movimento de mulheres para exigir a paz na Libéria. Viajou de aldeia em aldeia, organizando as mulheres.
Contra todas as expectativas, convenceu cristãs e muçulmanas a se unir. Seu discurso era:
"Aqui, no movimento, não somos advogadas, ativistas nem esposas. Não somos cristãs nem muçulmanas, não somos dessa ou daquela tribo. Não somos nem nativas nem da elite. Somos apenas mulheres."
Levar as mulheres a lutar pela paz era o que ela desejava fazer na vida.
Quando as mulheres lhe perguntavam: Por que devemos fazer alguma coisa? – ela rebatia: Porque é da sua conta! Porque são vocês que têm sido violentadas pelos combatentes. Foi o seu marido que morreu. É o seu filho que está sendo alistado à força no exército.
Luta árdua, difícil.
Foi o grupo de Leymah que apressou a renúncia do presidente Charles Taylor em 2003 e o fim da guerra civil em seu país.
De onde tira a sua coragem? Da fé, diz ela. Tudo o que sou, tudo que aspiro ser, tudo o que fui, foi pela graça de Deus.
E assevera: Sempre há algo que uma pessoa sozinha pode fazer. Deus nos criou a todos com alguma contribuição inigualável a dar.
Alguns são chamados para ser o vizinho que vai juntar as crianças para cantar ou escutar.
Outros, para ser grandes oradores.
Quero acabar com o mito de que somos vítimas o tempo todo.
Somos mulheres fortes que passamos pelo inferno e ainda conseguimos nos manter de pé.
Onde quer que estejamos, podemos nos levantar.
Nada pode nos impedir de sermos o que quisermos.
Hoje, Leymah viaja pelo mundo como diretora-executiva darede de mulheres pela paz e pela segurança na África, defendendo mulheres e meninas e tem assento junto a autoridades, que a ouvem.
Bem afirmaram os Espíritos Celestes, em O Livro dos Espíritos que, quando os bons o quiserem, eles predominarão sobre a Terra.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita, com base em dados colhidos na entrevista Ela sonhou com a paz, de Dawn Raffel, de Seleções Reader´s Digest, de novembro de 2011 e no item 932 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.
terça-feira, 3 de julho de 2012
O Jogo do Conhecimento ~ Uma Ferramenta Diagnóstica
Porque escolhas infinitas são paralisantes e desgastantes para a psique humana. Esta possibilidade nos leva a definir expectativas excessivamente elevadas, e antes mesmo de escolher, culpar-nos por nossos "fracassos" e não por apenas erros.
Escolhas demasiadas minam a felicidade, aumentam a paralisia e diminuem a satisfação. E ainda muitas vezes caímos em padrões recorrentes de escolhas baseados em auto-boicotes ou auto-armadilhas. Padrões estes que podem advir da formação e estrutura da personalidade do indivíduo ou mesmo de uma estrutura anterior - de vidas passadas.
Comento isto, pois vejo estes padrões desfilarem todos os dias no consultório e através do diagnóstico destes padrões pelo Gyan Chaupad ~ O Jogo do Conhecimento, rastreamos suas causas, origens e resolução no momento do AGORA. Trazendo um maior discernimento sobre o nosso próprio funcionamento em relação as nossas escolhas, decisões e uso verdadeiro do nosso livre arbítrio.
Confira no vídeo abaixo uma prática do Gyan Chaupad ~ O Jogo do Conhecimento, em grupo (pode ser feito em pequenos grupos familiares, profissionais ou individualmente) que tem ajudado muitos a descobrir esta sabedoria e discernimento, e modos de utilizá-la.
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